1º de Maio: um dia histórico de luta da classe trabalhadora

Vamos com a CUT-DF participar da programação no Eixão do Lazer

O Dia Internacional dos Trabalhadores, celebrado em 1º de maio, nasceu das greves e paralisações em defesa de direitos como o estabelecimento da jornada de trabalho, melhores salários e condições de trabalho dignas. Hoje o 1º de maio continua sendo um dia de luta e símbolo de resistência e mobilização.

As raízes do 1º de maio

A origem do Dia Internacional dos Trabalhadores está ligada à greve geral de 1º de maio de 1886, em Chicago (EUA), quando centenas de milhares de trabalhadoras e trabalhadores se levantaram pelo direito ao descanso e à jornada de oito horas. A repressão foi violenta, o que resultou em novas manifestações, trabalhadores presos e condenados à morte, ficando conhecidos como “mártires de Chicago”. O movimento inspirou outras greves e mobilizações ao redor do mundo e, em 1889, o Congresso Operário Socialista Internacional, em Paris, estabeleceu o 1º de maio como Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luta coletiva. Assim como o 8 de Março, Dia Internacional de Luta das Mulheres, o 1º de maio tem sua origem na luta da classe trabalhadora e nas mobilizações por direitos e assim deve continuar.

Ao longo do século XX, paralisações em diversos países ajudaram a consolidar essa data como feriado, e, apesar da tentativa de descaracterizá-la como dia de mobilização, a classe trabalhadora segue em movimento, afinal, direitos são conquistados nas ruas. Como disse a revolucionária Rosa Luxemburgo, “Quem não se movimenta não sente as correntes que o prendem”.

No Brasil, direitos como salário‑mínimo, férias, 13º salário, CLT, RJU e jornada de oito horas não foram concessões generosas, mas frutos de greves, paralisações e mobilizações da classe trabalhadora. Em nossa categoria, não foi diferente. Servidoras e servidores técnico‑administrativos em educação não podiam estudar na universidade, não participavam das decisões nem podiam ocupar cargos de gestão. Nem mesmo usar barba era permitido aos técnicos. Cada uma das conquistas e dos direitos é resultado de muita luta organizada. Assim devemos seguir, em unidade, organizados junto ao sindicato e fortalecendo o movimento sindical da nossa categoria e de toda a classe trabalhadora.

1º de Maio da Classe Trabalhadora – CUT DF

Hoje, com as ameaças aos serviços públicos e às negociações coletivas, com a necessidade de lutar até mesmo pelo cumprimento de acordos já assinados, devemos seguir atentos e mobilizados por recursos para a educação pública e os serviços públicos, contra a precarização, a terceirização e o desmonte de políticas públicas, pela redução da jornada sem redução dos salários, pelo fortalecimento das negociações coletivas e por outras reivindicações da nossa classe e em solidariedade internacional com os povos em luta.

Por tudo isso, o 1º de maio permanece como data de resistência, de renovação de compromissos com a luta e como chamado à unidade da classe trabalhadora.

Em Brasília, o SINTFUB se juntará à Central Única dos Trabalhadores no 1º de Maio da Classe Trabalhadora, um ato unificado para fortalecer a luta coletiva por direitos, dignidade e melhores condições de trabalho e vida. Além de denunciar o governo Ibaneis e Celina Leão, aliados de banqueiros e especuladores na destruição do patrimônio da capital federal.

  • 1º de maio, sexta‑feira
  • A partir das 10h
  • Eixão do Lazer (altura da 106 Sul), Brasília – DF

 

A programação do ato político‑cultural contará com a música popular brasileira de Os Cangaceiros do Cerrado, food trucks, expositores locais e espaço com brinquedos para a criançada.

O SINTFUB reafirma sua tradição de luta coletiva e convida toda a categoria, servidores técnico‑administrativos em educação, e toda a comunidade universitária a participar do 1º de Maio da Classe Trabalhadora organizado pela CUT DF.

Comparecer às ruas com bandeiras, camisetas da entidade, levando nossas reivindicações é fortalecer as lutas de outrora, a mobilização de hoje e as conquistas de amanhã.

Vamos às ruas, às praças e ao Eixão do Lazer: sem luta, não há conquista, e o 1º de maio é nosso dia de afirmar, em unidade, que a classe trabalhadora continua marchando por mais direitos e mais dignidade.




