Um dia especial para as Mulheres no SINTFUB 

Universidade: Território de Mulheres

Na quarta-feira (11), o SINTFUB organizou uma atividade marcante pelo Dia Internacional de Luta das Mulheres. Nas palavras da coordenadora geral Maria do Socorro Marzola, foi um encontro para “celebrar a luta e a vida das mulheres, a nossa batalha enquanto trabalhadoras em universidades” — território de estudantes, servidoras técnicas das mais variadas áreas e professoras.

O evento reuniu os três setores da universidade (técnico-administrativos, estudantes e docentes), que debateram temas relevantes sobre as questões femininas, os desafios enfrentados e a importância da organização e unidade da classe trabalhadora. Destacou-se a presença da comunidade universitária e de entidades representativas, como ADUnB e DCE-UnB, além de servidoras da FUB — incluindo docentes, representantes da administração superior e a reitora Rozana Naves —, a deputada federal Érika Kokay (PT-DF), a ex-reitora Márcia Abrahão e a prefeita da Prefeitura do Campus, Daniele Coelho.

Na mesa, representaram os setores: Maria do Socorro Marzola (coordenação geral do SINTFUB) e Íris Dias (coordenação de mulheres do SINTFUB); Bárbara Calista (DCE-Honestino Guimarães) pelas estudantes; e Maria Luiza Pinho Pereira (1ª vice-presidenta da ADUnB) pelas docentes; a professora Janaina Soares de Oliveira Alves (Decanato de Extensão, representando a reitoria da UnB), as coordenadoras da FASUBRA — Ivanilda Oliveira Silva Reis (coordenação geral) e Rosangela Gomes Soares (coordenação de mulheres), além das representantes do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy Viana (SENATP) e Natália Viana, que trouxeram materiais e exposição sobre prevenção e combate à violência contra as mulheres. Camila Alves Areda (DAC), Renata Aquino (decana de Pesquisa e Inovação), Nara Cristina Ferreira Mendes (Auditoria Interna da UnB), também compareceram ao evento. Thaísa Magalhães (secretária de Mulheres da CUT-DF) fez uma fala na abertura, saudando as trabalhadoras da universidade.

Também contamos com a presença de integrantes do Comando Nacional de Greve (CNG) da FASUBRA, que compartilham a sede do SINTFUB neste momento. Essa é uma tradição do movimento, e o sindicato segue cedendo e compartilhando seus espaços com a instalação do CNG. O encontro terminou com um delicioso café da manhã, organizado pela coordenação executiva do SINTFUB. 

Homenagens

O evento homenageou mais de 20 servidoras técnicas sindicalizadas, indicadas para Moção de Louvor na Câmara Legislativa do DF, em reconhecimento à sua trajetória e contribuições para o movimento e a universidade. Diante da relevância das indicadas, o SINTFUB celebrou todas, valorizando suas histórias e lutas.

Homenageadas:

Aidil Alcoeres Coelho
Alexandra de Souza Trivelino
Alice Queiroz Silva
Camila Oliveira Sobrinho da Silva
Carla Márcia Viana David
Carla Simone Vizzotto
Francisca Bethânia de Sousa Morais
Francisca Nascimento de Albuquerque
Harineide Madeira Macedo
Jessika Paula Silva Vieira
Katiuce Dias
Maria da Concepção Brito da Silva
Maria do Socorro Oliveira Marzola
Maria Jeny da Concepção Sousa
Nadia Regina Alves Valadares
Raquel Gonçalves Pinheiro
Rejane Sarmento Costa
Rozangela Baia Silva
Rosa Maria de Freitas Silva
Sônia Aparecida Alves
Suely Maria Mattos de Sousa Santiago de Medeiros
Vânia Felício da Silva
Verônica Pires de Araújo
Waleria José da Silva Diniz

A Coordenação Executiva também prestou homenagem a Clenilda Maria de Sousa, Iraneide da Silva Santos, Janete Garcia Silva e Miriam de Sousa Lima do Traco, funcionárias do SINTFUB, por anos de trabalho dedicado à entidade e às lutas da categoria.

