Análise de Conjuntura aprovada na Plenária Nacional Virtual

A conjuntura do país está marcada por uma política dura de ajuste fiscal, com cortes de gastos sendo implementados nas instituições públicas de ensino, saúde e demais áreas sociais, já em 2024 pelo governo. Esses cortes afetam a qualidade dos direitos ofertados à população e às condições de trabalho dos servidores federais – entre estes, os Técnico-administrativos em Educação (TAE). Essa política se dá em um contexto contraditório, marcado, ao mesmo tempo, por vitórias da direita tradicional e da extrema-direita nas eleições municipais e pelo avanço das investigações da trama golpista planejada por Bolsonaro e pela cúpula militar.

A anistia concedida aos militares no golpe de 1964 propiciou que muitos deles se aliassem ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e junto com ele, pensado em dar um novo golpe de Estado. Não podemos deixar que os ataques ao STF e os fatos ocorridos no dia 8 de janeiro com a destruição do patrimônio público e a passividade dos militares que deveriam fazer a segurança e assistiram a tudo de forma passiva e conivente não sejam condenados. Recentemente, um homem tentou jogar uma bomba no STF, inclusive acabando com sua própria vida. Quem participou destes atos deve ser punido para que tais fatos não se repitam e que não sejam mais praticados.

Defendemos punição para todos os envolvidos, seja os que participaram, os que articularam ou ordenaram, independentemente de sua patente militar ou posto em órgão público. Sem anistia, sem perdão!

O pacote de ajuste fiscal anunciado pelo governo federal pode mexer com o aumento real do salário-mínimo, com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o seguro-desemprego e outros, com o objetivo de cortar nos próximos dois anos R$ 70 bilhões em verbas, recursos estes que deveriam ir para as áreas sociais, mas que agora serão destinados ao pagamento de juros e amortizações da dívida pública à burguesia nacional e internacional.

Além do corte de verbas nas áreas sociais, a burguesia exige contrarreformas estruturais como a administrativa e da previdência, fazendo grande campanha contra os servidores públicos nos veículos de comunicação de massa.

A decisão do Superior Tribunal Federal (STF), que consagrou a política gerencialista de FHC e Bresser-Pereira e permite a contratação via Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para os serviços públicos, é um ataque aos servidores públicos das três esferas e parte dessa política burguesa pela reforma administrativa, e visando cortar gastos, o fim do Regime Jurídico Único (RJU) e a estabilidade, enfraquecer o poder de luta das categorias contra o avanço na terceirização irrestrita, contra a retirada de direitos e as privatizações como forma de abrir mercado para que a burguesia brasileira possa auferir lucros com os serviços públicos e na defesa dos serviços públicos de qualidade para toda população.

O mês de novembro de 2024 apresentou uma série de elementos conjunturais novos para o Brasil e, em especial, para os servidores e servidoras públicas das três esferas de poder no país. Dentre esses elementos, o anúncio do pacote fiscal pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o julgamento do STF sobre o mérito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2135 marcam a necessidade de um plano de lutas consistente, por parte do movimento sindical dos servidores e servidoras.

O pacote econômico do Haddad retira direitos da classe trabalhadora, excluindo o reajuste real do salário mínimo, do BPC e os cortes na Educação, e que foi atacado pelo mercado e Congresso no reajuste da isenção do imposto de renda (IR) até 5 mil e o aumento do imposto para quem ganha acima de 50 mil.

De um lado, temos o “mercado” que pressionou o STF para derrubar a obrigatoriedade de concursos pelo regime jurídico único. Por outro lado, o mercado financeiro e especulativo junto com a grande mídia, manobraram para desestabilizar o câmbio do Real, buscando criar uma pressão inflacionária interna no país para forçar mais uma subida de juros e do dólar.

