STF fixa base de cálculo de pisos de médicos, dentistas e auxiliares

Por decisão unânime, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu que é compatível com a Constituição a lei que instituiu piso salarial e jornada de trabalho de médicos, cirurgiões dentistas e respectivos auxiliares. O critério adotado visa preservar o padrão remuneratório definido em lei federal sem ofender a vedação da indexação de preços ao salário mínimo. A matéria, tratada na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 325, foi analisada na sessão virtual finalizada no dia 18/03.

A decisão também congela o valor dos pisos salariais, que deve ser calculado com base no salário mínimo vigente na data da publicação da ata da sessão do julgamento.

A ação foi proposta pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais, Estabelecimentos e Serviços (CNS) contra dispositivos da lei federal nº 3999/1961, que estabelece os pisos salariais dessas categorias em múltiplos do salário mínimo (três vezes para a remuneração dos médicos e cirurgiões dentistas e duas vezes para auxiliares). Segundo a entidade, a norma não teria sido recepcionada pela Constituição de 1988, que veda a utilização do salário mínimo para qualquer finalidade (artigo 7º, inciso IV). Outro argumento foi o de que a lei, ao instituir jornada especial de trabalho para médicos e cirurgiões dentistas (mínimo de duas horas e máximo de quatro horas diárias) e respectivos auxiliares (quatro horas por dia), teria invadido o espaço de conformação dos direitos trabalhistas reservada ao plano das negociações coletivas.

Critério idôneo

Em seu voto pela procedência parcial da ação, a relatora, ministra Rosa Weber, explicou que a vedação da vinculação ao salário mínimo visa impedir que ele seja utilizado como fator de indexação econômica, evitando, com isso, a espiral inflacionária resultante do reajuste automático de verbas salariais e parcelas remuneratórias no serviço público e na atividade privada.

Contudo, a ministra explicou que o STF tem entendido que o texto constitucional não veda a utilização do salário mínimo como referência paradigmática. A partir do julgamento do Recurso Extraordinário (RE) nº 565714, o Tribunal passou a reconhecer a utilização de múltiplos do salário mínimo como critério idôneo para a fixação do piso salarial de determinada categoria profissional. Essa estipulação, no entanto, deve se restringir à definição do salário inicial de ingresso no emprego, vedado o reajuste automático quando houver aumento do salário mínimo nacional.

Base de cálculo

Visando estabelecer critério de aplicação da lei nº 4950-A/1966 que, ao mesmo tempo, preserve o patamar salarial estipulado e afaste a atualização automática com base no salário mínimo, a Ministra propôs interpretação para determinar o congelamento da base de cálculo no valor do salário mínimo vigente na data da publicação da ata da sessão de julgamento da ADPF. Esse foi o critério adotado no recente julgamento das ADPFs nº 53, nº 149 e nº 171, que tratavam do piso salarial dos profissionais de engenharia, química, arquitetura, agronomia e veterinária.

“A adoção do critério de congelamento da base de cálculo tem a vantagem de preservar o padrão remuneratório definido pelo legislador sem transgredir a cláusula constitucional que veda a indexação de preços ao salário mínimo”, destacou Weber.

Jornada de trabalho

Em relação a esse ponto, a Ministra considerou que a norma foi editada pela União no exercício de sua competência constitucional privativa para dispor sobre normas de direito do trabalho. Segundo a relatora, a jurisprudência da Corte considera compatível com a Constituição Federal a estipulação de jornada especial para determinada categoria de trabalhadores, consideradas as peculiaridades e as condições a que estão sujeitos no desempenho de suas atividades profissionais.

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* Matéria escrita com informações da Wagner Advogados Associados




Atenção: site em manutenção

O site do SINTFUB está passando por problemas técnicos, por isso não estamos com atualizações desde 22 de março.

Pedimos desculpas pelos transtornos e informamos que a equipe técnica do sindicato está trabalhando para restabelecer o site no tempo mais breve possível.

Agradecemos a compreensão de todos e todas!




