Bolsonaro xinga a imprensa e agride jornalista

Em mais uma mostra de que não possui condições de governar o Brasil, Bolsonaro extravasa todo o seu autoritarismo com xingamentos e agressões à imprensa e aos profissionais de jornalismo (veja no vídeo acima).

Durante entrevista concedida a diversos veículos jornalísticos em 21/06/2021, na qual falou pela primeira vez da marca de 500 mil mortes por COVID-19 no país (atingida em 19/06/2021), Bolsonaro perdeu o controle, fez xingamentos gratuitos à imprensa e agrediu verbalmente a repórter Laurene Santos, da TV Vanguarda (afiliada da Rede Globo no Vale do Paraíba-SP).

Visivelmente irritado com as manifestações contra seu governo realizadas no último sábado (19/06) – ponto do qual ele inicia seu comportamento virulento (veja no vídeo acima) – o Presidente da República apelou. Usando de agressividade, destempero, falta de educação e machismo, reagiu desproporcionalmente a uma pergunta simples, xingando os veículos de imprensa e agredindo verbalmente a jornalista Laurene Santos – contra qual ele retirou a máscara e mandou “calar a boca”.

O SINTFUB manifesta sua solidariedade à trabalhadora Laurene Santos, que estava ali apenas cumprindo com a sua obrigação profissional. Temos as nossas diferenças com a Rede Globo, que sempre esteve (ou buscou estar) às sombras do Poder, fazendo todo tipo de negociata política; mas essas diferenças não nos impedem de defender o jornalismo brasileiro dos ataques virulentos de Bolsonaro, que demonstra continuamente – com discursos e ações – a sua vontade de extinguir a imprensa livre e as liberdades democráticas existentes no país.

O jornalismo tem o dever de perguntar aos governantes aquilo que eles não querem que seja perguntado. O Presidente da República tem o dever de responder a imprensa, pois ele não está falando com o dono do jornal e sim com toda a população do país que o está assistindo. Mas Bolsonaro de Presidente só tem a faixa. Não tem postura e nem condição para seguir no cargo. Que da próxima vez, ao sair, ele use focinheira.

A democracia derrotará essa época de trevas. Fora Bolsonaro!




Fora Bolsonaro: trabalhadores da Rede Federal de Educação irão ao 19J

Você é servidora ou servidor público? Você conhece a PEC 32/2020, aquela que o governo chama de Reforma Administrativa?

Essa contrarreforma servirá para destruir o serviço público!

Diante disso, Fasubra Sindical, Andes-SN e Sinasefe chamam você para lutar com o conjunto do funcionalismo contra o desmonte dos serviços públicos.

19J

No próximo sábado, dia 19 de junho, vão acontecer atos e manifestações em todo o Brasil pelo Fora Bolsonaro!

Fortaleça o movimento e participe da coluna dos servidores e das servidoras que estarão nessa luta.

Em Brasília-DF, nossa manifestação será na Esplanada dos Ministérios, com concentração no Museu da República a partir das 9 horas.

Vamos mostrar nossa disposição de luta para derrotar a PEC 32/2020. Juntos e juntas, nas ruas, vamos derrotar esse governo genocida de Bolsonaro.

São meio milhão de vidas perdidas para uma doença que já possui vacina. Basta! Fora Bolsonaro!

Confira abaixo o vídeo de convocação para o 19J das entidades classistas da Educação Federal, com a participação de Marcelino Rodrigues (coordenador geral da Fasubra), Rivânia Moura (presidenta do Andes-SN) e David Lobão (coordenador geral do SINASEFE):

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Trabalhadores da Educação entrarão no Plano Nacional de Imunização

https://youtu.be/3wd6hTCPqfI

Fátima Bezerra (PT), governadora do Rio Grande do Norte, dá o informe de que acaba de ser aprovado na Comissão Intergestora Tripartite (CIT) do Sistema Único de Saúde (SUS) o início da vacinação dos trabalhadores da Educação do ensino básico e superior, das redes pública e privada.

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Defenda a Educação Pública!

