Nota de Pesar: Maria de Fátima Barros

O SINTFUB expressa o seu profundo pesar pelo falecimento da sindicalizada Maria de Fátima Barros, servidora aposentada do Instituto de Letras (IL) da UnB.

Maria de Fátima faleceu na última quarta-feira (07/04) aos 66 anos, sendo mais uma vítima de COVID-19, que já matou mais de 300 mil pessoas no Brasil.

Nesse momento de dor, o SINTFUB se solidariza com familiares e amigos, desejando-os paz e conforto diante dessa inestimável perda.




Nota de Pesar: Rogerio Alves do Nascimento

O SINTFUB expressa o seu profundo pesar pelo falecimento do sindicalizado Rogerio Alves do Nascimento, vigilante lotado na Diretoria de Segurança (Diseg) da UnB.

Rogério faleceu nesta quinta-feira (08/04) aos 58 anos, sendo vítima de um infarto fulminante enquanto estava em sua residência.

O sepultamento será amanhã (09/04), às 16h30min, no cemitério de Taguatinga – com o velório tendo início às 14h30min.

Nesse momento de dor, o SINTFUB se solidariza com familiares e amigos, desejando-os paz e conforto diante dessa inestimável perda.




Live do Comitê UnB pela Vacinação debateu enfrentamento da pandemia no DF

Comitê UnB pela Vacinação realizou na última segunda-feira (05/04) sua segunda live, onde foram apresentadas análises do andamento da vacinação e das estratégias utilizadas para o enfrentamento da pandemia de COVID-19 no Distrito Federal.

A transmissão contou com Carla Márcia (coordenadora do Centro Comunitário Athos Bulcão e diretora do SINTFUB) na mediação da live e Jonas Brant (voluntário da Associação Brasileira de Profissionais de Epidemiologia de Campo e professor adjunto da UnB) e Fábio Felix (deputado distrital pelo PSOL) como convidados.

No espaço virtual, Carla, Jonas e Fábio manifestaram-se pelo direito à saúde no Distrito Federal, o qual se encontra gravemente ameaçado: não há um plano distrital eficaz de imunização em curso, e isso em um momento de grande alta do número de infecções por COVID-19, causado pela sabotagem do Governo Federal às políticas para conter o avanço da pandemia.

Assista (ou reassista!) o debate que foi realizado na íntegra:

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Vigilantes da UnB realizam mobilização pela vida

Nesta quarta-feira (07/04) os vigilantes orgânicos da UnB realizaram uma Assembleia Setorial onde denunciaram a precarização das condições de trabalho (que inclusive os colocam em situação de risco por conta da pandemia) e cobraram ações concretas em defesa da vida por parte da Reitoria e da Prefeitura Universitária.

A Assembleia Setorial aconteceu em frente à Diretoria de Segurança (Diseg) e contou com um bom número de sindicalizados.

Jurídico

Durante o fórum, foram explicadas ao microfone (pelo advogado do SINTFUB Valmir Vieira de Andrade) as estratégias jurídicas que podem ser adotadas pelos trabalhadores, inclusive no tocante à injusta modificação da escala dos vigilantes. Outros informes jurídicos também foram feitos durante a fala de Valmir.

Coordenação executiva

coordenador geral do SINTFUB, Edmilson Lima, destacou a importância dessa mobilização dos vigilantes, mesmo durante o momento mais crítico da pandemia de COVID-19 no país, já que a luta se dá em defesa da vida dos servidores – que realizam trabalho de natureza essencial e ininterrupta para a Universidade.

Já o coordenador de finanças do sindicato, Maurício Rocha, lembrou da eficiência do trabalho dos vigilantes (nos últimos 365 dias a UnB teve apenas duas ocorrências), alertou do risco de vida que todos os servidores da área correm diariamente no trabalho presencial (a maioria já tem mais de 60 anos e/ou possui comorbidade) e questionou a modificação na escala por parte do prefeito universitário, Valdeci da Silva Reis, que passou a exigir um aumento de 50% da presença dos vigilantes na UnB – e isso numa fase aguda da pandemia!

Genocídio

Ontem (06/04) morreram mais de quatro mil pessoas no país por COVID-19. O Brasil está passando por um genocídio de sua população e a luta dos vigilantes da UnB se faz por estes se negarem a fazer parte dessa estatística de mortos.