Jornada de Lutas dos Servidores Federais em Brasília-DF: programação

A luta dos trabalhadores do serviço público pela recomposição salarial se fortalece a cada dia. Nesta semana, entre terça (29/03) e quinta-feira (31/03), será realizada uma Jornada de Lutas em Brasília-DF. O SINTFUB e sua base estarão presentes na mobilização!

Programação prevista

Hoje (29/03)

Amanhã (30/03)

Quinta-feira (31/03)

Contamos com a participação de todos: participe!




Assembleia Geral: 30/03, às 8h30min

A Coordenação Executiva do SINTFUB convoca sua base, ou seja, todos os servidores e servidoras dos cargos técnico-administrativos em educação da UnB, para participar da Assembleia Geral do sindicato no dia 30 de março (quarta-feira), a partir das 8h30min (primeira chamada), na Praça Chico Mendes (tenda do sindicato).

A principal pauta do fórum de base será a deliberação sobre o indicativo de greve do funcionalismo federal, organizada pelo Fonasefe e pela Fasubra e tendo como reivindicação a recomposição salarial de 19,99% (percentual referente à inflação acumulada nos três anos do governo Bolsonaro).

Data, horário, local e pauta

Data: 30/03/2022 (quarta-feira)

Horário: primeira convocação às 8h30min e segunda convocação às 9 horas

Local: Praça Chico Mendes – campus Darcy Ribeiro da UnB

Pautas:

  1. Informes gerais
  2. Avaliação do movimento
  3. Indicativo de greve dos servidores públicos federais
  4. Encaminhamentos

Segurança sanitária

Para participar, venha de máscara (item de uso obrigatório) e traga o seu comprovante de vacinação (exigido pela UnB para ingresso em seu espaço). O sindicato disponibilizará álcool gel 70% e garantirá o distanciamento entre os participantes, seguindo protocolo de segurança contra a COVID-19.

Contamos com a participação de todos e todas!




Boletim Informativo nº 14

O SINTFUB lança nesta sexta-feira (25/03) seu Boletim Informativo nº 14, tendo como pautas:

  1. SINTFUB aprova Estado de Greve
  2. Assembleia Geral de 30/03
  3. Pressão arrancou reunião com governo
  4. 30 de março é dia de tomar as ruas

Clique aqui e faça o download da publicação (formato PDF).




30 de março é dia de tomar as ruas

Vamos às ruas mais uma vez, em luta pela recomposição salarial emergencial de 19,99% para todos os servidores federais. Dessa vez será na quarta-feira, dia 30/03, após a Assembleia Geral do SINTFUB.

Neste ato, convocado pelo Fonasefe e suas entidades – dentre elas a Fasubra -, caravanas de todos os estados brasileiros estão em mobilização para fazer uma grande ocupação de Brasília-DF, na Esplanada dos Ministérios, mostrando a Paulo Guedes e Bolsonaro que as demais categorias de servidores não vão admitir que apenas as carreiras policiais federais consigam reajuste enquanto todas as demais amargam quase cinco anos de congelamento salarial e corrosão inflacionária.

O ato de 30/03 fará parte da Jornada de Lutas dos Servidores Federais em Brasília-DF, que foi convocada pelo Fonasefe para os dias 29, 30 e 31 de março e terá atividades aqui na capital do país, visando mobilizar os trabalhadores até o dia 1º de abril, quando o Ministério da Economia ficou de dar uma resposta à reivindicação de abertura de mesa de negociação com as entidades sindicais.

Segundo entendimento do Fonasefe, será necessário intensificar a mobilização nas próximas duas semanas, como estratégia fundamental para a conquista da recomposição salarial de 19,99%.

Semelhante ao que ocorreu ano passado, nas Jornadas de Lutas contra a Reforma Administrativa (PEC 32/2020), a agenda de atividades será definida e divulgada conjuntamente, no decorrer da própria Jornada. O SINTFUB estará na construção ativa dessa luta e convoca toda sua base!

Desde 2017 os Técnico-Administrativos em Educação não têm reajustes. O contracheque vem com o mesmo valor, sem nenhuma revisão. Pare e pense: quanto custava o quilo do arroz em 2017? Quanto custava o litro da gasolina em 2017? Se isso pesa em seu bolso, então vamos às ruas em defesa da recomposição salarial e pelo fim do congelamento.