* Clique na imagem para ampliar:

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8 de Março: CUT e movimento de mulheres convocam marcha para o Dia Internacional de Luta das Mulheres

Atividade acontece no domingo, a partir das 13h, no Eixo Cultural Ibero-Americano

As mulheres do Distrito Federal e do Entorno estão convocadas a ocupar as ruas neste 8 de março. Em Brasília, o Dia Internacional de Luta das Mulheres será marcado por um ato político-cultural, com concentração a partir das 13h no Eixo Cultural Ibero-Americano. A partir das 15h, a mobilização segue em marcha em direção ao Palácio do Buriti.

O ato acontece em um cenário estarrecedor. Dados da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam que a violência contra a mulher não é apenas um número, mas uma epidemia. No último ano, o DF registrou índices críticos de feminicídio, evidenciando a face mais hedionda de uma engrenagem estrutural de misoginia que naturaliza agressões, ameaças e estupros.

O ciclo de violência que o 8 de março denuncia é sustentado por estatísticas brutais. Em 2025, o Distrito Federal registrou 33 feminicídios, um aumento drástico em relação aos 23 casos do ano anterior. No Brasil, o cenário é de recorde: 1.518 mulheres foram assassinadas no último ano, uma média de quatro mortes por dia. O perigo mora ao lado: 76% dessas agressões são cometidas por parceiros ou ex-companheiros, e a maioria dos crimes acontece dentro de casa, transformando o lar no lugar mais inseguro para a mulher brasileira.

“Diante desse quadro, é urgente cobrar do Governo do Distrito Federal a ampliação de recursos para a rede de enfrentamento à violência, com fortalecimento das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), das casas-abrigo e das equipes multidisciplinares”, afirmou a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-DF, Thaísa Magalhães.

Segundo a sindicalista, o que se vê é um governo que negligencia investimentos estruturantes em proteção social. “As mulheres seguem desassistidas. A omissão custa vidas. O 8 de março deve ecoar como um recado direto ao GDF: não aceitaremos maquiagem estatística. Queremos orçamento e compromisso real”, declarou.

Thaísa afirmou ainda que, por iniciativa do Governo Federal, e do Ministério das Mulheres, foram inauguradas algumas Casas da Mulher Brasileira no DF, mas o governo local não as estruturou, não destinou equipes e nem verba para dar continuidade ao projeto. 

No Brasil, é registrado em média um feminicídio a cada 6 horas. O assédio sexual e moral no trabalho atinge majoritariamente mulheres negras e jovens. Em 2025, o número de ocorrências de violência doméstica (Lei Maria da Penha) no Distrito Federal manteve a tendência de alta, superando a marca de 18 mil casos anuais. A maioria dos agressores são companheiros ou ex-companheiros que não aceitam o fim do relacionamento.

Mais do que números: o assédio no ambiente de trabalho

A história de Beatriz* ilustra como a vulnerabilidade econômica se torna terreno fértil para o abuso. Após um divórcio conturbado, ela buscou independência financeira como representante comercial. O que começou como um ambiente acolhedor transformou-se em um “inferno” de investidas sexuais e crises de ciúmes por parte do empregador.

Temerosa de perder o sustento do filho, Beatriz suportou o assédio até o limite do inadmissível. Ao sair, perdeu direitos trabalhistas, mas recuperou a paz. “Somos mais do que números”, desabafa ela, que hoje lamenta não ter denunciado o agressor antes de abdicar de seus encargos.

O caso de Beatriz não é isolado. Segundo dados do MTP (Ministério do Trabalho e Emprego), as denúncias de assédio sexual no trabalho no Brasil cresceram significativamente nos últimos anos, mas estima-se que a subnotificação ainda seja enorme devido ao medo de retaliação e ao desmonte de políticas de fiscalização.