Assim, a disputa pelo fundo público composto pela arrecadação do estado brasileiro ganhou novos contornos com a decisão do STF que julgou constitucional não só a contratação, via CLT, para o serviço público brasileiro, mas também a obrigatoriedade de existir carreira para os serviços públicos no Brasil. Este julgamento fragiliza ainda mais o RJU, já enfraquecido pelo alto grau de terceirização e pelos arranjos criados para o desenvolvimento de políticas públicas, como a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).

Com a possibilidade de concursos para celetistas, a necessidade de enfrentamento aos cortes no orçamento se intensifica. O arrocho fiscal provocado por estes cortes pode pressionar ainda mais os órgãos públicos e seus gestores a adotar uma economia de recursos ancorada na relativização da estabilidade do servidor público.

Nesta situação de disputa orçamentária, ganha destaque a recente divulgação pelo Ministério da Fazenda da lista de isenções e desonerações tributárias concedidas a grandes grupos empresariais brasileiros. Ao custo de, aproximadamente, 500 bilhões de reais por ano, esta política tributária gera uma perda de arrecadação que, se revertida, ao menos em parte, cobre com folga o valor dos cortes reivindicados pelo mercado financeiro, que especula com a moeda brasileira e ameaça a economia do país com o fantasma da inflação.

A FASUBRA tem posição política contra o arcabouço fiscal aprovado pelo Congresso Nacional. Porém, compreendemos que a proposta do governo inverte a lógica do dito mercado, que só pensa nos mais ricos. Ao mesmo tempo, afirmamos que as propostas apresentadas pelo governo ainda são insuficientes para a solução da distribuição de renda no país e a erradicação da pobreza, como pretendemos avançar na luta contra as desigualdades sociais.

De 25 a 29 de novembro, a FASUBRA participou do 42º Pleno do FORGEPE/ANDIFES, integrando a mesa “Roda de Conversa com a FASUBRA e as CIS”, onde alertou para os riscos da fragilização do RJU e defendeu a relevância das ações que seguem a execução do Termo de Acordo 11/2024, que foi fundamental para o encerramento da greve da categoria.

No contexto desses ataques acima citados, o governo tem tratado de forma desrespeitosa e nada transparente os servidores e servidoras TAE na condução do processo de efetivação do acordo de greve. Até o momento, não temos acesso ao conteúdo do texto que está sendo construído pelo governo para o Projeto de Lei da reestruturação da carreira. Sabemos que o governo retirou do referido texto o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), o reposicionamento dos aposentados e as regras de transição da aceleração por capacitação e se posicionam contra a criação de um cargo amplo de Auxiliar em Educação de nível fundamental.

Além do que, o prazo para finalização dos Grupos de Trabalho (GT) previstos no acordo de greve se encerra em 27 de dezembro e não há encaminhamentos, por parte do governo, na maioria dos Grupos de Trabalho instituídos na CNSC/MEC e no MGI.

Por último, as cláusulas do acordo de greve direcionadas para a Mesa Setorial no MEC não tiveram sua discussão sequer iniciada.

É inadmissível que o governo federal ainda não tenha cumprido os pontos do acordo firmado no fim da greve, especialmente considerando que muitos deles sequer têm impacto financeiro direto. Um exemplo emblemático é a implementação das 30 horas para profissões regulamentadas, já previstas em lei. Este é um direito conquistado que permanece sem efetivação, refletindo o descaso com as demandas da nossa categoria.

Por outro lado, ao mesmo tempo que há esta ofensiva capitalista contra o serviço público, através da decisão do STF, fortaleceu-se nas últimas semanas entre a classe trabalhadora brasileira, na iniciativa privada, o debate pelo fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho, o que abre a possibilidade de reposicionamento da classe trabalhadora no processo de luta de classes, aliando-a aos debates contra o ajuste fiscal nos moldes ditados pelo mercado.

Nesta conjuntura, a FASUBRA defende e orienta os sindicatos filiados a promoverem campanha pelo fim de 20% das isenções e desonerações tributárias, a fim de recuperar recursos importantes para o investimento e custeio das políticas públicas nacionais. Recursos esses que serão importantes, inclusive, para a efetivação do acordo de greve na íntegra do que foi assinado pelo governo com nossa categoria.