Para superar a crise precisamos reafirmar nosso compromisso em seguir lutando ao lado dos profissionais da Educação e em defesa do Ensino Público de Qualidade.

Veja o spot do Fonasefe:




Live do Comitê UnB pela Vacinação debateu dimensões sociais da crise sanitária

O Comitê UnB pela Vacinação realizou na última quarta-feira (05/05) sua terceira live, onde foram apresentadas análises das dimensões sociais da pandemia de COVID-19 no Distrito Federal, mostrando que a crise sanitária não é “democrática”: ela tem cor, classe, gênero e efeitos nefastos sobre a vida da classe trabalhadora.

A transmissão contou com Fernanda Natasha (membra do Comitê UnB pela Vacinação) na mediação da live e Volnei Garrafa (professor da UnB), Carla Bronzo (ANEPCP) e Graça Hoefel (professora da UnB) como convidados.

No espaço virtual, Volnei, Carla e Graça manifestaram-se criticamente à atuação do Estado Brasileiro, que não assume o seu papel de preservar a vida da população (e o pior: age na direção contrária a isso); contra o atual regime tributário do país; e expuseram duras críticas à conduta de Jair Bolsonaro na condução da pandemia.

Assista (ou reassista!) o debate que foi realizado na íntegra:

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Sem recursos, UFRJ pode fechar no segundo semestre de 2021

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) pode paralisar suas atividades a partir do segundo semestre deste ano por falta de recursos para pagar contas correntes.

A UFRJ mantém atualmente nove hospitais e unidades de saúde, entre eles o maior do Estado do Rio de Janeiro, e mais e 1450 laboratórios de pesquisa, que demandam limpeza, segurança, insumos, medicamentos etc.

Entre os mais diferentes trabalhos e pesquisas que podem ser afetados pelo fechamento da UFRJ, estão as pesquisas de duas vacinas nacionais contra a COVID-19.

Segundo a reitora Denise Pires de Carvalho, a Universidade tem sido sucateada com cortes orçamentários desde 2013. São ao menos nove anos desta política de subfinanciamento das Universidades Públicas. Para a UFRJ, o orçamento de 2021 será apenas 38% do orçamento executado em 2012.

Além dos sucessivos cortes orçamentários, neste ano o governo também prevê um bloqueio de parte do orçamento. Se ele for efetivado, a UFRJ receberá apenas R$ 258 milhões para manter suas estruturas em funcionamento.

A UFRJ e o conjunto das Universidades Federais têm sido alvo de uma política estatal de subfinanciamento e sucateamento há quase uma década. Se não houver um enfrentamento a essa política, as atividades da UFRJ podem ser interrompidas. O risco iminente é de fechar as portas entre julho e setembro deste ano.

É preciso reverter essa política estatal de sucateamento das universidades ou perderemos um conjunto valioso de instituições produtoras de conhecimento crítico e científico.

Saiba mais sobre o assunto

*Matéria escrita com informações do jornal Universidade à Esquerda




A nossa luta é pelo Brasil

O Brasil não precisa de Bolsonaro e Mourão. Precisa de vacinação e da volta ao trabalho com segurança.

Precisa de serviços públicos de qualidade, valorizados e de autonomia nas Instituições Públicas de Ensino Superior.

Somos a Fasubra, uma Federação que reúne 48 sindicatos, 250 mil trabalhadores e trabalhadores, técnicas e técnico-administrativos de Universidades Públicas.

Estamos presentes na formação de profissionais que hoje salvam o país.




Servidores públicos realizaram ato em Brasília-DF contra a Reforma Administrativa

O Fonasefe realizou na manhã de hoje (30/04), em Brasília-DF, um ato em defesa do serviço público e contra a Reforma Administrativa (PEC 32/2020). A manifestação teve sua concentração na Esplanada dos Ministérios e percorreu as ruas da capital do país até a Praça dos Três Poderes.

O ato contou com a presença de diversas entidades representativas/classistas dos servidores públicos de todo o país e teve levantamento de faixas e falas políticas dos dirigentes sindicais.

