MGI convoca reunião da Mesa Central da Mesa Nacional de Negociação Permanente 

Funcionalismo se reuniu com o governo no último dia 25, saiba como foi

A 15ª reunião da Mesa Central da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), realizada no último dia 25 de junho entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e as entidades representativas do funcionalismo federal, foi marcada pela cobrança de avanços concretos nas negociações e pela reafirmação de pautas históricas das servidoras e dos servidores públicos.

Para as entidades sindicais, entre elas a FASUBRA, que representa os técnico-administrativos em educação, o encontro representou um passo importante na manutenção do processo de negociação, embora ainda sem respostas definitivas para diversas reivindicações consideradas prioritárias.

Governo sinaliza previsão orçamentária para reajuste em 2027

Um dos principais resultados da reunião foi a sinalização do governo federal de que reservará recursos no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 para viabilizar uma nova negociação salarial no primeiro semestre do próximo ano. A medida atende a uma das principais cobranças apresentadas pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), que defendia a necessidade de garantir previsão orçamentária para evitar o esvaziamento das futuras negociações.

Embora a sinalização seja considerada positiva pelas entidades, o movimento sindical ressalta que ela não representa garantia de reajuste. A efetivação de qualquer recomposição salarial dependerá da continuidade das negociações e da definição dos índices a serem pactuados entre governo e representantes das categorias.

Balanço do governo é recebido com ressalvas

Durante a reunião, o MGI apresentou um balanço das ações desenvolvidas no ciclo de negociação iniciado em 2023. O governo destacou a retomada da Mesa Nacional de Negociação Permanente, a assinatura de acordos com diversas categorias, a recomposição parcial de benefícios, reajustes salariais já implementados e a realização de concursos públicos como parte da política de valorização do serviço público.

O golpe de 2016 estabeleceu uma era tenebrosa, para o funcionalismo, e ainda mais para a Educação, as universidades públicas, e a ciência. No que diz respeito aos servidores e servidoras públicas, após a derrubada da presidenta Dilma Rousseff, no governo de Michel Temer (2016–2018) e ao longo do governo Jair Bolsonaro (2019–2022), houve congelamento efetivo dos salários, restrições orçamentárias que impediram recomposições, e medidas administrativas que dificultaram a negociação coletiva, deixando categorias sem reajuste e sem respostas a reivindicações centrais, o que agravou a perda do poder aquisitivo dos servidores e contribuiu para o acúmulo de demandas que hoje ainda exigem solução. Neste sentido, o balanço ainda que apresente avanços (reajuste anual, reestruturação de carreiras, concursos, recomposição orçamentária) é necessário cumprir integralmente os acordos firmados, e que as negociações avancem sobre reivindicações que seguem sem solução. 

Pautas estruturantes seguem na mesa

A bancada sindical voltou a defender que a Mesa Nacional avance sobre temas considerados estruturantes para o serviço público federal. Entre eles estão:

  • o reajuste salarial a ser negociado para 2027;
  • a instituição do auxílio-nutrição para aposentadas, aposentados e pensionistas;
  • transformação do atual ressarcimento da saúde suplementar em auxílio-saúde para todos os servidores;
  • redução da jornada para 30 horas semanais sem redução salarial;
  • equiparação dos benefícios entre os Três Poderes;
  • fortalecimento do Regime Jurídico Único (RJU) e realização de concursos públicos;
  • regulamentação do trabalho remoto com garantia de direitos e direito à desconexão;
  • combate ao assédio moral e fortalecimento das políticas de saúde do trabalhador;
  • revogação de normas que restringem direitos sindicais e o exercício do direito de greve;
  • cumprimento integral dos acordos firmados;
  • equiparação de benefícios e abertura de mesas específicas de negociação;
  • revogação de medidas que atacam os serviços públicos e a classe trabalhadora, como a Reforma Trabalhista de 2017;
  • regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), garantindo negociação coletiva, data-base e direito de greve.

O que interessa diretamente aos TAEs

Para a nossa categoria, representada na mesa pela FASUBRA, a reunião dialoga diretamente com reivindicações que permanecem no centro da mobilização iniciada em 2024.

Entre os principais pontos estão o cumprimento integral do Termo de Acordo nº 11/2024, especialmente as medidas relacionadas à estruturação e valorização da carreira; a regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC); soluções para a aceleração da carreira de aposentadas, aposentados e pensionistas; e a continuidade das negociações específicas no âmbito do Ministério da Educação.