Marcha da Classe Trabalhadora ocupou Brasília

A Marcha da Classe Trabalhadora, realizada nesta quarta-feira (15/4), reuniu milhares de trabalhadoras e trabalhadores de todo o país em defesa de direitos, valorização profissional e melhores condições de trabalho. O ato contou com a participação de diversas entidades sindicais e movimentos sociais, entre eles o Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (SINTFUB), que marcou presença fortalecendo a mobilização nacional.

A participação do SINTFUB reforça o compromisso da entidade com as pautas da classe trabalhadora, destacando a importância da união entre diferentes categorias na luta por direitos e contra retrocessos. Durante a Marcha, foram levantadas reivindicações relacionadas à recomposição salarial, à valorização do serviço público e à garantia de direitos historicamente conquistados, assim como o projeto em debate no Congresso Nacional de redução da jornada de trabalho.

A participação reforça a importância ativa das servidoras e dos servidores em mobilizações, destacando que a construção de conquistas passa, necessariamente, pela nossa organização.

A Marcha faz parte da programação da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat). Todas as demandas compõem a Pauta da Classe Trabalhadora representadas na Marcha foram relacionadas em documento, que pode ser lido integralmente aqui. São 68 itens que norteiam as ações para o ciclo até 2030. Os representantes das centrais sindicais entregaram as reivindicações aos chefes do Executivo, da Câmara, do Senado, do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT), destaca que base da pauta encontra sustentação no retrospecto das exigências da plenária da entidade de 2022. O governo federal encaminhou ou implementou cerca de 70% das diretrizes estabelecidas na conferência anterior. O saldo inclui a política de valorização do salário mínimo, a exigência de igualdade salarial entre gêneros, a ampliação do Bolsa Família e a isenção de imposto de renda para a faixa salarial de até R$ 5 mil. Do campo à cidade, a pauta é clara: melhorar a vida das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros.

Esse ano, o evento em Brasília também registrou o repúdio unificado às guerras e aos danos provocados a todas as nações do mundo.

*Com informações da CUT-DF.

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42 anos da CUT: Vida longa à Central Única dos Trabalhadores!

Vida longa à CUT! Seguimos juntos, firmes na luta e na mobilização coletiva!




Boletim Informativo 91, com o balanço dos 4 meses de greve e informe de reuniões

SINTFUB divulga Boletim Informativo 91, de 22 de Julho de 2025, que traz como pauta:

  1. SINTFUB e CUT conseguem espaço de diálogo com a AGU (pág. 1)
  2. Reunião com o Dieese (pág. 2)

Download

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 91, de 22/7/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 90, de 16/7/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 89, de 26/6/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 88, de 16/6/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 87, de 12/6/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 86, de 10/6/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 85, de 9/6/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 84, de 6/6/2025 (formato PDF).

Clique aqui e leia o artigo do Prof. José Geraldo, de 3/6/2025.

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 83, de 28/5/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 82, de 26/5/2025 (formato PDF).

 Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 81, de 23/5/2025 (formato PDF).

 Clique aqui e acesse o Embargo de Declaração, sobre a decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes, de 19/5/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 80, de 19/5/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 79, de 15/5/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 78, de 12/5/2025 (formato PDF). 

Clique aqui e acesse o Nota Wagner Advogados INDEFERIDO CUMPRIMENTO DE SENTENÇA DOS 26,05%, de 12/5/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Decisão Monocrática Gilmar Mendes, de 7/5/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 77, de 6/5/2025 (formato PDF). 

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 76, de 23/4/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 75, de 22/4/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 74, de 16/4/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 73, de 11/4/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Circular n° 7.2025.DGP, atualizações do MGI na Folha de Pagamento, de 11/4/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Comunicado Urgente do Comando Local de Greve – SINTFUB, de 8/4/4025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Petição da Assessoria Jurídica do SINTFUB, de 7/4/4025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Petição 45908 da Advocacia Geral da União, de 4/4/4025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 71, de 3/4/2025 (formato PDF).

Clique aqui e leia o Gabinete Informa: Decisão do Conselho de Administração sobre pagamento da URP de 26,05%de 3/4/2025 (link externo).

Clique aqui e acesse o SEI_12587796_Circular_0001_2025, Circular Conjunta sobre serviços essenciais durante a greve, de 31/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 70, de 1/4/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 69, de 31/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 68, de 28/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o CARTAZ da GREVE, de 26/3/2025 (formato PDF para impressão e divulgação).

Clique aqui e acesse a Carta à comunidade Universitária, de 26/3/2025 (formato PDF para impressão e divulgação).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 67, de 25/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 66, de 24/3/2025 (formato PDF). 