O encerramento teria uma soltura de balões pretos, em alusão às mais de 400 mil vítimas de COVID-19 no país, mas a mesma foi impedida pela Polícia Militar do Distrito Federal.

Luta contra o fim do serviço público

A principal pauta do ato foi a luta contra a proposta de Reforma Administrativa do Governo Federal, no formato da PEC 32/2020, que prevê o fim dos serviços públicos gratuitos e o desmonte de uma série de direitos, como a estabilidade dos servidores, a paridade, o Regime Jurídico Único (lei 8112/1990), o ingresso via concursos públicos, dentre outras mudanças.

O ato também cobrou a vacinação imediata para todos os brasileiros e o auxílio emergencial de R$ 600,00 para a população pobre até o fim da pandemia.

Imagens

Confira abaixo as imagens do Ato do Fonasefe de 30/04 disponíveis em nossa galeria de fotos:


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Vídeos

Assista abaixo os trechos do Ato do Fonasefe de 30/04 disponíveis em nosso canal do YouTube:

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Defenda o SUS!

Para superar a pandemia precisamos reafirmar nosso compromisso em seguir lutando ao lado dos profissionais de saúde e em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).

Veja o spot do Fonasefe:




Live do Comitê UnB pela Vacinação debateu enfrentamento da pandemia no DF

O Comitê UnB pela Vacinação realizou na última segunda-feira (05/04) sua segunda live, onde foram apresentadas análises do andamento da vacinação e das estratégias utilizadas para o enfrentamento da pandemia de COVID-19 no Distrito Federal.

A transmissão contou com Carla Márcia (coordenadora do Centro Comunitário Athos Bulcão e diretora do SINTFUB) na mediação da live e Jonas Brant (voluntário da Associação Brasileira de Profissionais de Epidemiologia de Campo e professor adjunto da UnB) e Fábio Felix (deputado distrital pelo PSOL) como convidados.

No espaço virtual, Carla, Jonas e Fábio manifestaram-se pelo direito à saúde no Distrito Federal, o qual se encontra gravemente ameaçado: não há um plano distrital eficaz de imunização em curso, e isso em um momento de grande alta do número de infecções por COVID-19, causado pela sabotagem do Governo Federal às políticas para conter o avanço da pandemia.

Assista (ou reassista!) o debate que foi realizado na íntegra:

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24/03: Dia Nacional de Mobilizações, Paralisações e Greve dos Servidores Públicos

Quarta-feira (24/03), é Dia Nacional de Mobilizações, Paralisações e Greve dos Servidores Públicos!

Saiba mais sobre este Dia de Luta no vídeo acima.




Live do Comitê UnB pela Vacinação debateu conjuntura atual

O Comitê UnB pela Vacinação realizou na última terça-feira (09/03) sua primeira live, onde foram apresentadas análises de conjuntura e realizado um amplo debate com a comunidade.

Como aconteceu um dia após o Dia Internacional de Luta das Mulheres (08/03), a transmissão contou com uma participação 100% feminina: na mediação da live, Carla Márcia (coordenadora do Centro Comunitário Athos Bulcão) representou o SINTFUB, Odete Messa (professora da Faculdade de Medicina) representou a ADUnB e Júlia Chaves (estudante de Saúde Coletiva) representou o DCE UnB. Entre as palestrantes, Ethel Maciel (professora da UFES) foi a convidada do SINTFUB, Nathalia Honorio (estudante de psicologia) foi a convidada do DCE UnB, Lorena Tavares (ProEpi) representou o projeto Guardiões da Saúde e Maribel Aliaga (arquiteta e urbanista) representou o Observatório Amar.é.linha.

No espaço virtual, estudantes, professores, técnico-administrativos e terceirizados da UnB manifestaram-se pelo direito à saúde no Brasil, o qual se encontra gravemente ameaçado: não há um plano nacional ou distrital de imunização em curso, e isso em um momento de grande alta do número de infecções por COVID-19, causado pela sabotagem do Governo Federal às políticas para conter o avanço da pandemia.

Assista (ou reassista!) o debate que foi realizado na íntegra:

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