A postura do prefeito universitário, em mudar (para pior) o trabalho dos vigilantes em pleno colapso dos sistemas de saúde público e privado, lamentavelmente se iguala à postura genocida do Presidente da República, que quer a população nas ruas e boicota as medidas de isolamento e distanciamento social.

Por isso, por unanimidade, foi aprovada a manutenção do estado de greve dos vigilantes – aprovado anteriormente na reunião de 31/03.

Reivindicações

Os vigilantes reivindicaram em suas falas, dentre outros pontos:

  • Manutenção da escala;
  • Fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) por parte da Reitoria;
  • Disponibilização de kits para segurança sanitária (com máscara, álcool 70%, luvas e face shield);
  • Higienização e desinfecção periódica das viaturas;
  • Caracterização das viaturas (com adesivos e rotolight, visto que atualmente elas se assemelham a carros de passeio).

Próxima Assembleia

Uma nova Assembleia Setorial dos Vigilantes ficou convocada para a próxima quarta-feira (14/04), às 8h30min, novamente em frente à Diseg.

Apoios recebidos

Além dos vigilantes da UnB, marcaram presença na Assembleia Setorial o PT-DF (por meio do seu presidente, Jacy Afonso), a CUT-DF (por meio do seu secretário de formação sindical, Rodrigo Britto) e o mandato do deputado distrital Chico Vigilante (PT), por meio de envio de carta.

Protocolo sanitário

Todos os presentes estavam de máscara no fórum – que aconteceu em local aberto – e mantiveram o distanciamento mínimo de 1,5m.

Imagens

Confira abaixo as fotos da Assembleia Setorial dos Vigilantes de 07/04 disponíveis em nossa galeria de imagens:


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Repercussão

Assista abaixo ao vídeo da Riacho News TV com a repercussão dos debates da Assembleia Setorial dos Vigilantes de 07/04:

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07/04: Dia Mundial da Saúde

Hoje, 7 de abril, celebramos o Dia Mundial da Saúde. Infelizmente, em contraste com a data, o Brasil amanhaceu enlutado com um novo e triste recorde de mortes nas últimas 24 horas: 4.211 vidas fora ceifadas pela COVID-19 ontem (06/04).

Apesar da tragédia que vivenciamos por conta do país ter um genocida na Presidência da República, queremos exaltar – nesse momento agudo de pandemia – a importância de estruturar bem o Sistema Único de Saúde (SUS) como um dos pilares do atendimento médico à população brasileira.

É por meio dele que 150 milhões de pessoas acessam serviços médicos e hospitalares gratuitamente. É unicamente pelo SUS que as pessoas mais pobres podem enfrentar a COVID-19.

Nesse Dia Mundial da Saúde, homenageamos os trabalhadores da saúde que fazem do SUS o maior sistema de saúde pública, gratuita e universal do mundo.

Exigimos do Estado Brasileiro que respeite a Constituição e o direito à vida da população e invista nesse Sistema, interrompendo a privatização e a terceirização que tanto mal fazem ao funcionamento do SUS.

Viva o SUS!
Viva aos trabalhadores da saúde!
Em defesa da vida!
Vacina já!
Fora Bolsonaro!




Vigilantes da UnB realizarão mobilização pela vida

Os vigilantes da UnB, que estão trabalhando 24 horas por dia mesmo durante a pandemia e o lockdown no Distrito Federal, estão cobrando melhores condições de trabalho à Reitoria da Universidade.

As viaturas em que os vigilantes trabalham não são higienizadas regularmente, o prédio sede da vigilância está com obras inacabadas (inclusive a dos banheiros) e a UnB não está fornecendo kits de segurança sanitária (máscaras, álcool 70%, luvas e face shield).

Até o momento, já são 19 infectados e três mortos por conta da COVID-19 na vigilância orgânica da Universidade (que possui cerca de 90 trabalhadores). Mais de 30 profissionais que fazem os serviços essenciais da UnB (porteiros, vigilantes terceirizados e trabalhadores da limpeza) também já foram afastados dos trabalhos por conta de terem contraído a COVID-19, o que deixa claro a situação de que o vírus está em circulação na Universidade.

Em meio a tudo isso, a Reitoria e a Prefeitura Universitária se negam a atender as reivindicações apresentadas pelos sindicatos (SINTFUB e Sindiserviços) e atuam com novos ataques aos direitos dos vigilantes, como a modificação na escala de trabalho.