Diante deste quadro, Plenária Nacional da FASUBRA deliberou:

a) Propor, ao FONASEFE e às entidades da educação (Andes, SINASEFE, UNE, UBES, FENET) a necessidade de campanhas políticas com mídia e calendário de mobilizações contra os cortes de gastos nas áreas sociais, contra os pontos do pacote de ajuste fiscal do governo que ferem os direitos da classe trabalhadora, visando a construção de dias de luta com paralisações. Caso as demais entidades nacionais não se insiram na luta, a FASUBRA irá construir calendário e campanha midiática própria contra essas medidas e em defesa dos serviços públicos. A DN ainda deve orientar a articulação da campanha na base.

b) Orientar o debate e mobilização na base da categoria para pressionar o governo federal a cumprir o acordo de greve. Findado o prazo do acordo de greve, a Direção Nacional da FASUBRA reunirá, ainda em dezembro, para traçar os próximos passos da luta, de acordo com a realidade colocada.

c) Fazer uma campanha no Congresso, com caravanas, panfletagem, pela valorização dos servidores públicos como agentes de estado, cidadãos que respeitam as leis e pagam seus impostos.

d) Propor ao conjunto dos movimentos sociais, partidos políticos e à sociedade brasileira a realização de reunião nacional para convocação de mobilizações pela punição de todos os golpistas da atualidade e de 1964, integrando-se aos atos convocados para o dia 10 de dezembro de 2024.

e) Apoiar a luta pelo fim da escala 6×1 e buscar unificar essa luta com a redução da jornada de trabalho para 30h nas IFE e no conjunto do serviço público federal.

f) Orientar que os sindicatos de base procurem os reitores das instituições federais para um diálogo que leve a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino (ANDIFES) e Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (CONIF) a assumir compromisso e aprovar resoluções em defesa do Regime Jurídico Único e da não adoção de editais de concursos públicos pelo regime celetista.

g) A federação também irá procurar o Ministério da Educação (MEC) para pressionar no mesmo sentido e proporá este debate no âmbito do FONASEFE, e demais espaços de articulação do serviço público, e com os parlamentares.

g) Cobrar dos partidos que assinaram a ação direta de inconstitucionalidade (ADI 2135), que o STF acaba de julgar, coerência no seu posicionamento político, no sentido de que atuem em defesa da estabilidade no serviço público, no entendimento de que ela protege, sobretudo, a população usuária desses serviços. Por fim, é necessário que o governo siga a linha de concursos pelo regime jurídico único.

Sem anistia e sem perdão para golpistas!




Resoluções da Plenária Nacional Virtual – 5 e 6 de Dezembro de 2024

A Plenária Nacional, ocorrida nos dias 05 e 06 de dezembro, após debater os temos
da carreira: Cargos/Racionalização e Reconhecimentos de Saberes e Competências
(RSC), deliberou:

1) que a FASUBRA possa solicitar ao governo a prorrogação do prazo de
discussão sobre cargos e racionalização para o primeiro semestre de 2025;

2) quanto à regulamentação do RSC que possa ser por decreto para a definição
das diretrizes, princípios, dimensões e normatizações gerais. Quanto aos critérios e
pontuações que possam ser definidos por portaria ministerial para garantir maior
agilidade nas atualizações;

3) quanto à regulamentação do RSC seja normatizada por Decreto em relação
aos critérios e pontuações, devendo desenvolver nas propostas apresentadas pela
base uma metodologia que dialogue com as demais representações no GT
CNSC/MEC, desde que não prejudique a base da FASUBRA, com a ressalva que
para definir os critérios e pontuações precisa ser aplicado nacionalmente para ampliar
a amostra e base de dados;

4) que FASUBRA, se necessário, possa concordar com a prorrogação do prazo
para conclusão da discussão sobre a regulamentação do RSC no primeiro semestre
de 2025, atendendo os prazos da LOA de 2026.