Embora esses temas não tenham sido deliberados na Mesa Central, a manutenção do espaço permanente de negociação é importante para pressionar o governo pelo cumprimento dos compromissos assumidos e pela abertura de novas negociações sobre as pendências da categoria.

Pressão sindical garante retomada das negociações

As entidades do Fonasefe destacam que a realização da 15ª reunião foi resultado da mobilização do funcionalismo. A convocação ocorreu após cobrança formal ao governo para que o calendário da Mesa Nacional fosse retomado e para que as negociações não ficassem paralisadas ao longo do primeiro semestre.

Na avaliação das entidades, a sinalização de recursos para 2027 representa um avanço político importante, mas insuficiente diante da pauta apresentada pelo conjunto das servidoras e dos servidores públicos federais.

No caso da nossa carreira, o MEC convocou reunião com a FASUBRA nesta terça-feira (30), como parte dos desdobramentos da negociação específica.

O desafio agora é transformar os compromissos anunciados em medidas concretas, assegurando o cumprimento dos acordos firmados, a valorização, a recomposição salarial e o fortalecimento dos serviços públicos.

*Imagens cedidas pela imprensa do ANDES/SN, crédito das imagens: Eline Luz.

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Direito de greve é constitucional! Todo apoio e solidariedade à ASAV-Sindical

A Coordenação Executiva do SINTFUB (Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília) manifesta seu apoio e solidariedade à ASAV-Sindical e às servidoras e servidores Técnicos-administrativos em Educação da Universidade Federal de Viçosa diante da decisão da Justiça Federal, a partir de ação do Ministério Público Federal, que declarou a ilegalidade da greve em setores da saúde, determinou retorno ao trabalho e impôs sanções à categoria, como definição de multas e desconto dos dias de paralisação das atividades dos servidores técnicos-administrativos em decorrência do exercício do direito de greve, sejam ou não prestadores de serviços essenciais.

Reafirmamos que o direito de greve é constitucional e instrumento legítimo de luta da classe trabalhadora. Medidas coercitivas, como multas e corte de ponto, não contribuem para a solução do conflito e qualidade dos serviços públicos, e enfraquecem a construção de relações democráticas nos processos negociais. 

Defendemos a abertura imediata de diálogo, o respeito à organização sindical e a construção de ações que garantam uma solução negociada para o conflito, com valorização dos trabalhadores e qualidade dos serviços à população. Entendemos como fundamental a defesa da autonomia universitária e a organização pelos próprios trabalhadores como base para a definição de manutenção dos serviços essenciais. Os trabalhadores da Universidade compreendem e asseguram o funcionamento mínimo dessas atividades, justamente por reconhecerem sua importância social e para a qual dedicam suas carreiras profissionais e sua luta por uma Universidade pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada.

Brasília, 30 de abril de 2026

Coordenação Executiva do SINTFUB




Material da GREVE: acesse aqui os arquivos de mobilização e comunicação da GREVE

Os servidores técnico-administrativos da UnB estão em GREVE desde o dia 20 de março.

Como explica a Carta à Comunidade “A categoria técnica está em greve desde o dia 20 de março de 2025, pelo pagamento de parcela salarial de caráter alimentar no percentual de 26,05%, garantida por decisão transitada em julgado no STF, em novembro de 2024. Mesmo após a decisão favorável, os valores não estão sendo pagos corretamente, além disso, alguns servidores nunca tiveram o percentual incluído em seus contracheques e outros tiveram os valores suprimidos da sua folha de pagamento”.

Disponibilizamos aqui o material de mobilização e esclarecimento a respeito da greve dos servidores técnico-administrativos da UnB, para ser usado nos setores de trabalho, junto à comunidade universitária e, também, junto a toda sociedade do Distrito Federal, demonstrando a legitimidade da luta da categoria. O cartaz pode ser colado na Universidade, Departamentos, Institutos, Faculdades…

O Boletim de GREVE também traz informações sobre paralisação e o funcionamento do Comando Local de Greve, as comissões que são a forma de organização dos trabalhadores durante a luta paredista, e conta com a participação de membros da coordenação do SINTFUB e trabalhadores de base. O Comando e a s Comissões são abertas à participação de todos que queriam fortalecer o movimento.