Clique aqui e acesse o SEI_12551899_ Ofício da Reitoria à Procuradoria, de 20/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o SEI_12549626_ Ofício do DGP/Resposta à intimação do STF, de 19/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim de GREVE 1 de 2025, de 21/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 65, de 13/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 64, de 12/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Comunicado da Assessoria Jurídica sobre Determinação do Ministro Gilmar Mendes, de 13/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Comunicado de GREVE dia 20/3 Reitoria, de 12/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Comunicado de GREVE dia 20/3 HUB, de 12/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 64, de 12/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 63, de 26/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo Especial, de 21/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Petição: 20906, pela “obrigação de fazer”, de 21/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 61, de 20/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 60, de 18/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício n. 0067/2025/UnB (12349317) SEI 23106.010099/2025-31, de 6/2/2025 – “Apontamentos sobre Nota Informativa do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) que trata da URP. Ref.: Ofício SEI Nº 11767/2025/MGI” (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício SINTFUB à reitoria da UnB sobre cumprimento da URP, 3/2/2025 – Parecer da Assessoria Jurídica do SINTFUB (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 55, de 5/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 54, de 4/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 53, de 30/1/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Nota Informativa do MGI sobre a URP, Nota Informativa SEI no 2798/2025/MGI (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Parecer de Força Executória n. 00019/2024.AGU, de 26/11/2024 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício 0412/2024.UnB (SEI/UnB – 12095665) ao MGI, sobre o Parecer Executório para pagamento da URP/89, de 29/11/2024 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício 0390/2024.UnB (SEI/UnB – 120409327_2024) ao MGI, pedido de cumprimento de decisão judicial. Anexo: Decisão e Mandado de Segurança pelo pagamento da URP/89, de 18/11/2024 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Certidão de Trânsito em julgado do MS 28.819 do SINTFUB, em decisão da Segunda Turma do STF, 7/11/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Voto do Ministro Gilmar Mendes, em favor do Mandado de Segurança 28.819 do SINTFUB, seguido pelos demais ministros da Segunda Turma do STF, de 27/9/2025 (formato PDF). Acesse a matéria sobre o voto aqui.




Reunião com o Dieese

Seguindo a deliberação de apostar no diálogo, na quinta-feira (17), a coordenação do SINTFUB reuniu-se com a socióloga Adriana Marcolino, diretora-técnica, e o economista Mariel Angeli, ambos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), além da advogada Camila Cândido, da Assessoria Jurídica da CUT Nacional.

O objetivo da reunião foi construir cenários de análise técnica, com informações objetivas e fundamentadas, que subsidiem a defesa da tese de que salário não se reduz — posição da categoria e do SINTFUB, respaldada pela CUT Nacional — nas reuniões com a Advocacia-Geral da União e outros órgãos, considerando também o aspecto da segurança alimentar.

O estudo elaborado mostrará os impactos concretos no contracheque e na vida das famílias dos trabalhadores, em diferentes cenários, considerando: o pagamento atual; as novas tabelas salariais; o reajuste conquistado com a greve de 2024; uma possível absorção do índice de 26,05%; a manutenção do índice no patamar atual; entre outros aspectos relevantes para a categoria.




SINTFUB e CUT conseguem espaço de diálogo com a AGU

Foram realizadas reuniões com a CUT e a Advocacia Geral da União.
Nova reunião está prevista para o dia 29 de julho

Nas últimas semanas foram realizadas uma série de reuniões em busca de espaços de mediação e diálogo para avançar com uma solução para nossa reivindicação.

Uma boa notícia foi o espaço de diálogo conquistado através da mediação da CUT Nacional que se envolveu diretamente na realização de reuniões com a Advocacia Geral da União (AGU), para que o órgão aceite a provocação do Núcleo de Solução Consensual de Conflitos – NUSOL, do STF, e seja estabelecido um acordo para o pagamento da URP dos servidores técnico-administrativos da UnB.

Retrospectiva

No dia 27 de junho, o SINTFUB entrou no STF uma petição para a “imediata submissão do presente feito ao Núcleo de Solução Consensual de Conflitos – NUSOL, nos termos do Ato Regulamentar nº 27/2023, a fim de que se viabilize, antes mesmo do julgamento dos embargos de declaração opostos pelo SINTFUB, mediação entre as partes com vistas à construção de solução adequada e consensual à controvérsia”.