10/12: Reunião com manifestação no MGI

O Ministério de Gestão e Inovação (MGI) convocou uma reunião para tratar de temas que constam no Termo de Acordo, como o Reposicionamento dos Aposentados, adesão de servidores do PUCRCE ao PCCTAE, informe sobre o Reconhecimento dos Saberes e Competências (RSC), plantão 12h x 60h, 30 Horas e Carga Horária das Profissões Regulamentadas. E na terça-feira (10), em mais esta oportunidade, o SINTFUB realizou um ato em frente ao MGI, reunindo de técnicos da UnB na Esplanada.

Informe da Reunião

Como não poderia deixar de ser a reunião foi iniciada com o questionamento por parte da FASUBRA sobre o encaminhamento dos pontos do Termo de Acordo, que devem entrar em vigor no início de 2025. De acordo com os representantes do MGI, o governo providenciou uma Medida Provisória, para garantir o cumprimento do acordo a partir de janeiro de 2025, uma vez que o Congresso Nacional ainda não aprovou a Lei Orçamentária Anual (LOA), nem a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2025. A MP precisa de posterior apreciação pelas Casas Legislativas, e tramita com caráter de urgência. Foi informado que a MP já está na Casa Civil para ser enviada ao Congresso, e teve aprovação da área econômica do governo.

Sobre os temas específicos, o MGI ficou de apresentar os dados com a previsão orçamentária e o levantamento técnico para que a FASUBRA faça uma avaliação e apresente uma contrapartida. O RSC, conforme deliberado em Plenária, será encaminhado via Projeto de Lei, no próximo ano. A questão da escala de 12h x 60h, teve definição de ser regulamentada via Portaria Ministerial. Os demais temas continuam em debate para maiores definições. Conforme aprovado na Plenária dos dias 5, 6 e 7 de dezembro, o prazo para cumprimento do Termo de Acordo foi prorrogado por 150 dias, passando de 27 de dezembro, para 30 de maio de 2026, ampliando o prazo para todos os debates e definições necessárias.

De nossa parte está certo que o caminho continua sendo o da mobilização. Será necessário pressionar o Congresso para a aprovação da Medida Provisória e deixar claro para o governo que não abriremos mão de nenhuma conquista da nossa GREVE.

É preciso ampliar a mobilização! Seguimos em luta, companheiros.




Veja alguns encaminhamentos da Plenária Virtual da FASUBRA

Entre os dias 5 e 7 de dezembro, aconteceu a Plenária Virtual da FASUBRA. Na pauta do encontro estavam temas como a racionalização dos cargos ocupados, o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), a conjuntura política nacional, além de informes das últimas reuniões com o governo para tratar do aprimoramento da carreira e do andamento do Termo de Acordo.

Encaminhamentos

Sobre a racionalização dos cargos foram encaminhadas duas propostas: manter a racionalização nos microcargos existentes ou buscar a racionalização dentro dos cargos amplos, com a aprovação do cargo de auxiliar em educação de nível fundamental, como uma ferramenta de trabalho e possibilidade de discussão.
A Plenária aprovou que a instituição do RSC deve ser feita por meio de um Projeto de Lei, e sua regulamentação por meio de um Decreto que defina diretrizes, princípios, dimensões e normatizações gerais. Os critérios e pontuações, por sua vez, poderão ser estabelecidos por portaria ministerial, garantindo maior agilidade na atualização desses parâmetros. Os critérios e pontuações devem ser baseados em propostas enviadas pelos setores de trabalho, através dos sindicatos filiados. O SINTFUB encaminhou à FASUBRA a contribuição dos servidores e servidoras técnico-administrativos da UnB, com cerca de 100 propostas.

Também foi aprovada a possibilidade de prorrogação dos prazos definidos para implementação do Termo de Acordo 11, para o primeiro semestre de 2025, atendendo aos prazos da LOA e LDO 2026.