Por tudo isso, o SINTFUB realizará amanhã (07/04), a partir das 8h30min, em frente à Diretoria de Segurança (Diseg) da Unb (no campus Darcy Ribeiro), uma Assembleia Setorial com os vigilantes orgânicos da Universidade, para definir as ações que serão tomadas pela categoria.

A Assembleia Setorial terá como pautas:

  1. Manutenção da escala dos vigilantes
  2. Melhorias nas condições de trabalho
  3. Defesa da vida dos trabalhadores

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Assembleia Setorial – Diseg: 07/04, às 8h30min

O SINTFUB convoca os sindicalizados e sindicalizadas da vigilância para participar da Assembleia Setorial do sindicato.

Para participar, venha de máscara (item de uso obrigatório) e traga o seu álcool 70%. O sindicato garantirá o distanciamento físico entre os participantes, seguindo protocolo de segurança contra a COVID-19.

Confira abaixo data, horário, local e pautas do fórum:

Data: 07/04/2021 (quarta-feira)

Horário: 8h30min

Local: em frente à Diretoria de Segurança (Diseg) – campus Darcy Ribeiro da UnB

Pautas:

  1. Manutenção da escala dos vigilantes
  2. Melhorias nas condições de trabalho
  3. Defesa da vida dos trabalhadores

Contamos com a participação de todos os sindicalizados e sindicalizadas da vigilância!




Memorial: Antonio Carlos Pereira de Carvalho

O SINTFUB volta a expressar o seu profundo pesar pelo falecimento do sindicalizado Antonio Carlos Pereira de Carvalho, servidor da UnB.

Antonio faleceu em 13 de agosto de 2020 aos 60 anos, vítima de COVID-19.

Naquela época, a COVID-19 havia vitimado mais de 105 mil pessoas no país (105.564 em números oficiais). Hoje, a pandemia se encontra em sua maior crise e já matou mais de 300 mil brasileiros (331.530 em números oficiais).

O SINTFUB volta a homenagear a memória do companheiro Antonio Pereira e se ressolidariza com familiares e amigos, desejando-os paz e conforto diante dessa inestimável perda.




Memorial: Jorge Moreno da Silva

O SINTFUB volta a expressar o seu profundo pesar pelo falecimento do sindicalizado Jorge Moreno da Silva, servidor aposentado do Centro de Informática (CPD) da UnB.

Jorge faleceu em 23 de junho de 2020 aos 76 anos, sendo a primeira vítima entre os técnico-administrativos da UnB a falecer de COVID-19 que o SINTFUB teve contato.

Naquela época, a COVID-19 havia vitimado quase 53 mil pessoas no país (52.771 em números oficiais). Hoje, a pandemia se encontra em sua maior crise e já matou mais de 300 mil brasileiros (331.530 em números oficiais).

O SINTFUB volta a homenagear a memória do companheiro Jorge Moreno e se ressolidariza com familiares e amigos, desejando-os paz e conforto diante dessa inestimável perda.

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Live do Comitê UnB pela Vacinação: segunda-feira (05/04), às 18 horas!

Comitê UnB pela Vacinação realizará nesta segunda-feira (05/04), a partir das 18 horas, sua segunda live, onde serão apresentadas análises do andamento da vacinação e das estratégias utilizadas para o enfrentamento da pandemia de COVID-19 no Distrito Federal.

Para isso, a live terá a presença de Carla Márcia (coordenadora do Centro Comunitário Athos Bulcão e diretora do SINTFUB) em sua mediação, com Jonas Brant (voluntário da Associação Brasileira de Profissionais de Epidemiologia de Campo e professor adjunto da UnB) e Fábio Felix (deputado distrital pelo PSOL) como convidados.


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A live começará pontualmente às 18 horas. Clique aqui para acompanhar no YouTube!

Mais sobre o Comitê UnB pela Vacinação

Diante da política genocida perpetrada pelo Governo Federal, que decidiu que a vida e a saúde dos brasileiros seria sacrificada em nome da “economia”, faz-se necessário a organização de espaços amplos que debatam sobre a conjuntura e que articulem medidas com o objetivo de buscar a vacinação universal da população o mais rápido possível e por vias públicas, um objetivo que Bolsonaro também procura ativamente sabotar.

É nessa conjuntura que o Comitê UnB pela Vacinação foi criado, em conjunto com os três segmentos organizados da Universidade de Brasília (SINTFUB, ADUnB e DCE UnB), para elevar o nível da discussão política diante do agravamento da crise social e sanitária que aflinge o nosso país e para procurar possíveis saídas.