Vulnerabilidade e Violência Institucional

A violência contra a mulher também se manifesta na abordagem do Estado. Ayana*, professora e pesquisadora negra, viveu o trauma da coação institucional. Ao retornar de um congresso acadêmico, foi abordada por policiais rodoviários. Mesmo apresentando certificados, crachá universitário e documentos, foi retirada do ônibus e levada para uma delegacia em outra cidade por suspeita de posse de uma quantidade ínfima de entorpecentes.

“Eu tinha 20 anos, estava sem dinheiro e sem celular. Fui levada por três policiais homens armados para uma cidade que eu nem sabia qual era. O medo de estar sozinha com eles foi maior que qualquer outra coisa”, relata Ayana. O episódio de vulnerabilidade extrema revela como o braço do Estado, que deveria proteger, muitas vezes atua de forma intimidatória contra mulheres jovens e negras.

Ocupar para Transformar

As histórias de Beatriz, Mariana e Ayana se cruzam na necessidade de um Estado que proteja, acolha e respeite a autonomia feminina. O 8 de março em Brasília será o momento de transformar o luto e a indignação em luta organizada.

Serviço:

  • O quê: Ato Político-Cultural do Dia Internacional de Luta das Mulheres.
  • Quando: 8 de março.
  • Onde: Concentração no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte) às 13h; Marcha para o Buriti às 15h.

* Os nomes das personagens desta reportagem foram trocados para preservar as identidades. 

*Informações da CUT-DF




Ajude o SINTFUB a indicar cinco mulheres para receber homenagem na CLDF

O SINTFUB foi convidado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) a indicar cinco mulheres filiadas para receber Moção de Louvor, com o tema “Direitos que cuidam, políticas que transformam: compromisso com as mulheres do Distrito Federal”. Essa homenagem reconhece o papel da entidade e da categoria na defesa e promoção dos direitos das mulheres, destacando representantes que atuam em prol da sociedade, da categoria e das mulheres do Distrito Federal.

Para uma escolha participativa, envie suas sugestões de nomes de mulheres filiadas ao SINTFUB para o e-mail sintfub@sintfub.org.br até 20/02. A Coordenação Executiva selecionará as cinco indicadas pela base.

Instruções para envio do e-mail:

  • Assunto: Indicação Moção de Louvor para [nome da indicada]

  • Corpo do e-mail: Inclua um parágrafo com a justificativa da sua escolha.

Sessão Solene: 10 de março, às 19h30, no plenário da Câmara Legislativa do DF.

Participe e ajude a valorizar o compromisso e a luta das nossas mulheres!




Nota de pesar, solidariedade e repúdio pelo assassinato das servidoras do CEFET Maracanã

O SINTFUB manifesta profundo pesar pelo trágico assassinato das servidoras Allane de Souza Pedrotti Matos e Layse Costa Pinheiro, ocorrido no CEFET Maracanã (RJ). Este ato de violência, motivado por questões de gênero e cometido por um colega de trabalho, revela, de forma assustadora, a persistência da violência contra as mulheres, especialmente nos ambientes laborais, e exige atenção e providências em defesa da vida das mulheres, inclusive em seu ambiente de trabalho.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) destaca que “a violência contra as mulheres acontece dentro dos ambientes de trabalho, em todos os setores, e expõe a necessidade urgente de fortalecer as políticas de combate à violência de gênero”. Reforçamos a importância da denúncia do episódio, que acontece em meio aos 21 dias de Ativismo — uma campanha global que vai do dia 20 de novembro (Dia da Consciência Negra) até o dia 10 de dezembro (Dia Internacional dos Direitos Humanos) pelo fim da violência contra a mulher — confirmando a necessidade de permanecermos vigilantes e conscientes de que é preciso avançar muito para podermos declarar uma verdadeira emancipação das mulheres.

Conscientes de que o fim da violência contra as mulheres, uma vida segura, com direito ao pleno desenvolvimento — inclusive profissional, no serviço público ou privado — vai além do repúdio à violência ou punição de agressores, assediadores e assassinos, mas depende de uma verdadeira emancipação econômica, igualdade salarial, direitos democráticos, de autodefesa, oportunidades, e construção de uma nova sociedade que não esteja baseada na exploração e opressão patriarcal e capitalista, mas uma sociedade em que todos sejamos livres e iguais, respeitando nossa diversidade e capacidades. O que virá apenas com a luta organizada das próprias mulheres, apoiadas nos trabalhadores e nossas organizações sindicais e políticas.

Reafirmamos o compromisso do SINTFUB com a promoção de ambientes de trabalho seguros, inclusivos e respeitosos, onde nenhuma mulher tenha sua existência ameaçada ou desvalorizada. A violência de gênero é uma chaga social inaceitável, que demanda ações concretas e coletivas para construir uma cultura de respeito, igualdade e valorização das mulheres em todas as esferas.

Manifestamos ainda nossa solidariedade às famílias, aos colegas e à comunidade do CEFET, colocando-nos ao lado das iniciativas que lutam contra a violência e pela dignidade e segurança das mulheres no trabalho e na vida.

Coordenação do SINTFUB, 2 de dezembro de 2025.




Participe do Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora da FASUBRA Sindical

Nos dias 6 e 7 de junho de 2025, em Brasília/DF, acontecerá o Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora da FASUBRA Sindical.

As servidoras técnicas da Universidade de Brasília interessadas em participar do encontro devem enviar um e-mail para o SINTFUB para que a secretaria realize a inscrição no evento, as inscrições são por entidade em uma única ficha a ser enviada para a FASUBRA. As entidades de base poderão credenciar suas representantes até o dia 30 de maio de 2025. Interessadas devem enviar seus dados (nome completo e telefone) para sintfub@sintfub.org.br

Nesta edição, prestaremos uma homenagem especial a Bertha Lutz, referência histórica na luta pelos direitos das mulheres no Brasil. Bióloga, educadora, diplomata e uma das maiores ativistas feministas do país, Bertha foi fundamental para a conquista do voto feminino, oficializado em 1932.

Vamos juntas fortalecer a resistência, celebrar nossas conquistas e construir novos caminhos para a igualdade!

Dias 6 e 7 de junho em Brasília
Local: Auditório: Sindsep-DF (Sindicato dos Servidores Públicos do Distrito Federal) Setor Bancário Sul (SBS), quadra 1, bloco K – 3°, 16° e 17° andares – Asa Sul, Brasília – DF, 70093-900

*Informações da FASUBRA




Homenagem às Mães: Celebrando a Maternidade e a Educação

O Dia das Mães é uma oportunidade quem se dedica com amor à defesa da vida, da educação, e ao cuidado, destacando o valor da maternidade e da educação na formação das futuras gerações.

As mães são as primeiras educadoras, de princípios e habilidades essenciais para a vida. Mas educação é um direito fundamental, que se estende para além da família, é o que permite às pessoas desenvolver seu potencial, alcançar seus objetivos e contribuir para o bem-estar da sociedade. Como servidores técnico-administrativos em Educação, sabemos que a educação é um processo contínuo que começa na infância e se estende por toda a vida. É através da educação que as pessoas adquirem conhecimentos, habilidades e competências necessárias para enfrentar os desafios que o mundo apresenta.

Neste Dia das Mães, queremos homenagear todas as mães que aceitaram, assumiram o desafio da maternidade, com todas as dificuldades que e alegrias que ela pode representar. Lembrando que lutar pelos direitos das mulheres, por Educação, Saúde, pública de qualidade, entre outros, são a melhor maneira de concretizar a homenagem em algo material, para também trazer leveza e garantias fundamentais ao desfio de ser mãe.

É importante que as mães tenham acesso a recursos e apoio para exercer a maternidade com dignidade. Além disso, é fundamental que a educação seja uma prioridade na sociedade, com investimentos adequados em infraestrutura, recursos humanos e materiais.

O Dia das Mães é uma oportunidade para celebrar a maternidade e a educação, um momento de reflexão e ação, para que possamos trabalhar juntos.




Viva o Dia Internacional da Mulher! Confira a programação do SINTFUB

Viva o 8 de Março!
O Dia Internacional da Mulher é um dia luta por direitos, contra retrocessos, por salário, melhores condições de vida, trabalho, saúde e educação. Por solidariedade e dignidade!

Símbolo de força coragem e resistência! Sigamos em unidade e em luta por direitos e democracia.

O SINTFUB convida as trabalhadoras da UnB , técnico-administrativos, terceirizadas, professoras, da ativa e aposentadas, também estudantes, a participarem da nossa programação:

🗓️ Quinta-feira, dia 13 de março
⏰ 8h30m – café da manhã
🎥 10h – exibição do filme “Poeira e Baton”, sobre as pioneiras de Brasília, seguido de debate com a diretora Tânia Fontenele.

Participe!




Câmara ameaça retirar direitos das mulheres, não ao PL do Estupro!

Está em tramitação em regime de urgência na Câmara dos Deputados, um Projeto de Lei que pretende retroceder em um direito histórico das mulheres brasileiras. O Projeto de Lei 1904/2024, altera o Código Penal e está sendo chamado da “PL da gravidez infantil”, e “PL do estupro”. Ele representa um retrocesso nos direitos das mulheres, o chamado aborto legal que desde 1940 permite a interrupção da gestação em casos de gestação resultado de estupro e quando representar risco para a vida da mulher. Em 2012, o STF decidiu que gestações de feto com anencefalia, também poderiam ser contemplados nos casos de aborto legal. 

O projeto apresentado em maio ganhou regime de urgência, aprovado em questão de segundos pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP), pode ser votado sem nenhuma discussão no Congresso Nacional, como acontece na tramitação tradicional dos Projetos de Lei: Audiência Pública, debate e votação nas Comissões etc. Além da falta de debate com a sociedade, de representar uma retirada de direitos, os opositores do governo Lula declararam abertamente que se trata de uma provocação, uma tentativa de enquadrar, mais uma vez, o governo. Dessa vez usando um direito das mulheres.

Os mesmos Deputados que impedem avanços na pauta dos trabalhadores, querem acabar com os serviços públicos e aprovar a Reforma Administrativa através da PEC 32, impede reajustes salariais e investimento em carreiras públicas, Educação e Saúde, aprovam taxação e impostos contra trabalhadores, aplicam políticas de controle fiscal etc., querem retirar direitos das mulheres e pressionar o governo para a direita.

Por isso, o movimento sindical se alia ao movimento de mulheres e denuncia essa iniciativa dos setores reacionários da sociedade, dos mesmos partidos que querem acabar com nossos direitos e conquistas históricas. PL, PSDB, Republicanos, União Brasil e outros, os mesmos que deram o golpe em Dilma Rousseff, que aprovaram Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista, apoiam a criminosa política de juros do Banco Central, apoiam o genocídio do povo palestino, a redução da maioridade penal, a pena de morte, a ditadura militar querem retirar direitos das mulheres. Direito não se retira, se amplia. Aborto Legal é um direito das mulheres.

Orientação do CNG da Fasubra, presente no Informe de GREVE de 15 de junho:

FASUBRA E A LUTA DAS MULHERES!
A Direção Nacional da FASUBRA/CNG orienta suas entidades de base a se somarem aos atos contra o Projeto de Lei 1904/2024, aprovado em regime de urgência pela Câmara dos Deputados em franco ataque às mulheres. O PL equipara o aborto ao crime de homicídio, inclusive em casos de estupro. Afeta principalmente crianças vítimas de estupro, que em muitos casos demoram a identificar a gestação. Prevê ainda que a pena para a mulher que pratique aborto seja maior que a do estuprador. A Direção da FASUBRA/CNG tem um histórico de defesa das pautas das mulheres trabalhadoras e seguirá em luta para a derrota desse projeto misógino, formulado por um Congresso conservador e antipovo.

Segue uma lista de publicações relacionadas para melhor compreensão do tema:

CUT-DF: Mulheres sindicalistas rejeitam PL que criminaliza aborto de vítimas de estupro

Site da campanha: https://criancanaoemae.org/ 

Pressione as lideranças da Câmara dos Deputados contra o PL da Gravidez Infantil