O debate sobre a conjuntura política nacional abordou dois pontos centrais: a decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Emenda Constitucional 19, que implantou a reforma administrativa nos anos de 1998, e o impacto do pacote fiscal do governo. Um texto de análise de conjuntura foi aprovado, com o objetivo de esclarecer o debate político sobre a situação nacional e eventos que impactam diretamente não apenas a vida dos servidores técnico-administrativos em Educação, como todo o funcionalismo e os trabalhadores em geral.




10/12: MGI convoca reunião para discutir pontos do Termo de Acordo. Todos ao MGI!

O MGI convocou reunião para discutir a implementação do Termo de Acordo 11, do PCCTAE.

Temas que precisam de definição, para cumprimento no prazo previsto no acordo que se encerra no final do mês, estão na PAUTA. São eles: Reposicionamento dos aposentados; Prazo para opção dos servidores do PUCRCE ao PCCTAE; Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) – informe; Jornada de trabalho – plantão 12 horas por 60 horas; Jornada de trabalho de 6 horas ininterruptas (30 horas semanais); Carga horária das profissões regulamentadas.

O SINTFUB convoca os servidores e servidoras técnico-administrativos da UnB a participarem desta vigília durante a reunião para pressionar pelo cumprimento integral do acordo.

Acordo assinado deve ser cumprido! Seguimos mobilizados!

TODOS AO BLOCO C DA ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS!
Nesta terça-feira(10), às 10h.




FASUBRA cobra instrumentos jurídicos para implementação do acordo

O governo convocou a FASUBRA (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil) para reuniões do Grupo de Trabalho no Ministério da Gestão e Inovação (MGI), nos dias 04 e 10/12. As reuniões do Grupo de Trabalho (GT) do Termo de Acordo nº 11/24, de reestruturação do PCCTAE, acontecem no âmbito da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP).

Há grande expectativa em pontos como a questão das 30 horas, a escala de plantão 12×60, reposicionamento dos aposentados, Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), entre outros. Em reunião no Ministério da Educação (MEC), que discute alguns desses pontos, a FASUBRA cobrou do governo a definição de instrumentos jurídicos para a implementação de todos os pontos do Termo de Acordo. O prazo para a implementação do Termo, assinado em 27 de junho, é de 180 dias.

O GT convocado para as reuniões nos dias 4 e 10/12 foi instalado em 15/10, quando a categoria realizou nacionalmente e uma manifestação na Esplanada dos Ministérios. A categoria segue atenta e mobilizada, diante da necessidade de respostas e avanço nas tratativas, tendo em vista que pontos do Acordo não constam no Projeto de Lei que já está no Congresso Nacional para aprovação, e faz parte de um conjunto de Acordos assinados pelo governo com outras carreiras do funcionalismo.

Todos esses temas e a mobilização da categoria serão discutidos na Plenária Virtual da FASUBRA que será realizada entre os dias 5 e 7 de dezembro. Não vamos perder de vista a mobilização, apesar do fim do ano, para garantir que todas as nossas conquistas sejam concretizadas.




Reunião para esclarecimentos sobre o RSC e outros temas no HUB

O SINTFUB convida os servidores e servidoras do Hospital Universitário para reunião que vai discutir a implementação do acordo, em particular o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC).

A direção do sindicato tem percorrido vários setores para discutir as conquistas da GREVE e da URP/89. Agora será o momento de conversar com os(as) servidores(as) técnico-administrativos do HUB.

Será um momento para tirar dúvidas e esclarecer sobre pontos importantes relacionados à carreira e desenvolvimento da luta da nossa categoria.

🗓️ 29 de novembro, sexta-feira
📍 Auditório 1, HUB
Participe!

 




Governo responde questionamentos da FASUBRA sobre pontos do Projeto de Lei

Na sexta-feira (22), o MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) respondeu ao ofício da FASUBRA sobre questionamentos relacionados ao Projeto de Lei que vai implementar a reestruturação do PCCTAE e precisa ser aprovado no Congresso Nacional.