O Comitê UnB pela Vacinação é um espaço de luta pela vacinação universal da população brasileira e um forte contraponto à política genocida que vem sendo aplicada pelo Governo Federal, além do imobilismo por parte dos governos estaduais.

Dia após dia vemos se elevar o número de mortes por COVID-19 pelo país de forma assustadora e é preciso dar uma resposta à altura. Em uma conjuntura onde a vacinação ampla da população é a medida mais eficaz contra o vírus, a falta de um plano efetivo a baixa velocidade da aplicação das vacinas significa mais infectados e mortos por descaso do poder público.

SINTFUB, ADUnB e DCE UnB estão engajados na luta pela vacinação de todos, mesmo com todas as dificuldades que a pandemia impõe.

Entendemos que é necessário organizar cada vez mais as iniciativas de luta e produção científica que combatam o negacionismo e a classe política que ceifa as vidas do povo brasileiro, e o Comitê UnB pela Vacinação nasceu para ser mais uma dessas iniciativas!

Para mais informações, clique aqui e confira os canais de comunicação do Comitê UnB pela Vacinação.

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Nota de Pesar: Leonilde de Deus Ramos

O SINTFUB expressa o seu profundo pesar pelo falecimento do sindicalizado Leonilde de Deus Ramos, servidor da Diretoria de Gestão de Materiais do Decanato de Administração da UnB.

Léo, como era carinhosamente conhecido por todos, faleceu na última terça-feira (30/03), sendo mais uma vítima de COVID-19, que já matou mais de 300 mil pessoas no Brasil.

Nesse momento de dor, o SINTFUB se solidariza com familiares e amigos, desejando-os paz e conforto diante dessa inestimável perda.




Lembrar para não esquecer: Ditadura Nunca Mais!

Nesta quarta-feira (31/03) completam-se 57 anos do Golpe Militar que instaurou uma Ditadura no Brasil por duas décadas (1964-1985). O período foi marcado pela supressão de direitos individuais (como habeas corpus), trabalhistas e sociais (como a organização sindical por melhores condições de trabalho e reajuste salarial).

A desigualdade social observada hoje em nosso país é resultado de muitos fatores presentes no Regime Militar, tais como:

  1. a política de arrocho salarial causada pelo desmantelamento do movimento sindical e a proibição de greves;
  2. a alta inflação (média de 70,33% entre 1964 a 1985, segundo o IGP-DI; de acordo com a FGV, chegou a 211% em 1983);
  3. o crescimento econômico acelerado que favoreceu os mais escolarizados em um país onde a Educação Pública não era universal e onde mais de 40% da população economicamente ativa era analfabeta;
  4. o crescimento urbano vertiginoso e sem qualquer planejamento, levando à formação de favelas e áreas sem infraestrutura e saneamento básico;
  5. serviços públicos como Saúde e Educação não universalizados, o que levou grande parcela da população a viver à margem da sociedade.

Em 2021 o Brasil permanece como um dos países mais desiguais do planeta. É o oitavo pior em diferença de renda, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) divulgado em dezembro de 2019.

Passados mais de 36 anos do fim da Ditadura, a sociedade brasileira ainda escuta seus ecos – vindos inclusive da voz do Presidente da República e dos seus apoiadores.

Os crimes de Estado cometidos naquele período jamais foram julgados, diferentemente do que ocorreu em outros países da América do Sul, como Argentina, Chile e Uruguai.

O Brasil possui a polícia que mais mata no mundo e o Presidente da República tem como ídolo um dos mais notórios torturadores daquele período: o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra.

A história nos ensinou que períodos ditatoriais invariavelmente acabam por atacar direitos individuais e coletivos dos trabalhadores e da população em geral. Neste 31 de março, quando Bolsonaro insiste em celebrar esta data infame, é fundamental que todos tenhamos consciência do que foi aquele período que tirou da população o direito de votar, que censurou, que perseguiu e que torturou milhares de brasileiros.

Devemos expressar todo nosso repúdio contra qualquer atentado à Democracia, sob pena da sociedade ser a principal vítima.

O SINTFUB reafirma o seu repúdio ao Golpe Militar de 1964, à Ditadura Militar de 1964 a 1985 e aos defensores do retorno desse regime autoritário, violento, criminoso e corrupto.

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