Antes, o SINTFUB já havia conseguido que os Embargos de Declaração fossem retirados da pauta de julgamento da Segunda Turma. Caso o julgamento ocorresse, poderia confirmar a decisão monocrática e muito negativa do ministro Gilmar Mendes, autorizando a absorção dos 26,05% dos técnicos da Universidade de Brasília. A decisão de buscar o NUSOL foi tomada em assembleia, após a constatação de que as tratativas com a Secretaria-Geral da Presidência da República não avançaram de forma resolutiva.

Na semana de 30 de junho a 4 de julho, já com o Supremo em recesso, foram realizadas reuniões internas e ações externas. Em reunião com a Administração da UnB, a Reitoria abriu discussão sobre os serviços essenciais, e comunicou uma denúncia realizada na Ouvidoria. Na ocasião, a pedido dos representantes dos trabalhadores, a reitoria reafirmou o compromisso de buscar os meios de manter o pagamento da URP no contracheque nos moldes atuais, sem aplicar a absorção orientada pelo Ministério da Gestão e Inovação (MGI), e agendar uma reunião no Ministério da Educação (MEC). No dia 3 de julho, em assembleia, foi feito um balanço do movimento e da greve e, apesar da vacilação de alguns setores, os servidores técnico-administrativos da UnB decidiram pela manutenção da greve, da mobilização e da unidade de todos os técnicos e técnicas da UnB, em defesa da manutenção de um direito adquirido, contra o congelamento e a redução salarial.

No dia 7 de julho, segunda-feira, a reitoria viabilizou uma reunião no MEC, e foi realizado um ato durante a reunão. O ato simbólico de distribuir pão e água, com faixas e cartazes com as reivindicações da categoria, salientou o caráter alimentar da parcela ameaçada de ser retirada dos salários. Representaram o MEC, Leonardo Bandim e Rodolfo Carvalho (Secretário-Executivo Adjunto). O MGI também participou, mantendo sua postura de “pouca conversa”. A deputada Érika Kokay (PT-DF), que tem acompanhado de perto a nosssa greve e participado de reuniões, está em diálogo com o MGI buscando alternativas.

   

Na última semana, a movimentação esteve voltada para a efetivação da Mesa via NUSOL no STF. Com o final do recesso do Poder Judiciário (julho-agosto), o ministro Gilmar Mendes deve provocar os órgãos envolvidos para que seja realizada uma Mesa de conciliação. Portanto, é fundamental dialogar com a AGU, o MGI o próprio MEC, que já intgegra a negociação, no sentido de que os órgãos envolvidos respondam ao chamado da NUSOL, tendo em vista que não se trata de uma convocação, mas de um convite de mediação para evitar maiores danos à categoria. Foi com esse objetivo que a direção do SINTFUB e a CUT Nacional se reuniram e conquistaram um espaço de diálogo com a AGU.

Novas reuniões e mobilização

A coordenação do SINTFUB, representantes de base dos servidores técnico-administrativos da UnB, e o presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues, se reuniram com o presidente da CUT Nacional, Sérgio Nobre, e Valeir Ertle, Secretário Nacional de Assuntos Jurídicos da CUT. Ambos se envolveram diretamente na agenda com a AGU. Desde então, reuniões vem sendo realizadas e novo encontro está previsto para o dia 29 de julho. Júnior Divino Fideles, Adjunto do Advogado-Geral da União, afirmou durante a reunião que a Advocacia Geral da União tem disposição para participar da Mesa no STF, mas destacou que os termos de um possível acordo deverão ser discutidos com a categoria, sendo necessária uma proposta mediada antes da efetivação da Mesa no Supremo.

  

A coordenação do SINTFUB deixou clara a reivindicação da categoria, e que toda deliberação terá decisão soberana da Assembleia Geral dos trabalhadores. Sendo necessário conhecer as diretrizes para o diálogo e garantir como questão fundamental que a categoria não seja prejudicada, não haja redução de salário, encerrando as ameaças, manutenção do contrachecomo está atualmente, assegurando o pagamento para aqueles que estão sem receber, seja aposentado o servidor da ativa.