A FASUBRA oficiou o governo sobre os quatro pontos questionados pelo MGI e que constavam na Minuta de PL encaminhado pelo MEC, sendo eles o reposicionamento dos aposentados, o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), as regras de transição e capacitação.

Na sexta-feira (22), o MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) respondeu ao ofício da FASUBRA sobre questionamentos relacionados ao Projeto de Lei que vai implementar a reestruturação do PCCTAE e precisa ser aprovado no Congresso Nacional.
A FASUBRA oficiou o governo sobre os quatro pontos questionados pelo MGI e que constavam na Minuta de PL encaminhado pelo MEC, sendo eles o reposicionamento dos aposentados, o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), as regras de transição e capacitação.

No ofício enviado à FASUBRA na sexta-feira (22), o governo respondeu uma parte da demanda dos servidores técnico-administrativos em Educação, afirmando que pontos serão incluídos no próximo Projeto de Lei, tendo em vista que o PL com os aspectos gerais do Termo de Acordo já está no Congresso Nacional para discussão e aprovação. O prazo para a implementação do Acordo é dia 28 de Dezembro de 2024 para vigorar a partir de 2025, e alguns pontos, como o RSC, devem entrar em vigor a partir de 2026.

A FASUBRA segue atentamente o desdobramento do cumprimento do acordo de GREVE de forma que ele seja integralmente cumprido, seja com edição de Projeto de Lei, Portarias, Decretos e outras medidas legislativas que são necessárias para o cumprimento de todos os termos do acordo de GREVE.

O SINTFUB tem realizado reuniões setoriais a fim de aprofundar o debate na categoria e entendimento das conquistas da greve e sobre como funciona nossa carreira, além de garantir a participação no estabelecimento das diretrizes que definirão o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), um debate específico que vai continuar no próximo período em Grupo de Trabalho específico, junto ao MGI.

Seguiremos mobilizados e mobilizando para o cumprimento integral do acordo e viabilização das nossas conquistas.

Acesse abaixo os documentos relacionados.

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Clique aqui e acesse a Resposta do MGI à FASUBRA, de 21/11/2024 (Formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício ao MGI sobre retirada de pontos da Minuta do PL, de 30/09/2024 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Minuta do Projeto de Lei Minuta do PL – reestruturação PCCTAE, encaminhado ao MGI em 25/8/2024 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Termo de Acordo do PCCTAE, assinado pela FASUBRA e SINASEFE em 27/6/2024 (formato PDF).

 




Grupo de Trabalho avança no debate sobre o reposicionamento dos aposentados

Na manhã do dia 7 aconteceu a reunião do Grupo de Trabalho (GT) do Ministério da Gestão e Inovação (MGI) para discutir o reposiciona- mento dos aposentados que cons- ta na Cláusula Nona do Termo de Acordo 11/2024, assinado no en- cerramento da GREVE deste ano. De acordo com a FASUBRA, que esteve na reunião representando trabalhadores técnico-administrati- vos em Instituições de Ensino Su- perior Públicas do Brasil, o objetivo é garantir o reposicionamento dos servidores aposentados por oca- sião da criação do Plano de Car- reira dos Cargos Técnico-Adminis- trativos em Educação (PCCTAE), em 2005, que foi feito considerando apenas o tempo de serviço público federal dos servidores e servidoras.

Durante a reunião, os represen- tantes do MGI apresentaram a me- todologia para extração dos dados dos aposentados, aposentadas e pen- sionistas no enquadramento, quando da criação do PCCTAE em 2005. Uma das questões observadas foi a redução do número de aposentados e pensionistas desde essa data, fator que diminui o
impacto financeiro do reposicionamento e pode favo- recer a implementação do acordo.

A FASUBRA apresentou ao GT duas carreiras onde o reposiciona- mento foi pelo critério que defende: a do Instituto do Patrimônio Histó- rico e Artístico Nacional (IPHAN), regida pela Lei 11.233/2005, e a carreira do Hospital das Forças Armadas (HFA), estabelecida pela Lei 11.784/2008. Essas categorias tiveram aposentados e pensionistas reposicionados com base em sua posição relativa na estrutura de cargos, o que servirá como base para as novas simulações.

No encerramento da reunião, o GT validou a metodologia para elaborar as simulações de reposi- cionamento, que terão como crité- rio a correção da posição relativa dos aposentados e pensionistas em dezembro de 2004. A pedi- do da FASUBRA, o MGI se com- prometeu a apresentar um cro- nograma de reuniões para tratar de outros temas relacionados ao GT, além de solicitar um estudo sobre o regime de plantão 12/60, a ser encaminhado pela FASU- BRA para futura regulamentação.

*Informações do site da FASUBRA.

MGI envia Projeto de Lei ao Congresso

O MGI enviou ao Congresso Nacional o PL com a reestruturação do PCCTAE. No entanto, até o fechamento desta edição não havia maiores informações sobre o conteúdo. Em breve traremos notícias com detalhes do conteúdo do Projeto de Lei e os encaminhamentos da FASUBRA.






SINTFUB realiza reuniões setoriais para discutir o RSC

A Plenária Nacional da FASUBRA, realizada no final de setembro, aprovou a defesa do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) para todos os servidores e servidoras técnico-administrativos, incluindo aposentados e doutorado. Também avançam nas discussões dos GTs e da Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC), no Ministério da Educação, os temas relacionados à reestruturação do PCCTAE.

Com relação ao RSC está sendo feito um trabalho muito importante que precisa da colaboração de todos. A construção de diretrizes gerais, de caráter mais amplo e no desdobramento para afazeres mais específicos, com propostas de pontuação para que o Reconhecimento de Saberes e Competências seja o mais abrangente possível.

Para conseguir isso, o SITNFUB disponibilizou no site toda a documentação relacionada à discussão da Carreira produzida pela FASUBRA e está realizando reuniões setoriais para levar ao conhecimento dos servidores da UnB nossas conquistas, e para que todos possam colaborar com a efetivação e consolidação delas.

Documentos no site

O SINTFUB disponibilizou no site o relatório do Grupo de Trabalho e um formulário para receber as propostas dos técnico-administrativos da UnB que serão encaminhadas para a FASUBRA.

O RSC é “um instrumento de valorização dos saberes não instituídos e das competências desenvolvidas e postas à disposição da sociedade pelos Técnico administrativos em Educação”, conforme esclarece a FASUBRA em seus documentos.

O modelo adotado pela entidade estabelece que a “concessão do RSC se dará por meio da equivalência remuneratória do servidor contemplado ao percentual de Incentivo à Qualificação (IQ) imediatamente superior”, ampliando as possibilidade de acesso ao teto remuneratório da carreira através da valorização profissional pelo seu trabalho cotidiano.

É parte das conquistas da GREVE e consta na Minuta do Projeto de Lei de reestruturação do PCCTAE, para entrar em vigor em 2026.
Entre em contato com a secretaria do SINTFUB e agende uma reunião no seu setor de trabalho. Todas as propostas serão enviadas à FASUBRA.

Acesse o Formulário e envie sua Proposta para o RSC.

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Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 39, de 5/11/2024 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Of. 186 da FASUBRA, ao MGI – Cobrando reposta área técnica reinclusão RSC no PL, 28/10/2014 (formato PDF).

Clique aqui e acesse Termo de Acordo, da Campanha Salarial de 2024, assinado pela FASUBRA e Sinasefe com o governo federal, em 27/06/2024 (formato PDF).

Leia outras notícias: 

Grupo de Trabalho começa a definir as diretrizes para o RSC

Boletim Informativo 33, com as informações sobre a URP/89 e do GT-RSC




Leia aqui o Boletim Informativo 39, com a data da Confraternização e informações do RSC

SINTFUB lançou o Boletim Informativo 39, que tem como pauta:
 
  1. Festa de confraternização do SINTFUB será dia 6 de dezembro (pág. 1) 
  2. SINTFUB realiza reuniões setoriais para discutir conquistas da GREVE e o RSC (pág. 2)
  3. Agenda
  4. Formulário RSC documentos que tratam da discussão da carreira. 