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SINTFUB aprova Estado de Greve

A mobilização dos servidores da UnB está se ampliando e a comprovação disso foi vista na Assembleia Geral do SINTFUB de 23/03, quando uma multidão tomou a Praça Chico Mendes e aprovou por aclamação o Estado de Greve do sindicato, inserindo nossa entidade na construção ativa do movimento grevista unificado do funcionalismo público.

Os presentes à Assembleia avaliaram a conjuntura nacional, a partir dos informes da Fasubra e do Fonasefe, que se reuniram no dia anterior (22/03) pela primeira vez com representantes do Governo Federal. O encontro das entidades de servidores com o Ministério da Economia provou que a pressão das bases, em cada local de trabalho do serviço público, tem repercutido e sido escutada por Bolsonaro e Guedes!

Durante essa avaliação, foi afirmado que o golpe de 2016, a PEC do Teto de Gastos (EC 95/2016), a aprovação da Reforma da Previdência (EC 103/2019) e o congelamento dos salários dos servidores (que já dura cinco anos) fazem parte de uma conjuntura retrativa de direitos à classe trabalhadora, mas que é possível derrotar o governo, como já foi feito na luta contra a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) no ano passado.

As alegações de Bolsonaro para que não haja reajuste esse ano são todas falaciosas e estão sendo rebatidas nas bases do serviço público. Há recursos de sobra para pagar a recomposição de 19,99% para todos os servidores, inclusive os aposentados, com a possibilidade de remanejamentos no orçamento atual de valores que não serão utilizados (como já aconteceu em anos anteriores) e que depois, ao final do ano, são destinados para pagar mais juros e amortizações ao sistema da dívida pública.

O que falta não é dinheiro, pois o Estado Brasileiro é rico. Falta vontade política para que o reajuste seja pago. E é aí que a pressão dos servidores é fundamental, como o SINTFUB tem defendido junto a sua base!

Além do Estado de Greve, a base do SINTFUB aprovou a participação nas vigílias que estão ocorrendo na Esplanada dos Ministérios, a construção do ato do Fonasefe de 30/03, o repúdio ao atraso de salários de motoristas terceirizados da UnB, a extensão da URP para todos os servidores da Universidade e a realização de uma nova Assembleia Geral, em 30/03.

Imagens

Confira abaixo as fotos da Assembleia Geral do SINTFUB de 23/03 disponíveis em nossa galeria:


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“Bolsolão do MEC” é criminoso: exigimos demissão imediata do Ministro da Educação

Na tarde de ontem (23/03), Fasubra, Andes-SN e Sinasefe divulgaram uma Nota Conjunta exigindo a demissão do atual ministro da Educação, Milton Ribeiro, em função de denúncias graves que circulam o país.

Leia a íntegra do documento:

O “Bolsolão do MEC” é criminoso! Exigimos demissão imediata do Ministro da Educação, Milton Ribeiro!

Veio à tona nessa segunda-feira (21/03) um áudio, obtido pela Folha de São Paulo, em que o Ministro da Educação, Milton Ribeiro, declara que a sua “[…] prioridade é atender a todos que são amigos do pastor Gilmar”. E completa dizendo que “[…] Foi um pedido especial que o Presidente da República fez pra mim sobre a questão do Gilmar […] então o apoio que a gente pede não, isso pode ser [inaudível] é apoio sobre construção das igrejas”.

Esse áudio escandaloso revela a articulação de um esquemão criminoso de distribuição de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para obras e, creches e escolas municipais, conforme o lobby dos pastores Gilmar Santos, presidente da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil, e Arilton Moura, assessor de Assuntos Políticos da entidade.

Esses religiosos atuam como lobistas e controlam a agenda e a verba do Ministério da Educação (MEC). É possível afirmar que existe um verdadeiro “gabinete paralelo”, coordenado pelos dois, que atua para atender o interesse de aliados de Bolsonaro, em troca de apoio de políticos de setores dos evangélicos.