Informações, orientação ou denúncia relacionado ao trabalho e serviços essenciais entre em contato com o SINTFUB ou com a Comissão de Ética do Comando Local através do email: comissao.etica.clg.sintfub@gmail.com
Essencial é o direito de GREVE! Denuncie. Não se cale.

Técnicos Administrativos da UnB em Greve!
Segurança Jurídica! 26,05% para todos já!
 

Download

Clique aqui e acesse o CARTAZ da GREVE, de 26/3/2025 (formato PDF para impressão e divulgação).

Clique aqui e acesse a Carta à comunidade Universitária, de 26/3/2025 (formato PDF para impressão e divulgação).

Clique aqui e acesse o Boletim de GREVE 1 de 2025, de 21/3/2025 (formato PDF).

Documentos anteriores à GREVE:

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 66, de 24/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o SEI_12551899_ Ofício da Reitoria à Procuradoria, de 20/3/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o SEI_12549626_ Ofício do DGP/Resposta à intimação do STF, de 19/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 65, de 13/3/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 64, de 12/3/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse a Comunicado da Assessoria Jurídica sobre Determinação do Ministro Gilmar Mendes, de 13/3/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Comunicado de GREVE dia 20/3 Reitoria, de 12/3/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Comunicado de GREVE dia 20/3 HUB, de 12/3/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 64, de 12/3/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 63, de 26/2/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Boletim Informativo Especial, de 21/2/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Petição: 20906, pela “obrigação de fazer”, de 21/2/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 61, de 20/2/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 60, de 18/2/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Ofício n. 0067/2025/UnB (12349317) SEI 23106.010099/2025-31, de 6/2/2025 – “Apontamentos sobre Nota Informativa do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) que trata da URP. Ref.: Ofício SEI Nº 11767/2025/MGI” (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Ofício SINTFUB à reitoria da UnB sobre cumprimento da URP, 3/2/2025 – Parecer da Assessoria Jurídica do SINTFUB (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 55, de 5/2/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 54, de 4/2/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 53, de 30/1/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse a Nota Informativa do MGI sobre a URP, Nota Informativa SEI no 2798/2025/MGI (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Parecer de Força Executória n. 00019/2024.AGU, de 26/11/2024 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Ofício 0412/2024.UnB (SEI/UnB – 12095665) ao MGI, sobre o Parecer Executório para pagamento da URP/89, de 29/11/2024 (formato PDF).
Clique aqui e acesse o Ofício 0390/2024.UnB (SEI/UnB – 120409327_2024) ao MGI, pedido de cumprimento de decisão judicial. Anexo: Decisão e Mandado de Segurança pelo pagamento da URP/89, de 18/11/2024 (formato PDF).
Clique aqui e acesse a Certidão de Trânsito em julgado do MS 28.819 do SINTFUB, em decisão da Segunda Turma do STF, 7/11/2025 (formato PDF).
Clique aqui e acesse a Voto do Ministro Gilmar Mendes, em favor do Mandado de Segurança 28.819 do SINTFUB, seguido pelos demais ministros da Segunda Turma do STF, de 27/9/2025 (formato PDF). Acesse a matéria sobre o voto aqui.

 



SINTFUB comunica Reitoria e HUB, dia 20/3 é GREVE!

Seguindo a deliberação da Assembleia do dia 11 de março que aprovou a paralisação dos servidores técnico-administrativos da UnB com Assembleia Geral na Praça Chico Mendes no dia 20/3, o SINTFUB enviou ofício à Reitoria da UnB e à Superintendência do Hospital Universitário de Brasília comunicando a decisão.

O Ofício enviado à Reitoria e a Superintendência do Hospital Universitário de Brasília esclarece os motivos da paralisação das atividades, leia o conteúdo do documento na íntegra e abaixo a versão em PDF do original protocolado junto à Administração.

Assunto: Greve da categoria dos servidores técnico-administrativos por tempo indeterminado a partir de 20 de março de 2025.

O SINDICATO DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIASINTFUB/DF, entidade sindical regularmente constituída, inscrita no CNPJ sob nº 01.633.692/0001-78, com sede no Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, Edifício Multi-Uso 1, Bloco C, 1º andar, Brasília/DF, neste ato representado por sua Coordenação Geral, vem comunicar a Vossa Magnificência que, na assembleia geral realizada dia (11/03), a categoria deliberou por deflagrar movimento grevista por tempo indeterminado, com início no próximo dia 20 de março deste ano.