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Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 39, de 5/11/2024 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Of. 186 da FASUBRA, ao MGI – Cobrando reposta área técnica reinclusão RSC no PL, 28/10/2014 (formato PDF).

Clique aqui e acesse Termo de Acordo, da Campanha Salarial de 2024, assinado pela FASUBRA e Sinasefe com o governo federal, em 27/06/2024 (formato PDF).

Leia outras notícias: 

Grupo de Trabalho começa a definir as diretrizes para o RSC

Boletim Informativo 33, com as informações sobre a URP/89 e do GT-RSC




FASUBRA cobra do MGI resposta sobre o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC)

No dia 28 de outubro, a direção da FASUBRA enviou ofício ao Secretário de Relações de Trabalho do Ministério de Gestão e Inovação (MGI) cobrando uma resposta sobre a inclusão do item “Reconhecimento de Saberes e Competências” (RSC) no Projeto de Lei que será apresentado ao Congresso Nacional e terá vigência a partir de janeiro de 2025.

Esse foi um dos encaminhamentos da Plenária Virtual da FASUBRA, realizada nos dias 24 e 25 de outubro, e um desdobramento da reunião realizada no dia 15 de outubro. A defesa é que o RSC seja implementado nos moldes do Incentivo à Qualificação (IQ), instituído pela Lei nº 11.091/2005. A representação dos servidores técnico-administrativos em Educação defendeu que o artigo 11 dessa lei pode servir de precedente jurídico, viabilizando o reconhecimento das competências adquiridas pelos trabalhadores ao longo de sua carreira sem a necessidade de certificações formais.

Durante a reunião do dia 15, o Secretário Feijóo informou que iria consultar a área técnica do MGI novamente, levando em consideração o precedente apontado pela FASUBRA. O ofício apresentado pela FASUBRA pede urgência na resposta, em defesa da valorização e reconhecimento profissional similar ao já consolidado IQ.

Ao divulgar o Ofício, a FASUBRA afirma que “o reconhecimento de competências é um avanço importante para a categoria, pois valoriza a experiência prática e o conhecimento adquirido no ambiente de trabalho”.

Leia o texto do Ofício e abaixo o documento assinado pela FASUBRA

“Prezado Senhor,

A Direção Nacional vem solicitar a V.Sa. resposta sobre a consulta realizada à área técnica para reinclusão no texto sobre Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) para a minuta do Projeto de Lei.

Lembramos que na reunião do dia 15.10 a bancada sindical argumentou sobre a importância de constar a previsão do RSC no texto do PL, com os pontos do Termo de Acordo, que vai para o Congresso Nacional e passará a vigorar a partir de janeiro de 2025. Na argumentação a bancada salientou que no PL que criou o PCCTAE, Lei nº 11.091/2005, em seu artigo 11, trouxe a criação do Incentivo à Qualificação (IQ) que seria implantado em 2006. Portanto, já teria jurisprudência que poderia ser utilizada para o RSC no mesmo molde do IQ.

Lembramos também que V.Sa., na reunião, afirmou que faria nova consulta à área técnica levando a informação dada na reunião sobre o artigo 11 da lei nº 11.091/2005.

Aguardamos retorno, o mais rápido possível, e colocamo-nos à disposição.”

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Clique aqui e acesse o Of. 186 da FASUBRA, ao MGI – Cobrando reposta área técnica reinclusão RSC no PL, 28/10/2014 (formato PDF).

Leia outras notícias: 

Grupo de Trabalho começa a definir as diretrizes para o RSC

Boletim Informativo 33, com as informações sobre a URP/89 e do GT-RSC

Boletim Informativo 33, com as informações sobre a URP/89 e do GT-RSC