A reitora Rozana Naves publicou em suas redes sociais comunicado reafirmando o compromisso com o diálogo e que também está buscando “tratar dos desdobramentos da mesa de negociação junto ao STF e AGU”. Ela afirmou que “segue empenhada em retomar e manter os contatos políticos e administrativos nos ministérios que possam auxiliar nessa negociação e no fortalecimento da mesa junto ao núcleo de soluções consensuais de conflitos do STF. Estamos trabalhando junto para a manutenção do pagamento da URP neste mês de julho, na expectativa de que o núcleo possa dirimir as controvérsias e os efeitos financeiros sejam os menores possívei”. “Confiamos no caminho coletivo, com diálogo transparente e responsabilidade institucional. Vamos continuar trabalhando, juntos, pela garantia dos direitos e pelo pagamento da URP”.
Vamos seguir em unidade e mobilizados, nossa força é demonstrada com uma luta unificada em torno da reivindicação da categoria.




1° de Maio da Classe Trabalhadora

CUT-DF convoca sindicatos e sociedade para participar da atividade em Brasília*

O Dia do Trabalhador, internacionalmente comemorado em 1° de maio, é um marco histórico da resistência da classe trabalhadora ao redor do mundo. Em Brasília, a CUT-DF e as outras sete centrais sindicais celebram a data com ato político-cultural unificado.

O evento acontecerá no Eixão do Lazer, altura da 106 Sul,a partir das 10h. A localização, próxima à estação de metrô e ao ponto de ônibus (ambos gratuitos neste dia), facilita a participação da população. Quem preferir ir de carro pode aproveitar o amplo estacionamento do Cine Brasília.

A atividade, que deve reunir trabalhadores de diversas categorias, terá apresentações culturais, foodtrucks, brinquedos para as crianças e outras atrações que exaltam a luta e persistência daquelas e daqueles que constroem o país.

Na pauta política, estão a defesa da democracia e a luta por mais direitos e dignidade, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a redução da taxa de juros, por justiça social, a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, entre outras.

Você conhece a história do 1º de maio?

Ao contrário do que alguns dizem não se trata apenas de um feriado festivo, mas, sim, de um Dia de Luta das Trabalhadoras e dos Trabalhadores por salários dignos, direitos e melhores condições de trabalho. É uma história marcada pela coragem e resistência de gerações de pessoas ao redor do mundo.

Na primeira crise do capitalismo, ainda no século XIX, muitos trabalhadores migraram para as áreas urbanas em busca de uma vida melhor. Porém, o que encontraram foram empregos precários, com exploração, salários baixos e jornadas absurdas de até 16 horas diárias.

Por direitos, operários de Chicago (EUA) convocaram uma greve geral em 1º de maio de 1886. Tudo parou. Com mais de cinco mil fábricas fechadas, cerca de 240 mil trabalhadores foram às ruas bradar pelo fim da exploração. A principal pauta era a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias. Naquele momento, eles descobriram que, além da força de trabalho, tinham também o poder de organização.

Em muitos locais, houve forte repressão policial, deixando dezenas de mortos e feridos. Mas, apesar das agressões, a luta continuou e, em 1889, a Segunda Internacional Socialista anunciou o 1º de maio como o Dia do Trabalhador.

No Brasil, o primeiro ato do 1º de maio aconteceu em Porto Alegre (RS), em 1892, em meio a intensos protestos. Desde então, o dia se tornou um símbolo de resistência, com mobilizações históricas que reúnem milhares de pessoas.

Os patrões e governos até tentam reinventar a memória da data com festas, comemorações e presentes, mas a história já está escrita: 1º de maio é dia de LUTA! É o dia em que trabalhadoras e trabalhadores de diversas categorias se unem contra a injustiça, por direitos e melhores condições de trabalho.

Viva o 1º de maio! Viva a classe trabalhadora!

*Informações da CUT-DF




SINTFUB se reúne com a CUT-DF

O Coordenador-Geral do SINTFUB, Francisco de Assis Menezes Rodrigues, se encontrou com o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF), Rodrigo Rodrigues, para discutir as demandas da categoria e buscar iniciativas da Central diante de questões específicas dos servidores técnico-administrativos da UnB.

No último período a CUT-DF e outras lideranças políticas foram importantes na articulação política e por viabilizar audiências diversas na luta pelo cumprimento da decisão favorável à parcela dos 26,05% nos salários dos técnicos. Como a reunião recente na Advocacia Geral da União (AGU).

Mais uma vez a representação da entidade se colocou inteiramente à disposição da categoria e vai seguir procurando abrir caminhos, agendas, além do apoio incondicional à mobilização e possível GREVE, pelo cumprimento da decisão judicial transitado em julgado, sem absorção ou redução da parcela de 26,05% para todos(as).