A pauta de reivindicação é o imediato cumprimento do índice de 26,05% em folha de pagamento de todos servidores técnico-administrativos da Universidade de Brasília, nos termos obtidos na decisão judicial proferida no Mandado de Segurança nº 28.819, que tramitou no Supremo Tribunal Federal.

No referido processo, o Ministro Relator Gilmar Mendes concedeu a ordem assegurando a continuidade do pagamento da parcela referente à Unidade de Referência Padrão de 1989 (URP), no percentual de 26,05%, aos substituídos do impetrante. A decisão foi confirmada pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal e transitou em julgado dia 07 de novembro de 2024.

Porém, passados mais de 04 meses, totalizando 125 dias, até o presente momento, não foi cumprida a decisão judicial.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos não autorizou e nem abriu o sistema para fins de permitir à Universidade de Brasília regularizar a situação de pagamento para os servidores técnicos-administrativos que compõem a categoria.

Por isso, há grave descumprimento da ordem judicial, em parcela de caráter alimentar e não pagamento parcial de vencimentos, afrontando os princípios da segurança jurídica, confiança legítima e que a Administração deve evitar os comportamentos contraditórios, o que inclusive consta dos fundamentos no voto do Ministro Gilmar Mendes acolhendo os pedidos do SINTFUB.

O direito de greve é assegurado, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender, não havendo outra alternativa diante da ausência de respostas e não atendimento das reivindicações.

Nessa conjuntura, a presente comunicação visa o cumprimento dos requisitos formais que regem o movimento paredista, na forma da Lei.

Ainda, informa que serão mantidos os serviços essenciais e inadiáveis de atendimento à comunidade.

Por fim, no atinente à reposição dos respectivos dias, a Entidade Sindical esclarece que sem dúvida haverá a negociação de praxe e acordo, conforme sempre ocorreu entre o SINTFUB e a Reitoria.

Sem mais para o momento, renovamos votos de consideração e apreço.

Atenciosamente,

Dia 20/3 é GREVE! Sem os 26,05% a UnB vai parar! Unidade e Luta!

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Clique aqui e acesse o Comunicado de GREVE dia 20/3 Reitoria, de 12/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Comunicado de GREVE dia 20/3 HUB, de 12/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 64, de 12/3/2025 (formato PDF).

 

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 63, de 26/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo Especial, de 21/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Petição: 20906, pela “obrigação de fazer”, de 21/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 61, de 20/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 60, de 18/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício n. 0067/2025/UnB (12349317) SEI 23106.010099/2025-31, de 6/2/2025 – “Apontamentos sobre Nota Informativa do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) que trata da URP. Ref.: Ofício SEI Nº 11767/2025/MGI” (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício SINTFUB à reitoria da UnB sobre cumprimento da URP, 3/2/2025 – Parecer da Assessoria Jurídica do SINTFUB (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 55, de 5/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 54, de 4/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Boletim Informativo 53, de 30/1/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Nota Informativa do MGI sobre a URP, Nota Informativa SEI no 2798/2025/MGI (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Parecer de Força Executória n. 00019/2024.AGU, de 26/11/2024 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício 0412/2024.UnB (SEI/UnB – 12095665) ao MGI, sobre o Parecer Executório para pagamento da URP/89, de 29/11/2024 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício 0390/2024.UnB (SEI/UnB – 120409327_2024) ao MGI, pedido de cumprimento de decisão judicial. Anexo: Decisão e Mandado de Segurança pelo pagamento da URP/89, de 18/11/2024 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Certidão de Trânsito em julgado do MS 28.819 do SINTFUB, em decisão da Segunda Turma do STF, 7/11/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Voto do Ministro Gilmar Mendes, em favor do Mandado de Segurança 28.819 do SINTFUB, seguido pelos demais ministros da Segunda Turma do STF, de 27/9/2025 (formato PDF). Acesse a matéria sobre o voto aqui




SINTFUB comunica a reitoria sobre Paralisação dia 11/3

O SINTFUB enviou oficio para a reitoria da Universidade de Brasília comunicando a paralisação dos servidores técnico-administrativos da UnB no dia 11 de março.