A farra com recursos do FNDE no esquema do “Bolsolão do MEC” é inadmissível! Os recursos do Fundo devem ser destinados para ações de reestruturação e modernização das instituições de ensino, para garantir assistência estudantil a estudantes de baixa renda, ampliar o número de escolas, investir em pesquisa e contratar professores, e não para beneficiar a construção das igrejas.

Pela demissão imediata de Milton Ribeiro e investigação do “Bolsolão do MEC”!

Download

Baixe aqui a Nota acima, assinada por Fasubra, Andes-SN e Sinasefe (formato PDF, tamanho A4, uma página).




29 a 31/03: Jornada de Lutas dos Servidores Federais em Brasília-DF

A luta dos trabalhadores do serviço público pela recomposição salarial se fortalece a cada dia. Na próxima semana, entre terça (29/03) e quinta-feira (31/03), será realizada uma Jornada de Lutas em Brasília-DF e o SINTFUB convoca sua base para esta mobilização.

O Fonasefe convocou a Jornada de Lutas em Brasília-DF durante reunião realizada na última sexta-feira (18/03). O entendimento das entidades é que intensificar a mobilização nas próximas duas semanas será fundamental para a conquista da recomposição salarial de 19,99%.

Programação

Semelhante ao que ocorreu na luta contra a Reforma Administrativa (PEC 32/2020), a agenda de mobilização será definida e divulgada conjuntamente, no decorrer da própria Jornada.

Histórico

O Fonasefe iniciou as articulações para a Campanha Salarial Unificada ainda no final de 2021, em seguida as primeiras mobilizações presenciais ocorreram já em janeiro (18/01) e fevereiro (02/02), aqui na capital federal. Passado um mês sem qualquer resposta, o fórum seguiu realizando atividades de cobrança. Em março as entidades fortaleceram as atividades de rua e seguem na organização de uma greve unificada para defender o direito à recomposição salarial.

O SINTFUB (como você pode conferir nos links do parágrafo anterior), esteve em todas as atividades do Fonasefe pela recomposição salarial de 19,99%.




Fonasefe se reuniu com Governo Federal e segue aguardando abertura efetiva de negociação

Representantes de várias entidades do Fonasefe, dentre elas a Fasubra, se reuniram na manhã desta terça-feira (22/03) com integrantes do Ministério da Economia para cobrar a recomposição salarial de 19,99%, que já está com mais de dois meses de Campanha Salarial nas ruas.

Participaram da reunião integrantes da Asfoc-SC, Condsef, CUT, Fenasps, Fasubra e Sinasefe. Os servidores foram recebidos por José Borges de Carvalho Filho, coordenador geral de Negociação Sindical no Serviço Público e diretor interino de Relações de Trabalho do Ministério da Economia; e Leonardo José Matos Sultani, secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal.

Inicialmente, os representantes dos servidores comentaram as reivindicações unificadas do funcionalismo federal e os representantes do governo repetiram o discurso já conhecido, da não existência de recursos financeiros no momento.

A tônica do Fonasefe na reunião foi de reforçar a importância da abertura de mesa negociação com os trabalhadores, especialmente diante da deflagração de greve já informada ao governo, destacando a situação difícil enfrentada pelos servidores diante da inflação, da carestia extrema e da falta de reajuste salarial há vários anos.

Ao final da reunião, o Fonasefe informou à vigília de servidores que estava do lado de fora do prédio do Ministério da Economia, que o Governo Federal ainda não abriu uma mesa de negociação efetiva com os servidores e que dará respostas sobre uma possível abertura até o próximo dia 01/04 (sexta-feira).

Agora será preciso mais pressão, luta e disposição na construção do movimento de greve, para forçar o governo a abrir a mesa e atender o pedido de recomposição salarial dos servidores.

Relatório

Baixe aqui o relatório oficial do Fonasefe com o resumo político da reunião com o Ministério da Economia de 22/03 produzido pelos dirigentes sindicais que participaram da mesma (documento em formato PDF, tamanho A4, uma página).

Fotos

Confira abaixo as imagens da reunião de 22/03 com o Ministério da Economia disponíveis em nossa galeria:


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Conquista da pressão e da luta: reunião com Ministério da Economia hoje (22/03)

No final da tarde de ontem (21/03), após diversas pressões durante a vigília do Fonasefe no Ministério da Economia, o Fórum recebeu contato do Governo Federal para marcar uma reunião.