A adesão ao Dia Nacional de Luta e paralisação proposta pela FASUBRA foi aprovada em Assembleia Geral da categoria e faz parte da mobilização em torno da aprovação da Lei Orçamentária Anual e o cumprimento integral do acordo de GREVE assinado em junho de 2024.

Leia os documentos abaixo

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Clique aqui e acesse o Ofício com comunicado da Paralisação dia 11/3, de 6/3/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o ID N° 06 de 2025, de 24/02/2025 (formato PDF)

Clique aqui e acesse o ID N° 05 de 2025, de 13/02/2025 (formato PDF)

Clique aqui e acesse as Considerações sobre as emendas Parlamentares à Medida Provisória nº 1286/2024, 13/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Entendimentos da CNSC acerca de dispositivos da Medida Provisória (MP) nº 1.286/2024, de 07/02/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício de Solicitação CNSC ao MEC: Ajustes no texto da Medida Provisória nº 1286/2024, de fevereiro de 2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o ID N° 04 de 2025, de 07/02/2025 (formato PDF)

Clique aqui e acesse o ID N° 03 de JANEIRO, de 24/1/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o ID N° 02 de JANEIRO, de 23/1/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o ID N° 01 de JANEIRO, de 10/1/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Medida Provisória n° 1286, de 2024, publicada em 31/12/2024.

Clique aqui e acesse o Termo de Acordo do PCCTAE nº 11/24,, assinado pela FASUBRA e SINASEFE em 27/6/2024 (formato PDF).




11 de março, dia de Paralisação Nacional em defesa do PCCTAE!

A conjuntura política (brasileira e internacional) prossegue de forma desfavorável aos interesses políticos e sociais da classe trabalhadora e para as liberdades democráticas.

Conforme já expresso em informativos de direção, iniciamos 2025 com diversos desafios e obstáculos para a efetivação do reajuste salarial previsto para janeiro desse ano, conforme acordo assinado com o governo federal, o problema central desse impasse se refere ao atraso na tramitação da Lei Orçamentária Anual de 2025 que deveria ter sido aprovada no decorrer do ano de 2024. A fragilidade somada a opções equivocadas do governo no que se refere à tática política de enfrentamento contra a extrema direita, em conjunto com o Congresso liberal e reacionário que é avesso ao desenvolvimento social do país e blindado contra o fortalecimento de direitos sociais da classe trabalhadora; são elementos constitutivos da complexa conjuntura pautada pelo modelo de ajuste fiscal que dita a agenda da política econômica brasileira.

Para além do reajuste salarial, diversos compromissos firmados pelo Acordo de Greve firmado com a FASUBRA em 2024 não estão sendo cumpridos. A Medida Provisória 1286/2024, além de apresentar diversas inconsistências em relação ao que foi negociado e assinado entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e a FASUBRA impõe, através do seu artigo 206, uma minirreforma administrativa, ao instituir elementos mercadológicos, autoritários e produtivistas em alguns mecanismos da gestão do serviço público federal.

Até o dia 10 de fevereiro de 2025, foram protocoladas 517 emendas parlamentares à Medida Provisória 1286/2024. Entre essas, 12 emendas tratam especificamente do artigo 206 que impõe, via essa MP, uma minirreforma administrativa, e 94 emendas possuem relação direta com a Lei 11091/2005 que institui o PCCTAE. Vale destacar que fruto de intenso trabalho realizado pela direção da FASUBRA nos últimos dias, das 94 emendas protocoladas, 65 (quase 70% do total de emendas que se relacionam com a nossa carreira e nosso reajuste), foram articuladas pela FASUBRA, com parlamentares progressistas que defendem a educação pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada, e que apoiam as lutas sociais.

Portanto, a tarefa da Federação e de suas entidades filiadas no próximo período, constitui a combinação de ações nos setores de trabalho e nas ruas, intensificando a pressão sobre os parlamentares em cada região, e sobre o governo e os parlamentares aqui em Brasília, para que a tramitação da LOA seja concluída num espaço de tempo mais breve possível, e para que as emendas parlamentares articuladas pela FASUBRA com parlamentares sejam aprovadas pelo Congresso Nacional e que não sejam vetadas pelo governo federal.

Considerando que:
A) A declaração pública da Ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, de que “o reajuste já está garantido por medida provisória e terá validade retroativa a partir de janeiro de 2025, a LOA precisa ser aprovada e depois sancionada pelo presidente. Se conseguirmos sancionar a lei até o dia 15 de março, esperamos pagar os valores retroativos até abril”.

B) A avaliação da direção nacional da FASUBRA, é que em um cenário político de indefinições, continuará atuando no Congresso Nacional e junto aos interlocutores do governo, pressionando pela rápida e necessária tramitação e aprovação da LOA 2025.

A avaliação da direção da Federação, é de que não é possível garantir que a completa tramitação e aprovação da LOA de fato serão concluídas em março, com tempo hábil para que o reajuste seja processado para constar na folha de pagamento do referido mês.

C) A mobilização em Brasília-DF e nas cidades pressionando os parlamentares em cada região, será fator importante para a conclusão desse processo, e que para alcançarmos esses objetivos, a direção da FASUBRA reitera a necessidade de que as entidades filiadas se mobilizem pressionando diretamente os/as parlamentares na região, e para isso é importante que solicitem reuniões públicas com os parlamentares, confeccionem peças publicitárias cobrando um posicionamento político das/os parlamentares da região e do estado, distribuam panfletos para a população tratando do posicionamento desses/as parlamentares, realizem de assembleias para debater a conjuntura política com a categoria, realizem de reuniões setoriais tratando do tema e diversas outras ações possíveis, que se configurem como ações fundamentais para que possamos sair vitoriosos na tramitação e aprovação da LOA 2025, e da MP 1286/2024 com as emendas supressivas e retificadoras que a FASUBRA articulou com os/as parlamentares.

Nesse sentido, a direção nacional da FASUBRA orienta:
1) Construção de Paralisação Nacional no dia 11 de março de 2025, nas Instituições Públicas de Ensino;

2) A Paralisação Nacional convocada pela FASUBRA, tem como eixo central “O cumprimento integral do acordo de greve, assinado entre o Governo Federal e a FASUBRA em 2024”, e para isso, a pauta da paralisação nacional deve ser composta por debates e ações sobre:
• Aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2025; alteração da Medida Provisória 1286/2024 com as emendas articuladas pela FASUBRA junto a parlamentares;
• Efetivação da instituição da jornada de trabalho de 30 horas semanais para todos e todas sem redução de salário;
• Conclusão das ações dos Grupos de Trabalho previstos pelo Acordo de Greve assinado entre o Governo Federal e a FASUBRA em 2024, com a efetivação de seus encaminhamentos.

3) Realização de Rodada de Assembleias no período de 13 de fevereiro de 2025 à a 7 de março de 2025, para avaliar a conjuntura política e deliberar pela construção da paralisação no dia 11 de março de 2025. Orientamos, também, a aprovação de uma proposta de calendário de lutas a ser submetida à Plenária Nacional nos dias 14, 15 e 16 de março de 2025.

4) A direção da FASUBRA solicita que as entidades filiadas formalizem à Federação o resultado das deliberações das assembleias que debaterão esse tema, imediatamente após sua realização.

5) Para fortalecer a mobilização dentro do Congresso Nacional, para acelerar a aprovação da LOA e tramitação da MP 1286/2024 (com as respectivas emendas parlamentares articuladas pela FASUBRA), a Federação orienta que as entidades filiadas mantenham suas representações em Brasília- DF entre os dias os dias 17 a 20 de março (período pós plenária da FASUBRA).

Acesse os documentos abaixo.

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Clique aqui e acesse o ID N° 05 de 2025, de 13/02/2025 (formato PDF)

Clique aqui e acesse as Considerações sobre as emendas Parlamentares à Medida Provisória nº 1286/2024, 13/2/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Entendimentos da CNSC acerca de dispositivos da Medida Provisória (MP) nº 1.286/2024, de 07/02/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o Ofício de Solicitação CNSC ao MEC: Ajustes no texto da Medida Provisória nº 1286/2024, de fevereiro de 2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o ID N° 04 de 2025, de 07/02/2025 (formato PDF)

Clique aqui e acesse o ID N° 03 de JANEIRO, de 24/1/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o ID N° 02 de JANEIRO, de 23/1/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse o ID N° 01 de JANEIRO, de 10/1/2025 (formato PDF).

Clique aqui e acesse a Medida Provisória n° 1286, de 2024, publicada em 31/12/2024.

Clique aqui e acesse o Termo de Acordo do PCCTAE nº 11/24,, assinado pela FASUBRA e SINASEFE em 27/6/2024 (formato PDF).