Reunião é hoje (22/03), às 10 horas

O encontro está previsto para a manhã desta terça-feira (22/03), a partir das 10 horas.

Conquista das nossas lutas

Esse encontro entre o Governo Federal e as entidades do funcionalismo público só foi possível graças às lutas e pressões dos trabalhadores nos últimos meses, tanto contra a Reforma Administrativa (PEC 32/2020), que derrotamos na Câmara Federal, quanto pela recomposição salarial de 19,99%, que já está com mais de dois meses de Campanha Salarial nas ruas.

Vamos à vigília!

Precisamos da mobilização de todos: quem estiver com disponibilidade, deve seguir para a vigília que se inicia agora, no bloco C do Ministério da Economia.

Fique atento

Mais informações serão divulgadas pelas nossas redes sociais e também aqui no site do SINTFUB.




09/04: Vamos voltar às ruas contra Bolsonaro!

As manifestações de rua contra o governo genocida e corrupto de Jair Bolsonaro estarão de volta neste ano de 2022. A Campanha Nacional Fora Bolsonaro convocou um dia nacional de manifestações, que ocorrerá no dia 9 de abril, nas principais cidades do país. Em Brasília-DF, a concentração para ato acontecerá no Museu da República, a partir das 16 horas.

As atividades serão presenciais, nas ruas, e levantarão as bandeiras do “Bolsonaro Nunca Mais” e “Contra o aumento dos combustíveis e do gás, não à fome e ao desemprego” – denunciando ao mesmo tempo a necessidade de impedir a continuidade de Bolsonaro para um novo mandato presidencial e a situação de calamidade e abandono que as(os) trabalhadoras(es) brasileiras(os) enfrentam.

Contexto

Essa convocação para uma nova jornada de atos pelo “Fora Bolsonaro!” é resultado da piora nas condições de vida do povo brasileiro, que exige a continuidade da luta nas ruas por medidas emergenciais e soluções estruturais para enfrentar a fome, o desemprego e a carestia.

Os aumentos nos combustíveis e no gás de cozinha continuam. O preço da gasolina dobrou em pouco mais de um ano. Isto tem impacto direto na vida das pessoas, gerando ainda mais inflação e carestia. Por isso cresce ainda mais a necessidade de denúncia de Jair Bolsonaro e seus aliados como responsáveis por essa crise econômica e social que o país está vivenciando.

Protocolo de segurança*

Dicas de como participar dos atos de rua durante a pandemia:

  • As manifestações devem ser feitas sempre em local aberto e bem ventilado;
  • Manter distanciamento de dois metros entre manifestantes;
  • Usa máscara, de preferência PFF2/N95 ou máscara cirúrgica embaixo da máscara de pano. Sempre bem ajustadas no rosto, sem vazamentos;
  • Leve máscaras extras para outras pessoas que necessitam;
  • Recomendamos o fornecimento de máscaras adequadas pelos organizadores dos atos a quem não as possui;
  • Muito importante pensar no deslocamento até o ato – preferir transportes com janelas abertas e usar máscara o tempo todo;
  • Não deve haver abraços ou beijos – evitar compartilhar objetos pessoais, água e alimentos;
  • Lavar as mãos ou utilizar álcool 70% sempre que for tocar nos olhos, boca, nariz ou na máscara;
  • Não devem participar as pessoas com sintoma suspeito de COVID-19 ou teste positivo, ou ainda que tiveram contato com pessoas com sintomas ou teste positivo;
    • Exemplos de sintomas: tosse, febre, cansaço, dor de cabeça, coriza, congestão nasal, dor de garganta, perda de olfato, perda de paladar, falta de ar e diarreia.

Relembre os atos pelo Fora Bolsonaro de 2021

No ano passado foram oito atos, todos com milhares de pessoas nas ruas, realizados em grandes cidades do Brasil e do exterior. O SINTFUB participou de todos os atos em Brasília-DF. Relembre:

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* Fonte: Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares