30 anos de organização e luta será composta – Dia 15 de outubro

Prezados(as) Senhores(as),
Neste ano de 2015, o I Encontro Nacional de Seringueiros da Amazônia, que teve Chico Mendes como um dos protagonistas, completa 30 anos e o Núcleo de Estudos Amazônicos (NEAz) quer marcar esse acontecimento com uma atividade que resgate a história, realize o debate, ainda atual, sobre a defesa da floresta e das águas e apresente os desafios e perspectivas dos povos e populações da Amazônia.

O I Encontro Nacional de Seringueiros da Amazônia foi realizado na Universidade de Brasília (UnB), de 11 a 17 de outubro de 1985. Este Encontro foi palco da criação do Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), resultado da incansável luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras liderada por Chico Mendes e outros seringueiros e povos da floresta, do campo e das águas.

Esta atividade é uma homenagem ao referido Encontro Nacional de Seringueiros da Amazônia: 30 anos de organização e luta será composta por um ato às 9h30min do dia 15 de outubro de 2015. Este ato pretende reunir atores que contribuíram para a construção do I Encontro e do CNS, resgatando a história e apontando desafios atuais e perspectivas para a região. Às 14h será realizada uma roda de conversa cujo objetivo é contribuir para a construção de uma agenda de ensino, pesquisa e extensão para a Amazônia, com a participação de membros da comunidade acadêmica, representantes dos poderes públicos, de movimentos e entidades sociais.

Nesse sentido, dada a sua importância no processo de organização e luta dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros, gostaríamos de contar com sua presença nessa atividade que homenageia os 30 anos do I Encontro Nacional de Seringueiros da Amazônia.

Desde já agradecemos a sua participação.

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Técnico-administrativos da UnB aprovam fim da greve

Os servidores técnico-administrativos da UnB realizarão nova assembleia nesta quarta-feira (7) para deliberar sobre o fim da greve da categoria, deflagrada no dia 28 de maio e considerada a mais longa do funcionalismo federal neste ano. A atividade será às 9h, na Praça Chico Mendes.

A indicação da Fasubra é de que o movimento paredista não seja suspenso até que o governo federal assine o acordo resultante da Campanha Salarial da categoria. A orientação foi seguida pelos técnico-administrativos da UnB, em assembleia nesta terça-feira (6). A expectativa é de que o acordo seja assinado ainda nesta terça-feira (6), durante reunião entre Fasubra e governo federal.

Além do reajuste salarial de 10,8% dividido em dois anos (5,5% em agosto de 2016 e 5% em janeiro de 2017), os técnico-administrativos das universidades federais, assim como outros setores do funcionalismo federal, receberam reajuste de 22,8% no auxílio-alimentação e no auxílio-saúde. No caso do auxílio alimentação, o benefício passará a ser de R$ 458. Já o auxílio-saúde é variável. Os servidores também conquistaram 317,3% no auxílio-creche, índice que eleva o benefício a R$ 396.

Para a Fasubra e para o Sintfub, a proposta está aquém do que necessitam os técnico-administrativos, diante do índice da inflação no período (superior a 10%). Entretanto, frente a inflexibilidade do governo, não havia mais chance de avançar. Para as entidades sindicais, de todos os itens do acordo, o ponto mais importante é referente ao reajuste de 0,1% no step – percentual de diferença entre um padrão de vencimento e o padrão seguinte na tabela salarial –, índice que passará a valer a partir de janeiro de 2017. Os valores de reajuste do step e demais benefícios não serão absorvidos pelo VBC (Vencimento Básico Complementar).

O acordo também afirma que, no prazo de 180 dias pós a assinatura do acordo, o Ministério do Planejamento apresentará os encaminhamentos feitos pelo Ministério da Educação sobre aproveitamento das disciplinas de graduação e pós-graduação para pleitear o incentivo à capacitação para todos os níveis; afastamento para capacitação e qualificação, entre outros. O termo garante ainda que a discussão sobre o aprimoramento da carreira se dará até 31 de maio de 2016, com início em outubro de 2015. Entre os ganhos, foi garantido o reconhecimento de títulos de mestrado e doutorado obtidos fora do país, desde que aplicadas as normas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Veja a íntegra do acordo aqui.

Quanto aos dias parados, o acordo entre governo e Fasubra garante que a reposição do serviço será fiscalizada pelas instituições federais de ensino superior.

Jornada de 30 horas
A negociação entre governo e Fasubra não gerou resultados positivos quanto à pauta que exige a implementação da jornada de trabalho de 30 horas semanais, luta histórica da categoria. Como outros setores do funcionalismo federal também adotaram o pleito, o governo recuou da portaria que determinaria o modelo de jornada nas universidades federais e deixou a cargo do administrador máximo das instituições decidir sobre o tema.

Diante disso, o Sintfub afirma que a luta pela implementação da jornada de 30 horas semanais não acabou. “Continuaremos com esta luta até que ela seja atendida. Não é um devaneio nosso, como afirma o reitor Ivan Camargo (reitor da UnB), mas uma pauta justa, legal e que trará benefícios não só aos servidores, como também para toda a comunidade universitária”, afirma o coordenador geral do Sintfub, Mauro Mendes.

Nova diretoria
A assembleia desta terça-feira (6) decidiu que as eleições para definir a nova diretoria do Sintfub deverá ser realizada apenas em abril de 2016. O processo deveria ser realizado ainda este ano, mas foi inviabilizado pela longevidade da greve da categoria.

Como preparação às eleições, o Sintfub realizará um Congresso em novembro, que vai, entre outros pontos, deliberar o plano de lutas da categoria para o próximo período




Governo assina acordo sobre Campanha Salarial na terça-feira (6)

O governo federal encaminhou nessa quinta-feira (1/10) à Fasubra o acordo sobre a Campanha Salarial dos técnico-administrativos. A indicação é de que a assinatura do documento seja feita na terça-feira, dia 6, à tarde.

Na segunda e terça-feira, dias 5 e 6, os sindicatos de base da Fasubra realizarão assembleia para homologar o acordo. Na UnB, a assembleia será na terça-feira (6), às 9h, na Praça Chico Mendes.

Clique aqui e veja a íntegra do acordo entre trabalhadores e governo federal




Greve na UnB segue até governo assinar acordo

Os servidores técnico-administrativos da UnB decidiram em assembleia realizada nesta terça-feira (29) manter a greve iniciada no dia 28 de maio, até que o governo federal assine o acordo firmado com a categoria.

A previsão da Fasubra – federação que representa nacionalmente a categoria – é de que o documento seja assinado nesta quarta-feira (30), quando representantes do governo federal se reúnem com membros da entidade sindical.

Na próxima terça-feira, dia 6 de setembro, os servidores técnico-administrativos da UnB voltam a se reunir em assembleia para decidir os rumos do movimento paredista. A atividade será na Praça Chico Mendes, às 9h.

Veja aqui a proposta do governo

Corte de ponto
Na última semana, a administração superior da UnB indicou que poderia cortar o ponto dos servidores grevistas, como orienta documento enviado pelo governo federal. A reação do Comando Local de Greve do Sintfub foi imediata: eles rechaçaram a possibilidade e lembraram aos representantes da reitoria que nenhuma universidade pública federal encaminhou pedido de corte de ponto dos grevistas.

O Comando alegou que trabalhadores e governo ainda estão em processo de negociação e que não faz nenhum sentido promover o corte dos dias parados. De acordo com a assessoria jurídica do Sintfub, liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) garante a legitimidade da greve. Com isso, não se justifica o corte de ponto dos servidores que aderiram à greve.

Contra a repressão
O ponto alto da assembleia desta terça-feira (29) foi a manifestação dos técnico-administrativos contra o reitor da UnB, Ivan Camargo. Em entrevista publicada pelo jornal Correio Braziliense no último domingo (27), o reitor atacou firmemente o movimento grevista da categoria, desmoralizou o Comando Local de Greve do Sintfub, se posicionou favoravelmente a iniciativas de privatização do serviço público e disse que a jornada de trabalho de 30 horas semanais é coisa de “outro mundo”. Este último ponto é pauta histórica dos técnico-administrativos e, curiosamente, foi um dos principais pontos da campanha de Ivan Camargo durante as eleições para reitor.

Ao final da assembleia, os trabalhadores subiram as rampas do prédio da reitoria com gritos de protesto. Nenhum representante da reitoria se dispôs a conversar com a categoria.

Acesse aqui a Análise do Sintfub sobre entrevista do reitor Ivan Camargo ao Correio Braziliense




Assista à integra da reunião do Consuni realizada dia 03 de julho.

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Quem faz o SINTFUB é você

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Boletim de greve – Maio 2014

boletim de greve – maio 2014




Comando local de greve – Negociação já!

 

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Nota de Repúdio ao Reitor

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Moção de repúdio a demissão de trabalhadores SICAP

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Análise do Sintfub sobre entrevista do reitor Ivan Camargo ao Correio Braziliense

Certamente o reitor da UnB, Ivan Camargo – que é engenheiro especialista na questão energética –, tem propriedade para falar sobre o impacto que um simples botão de ligar e desligar tem nos reservatórios de energia do Brasil, como afirmou matéria publicada no jornal Correio Braziliense no último domingo (27). Entretanto, quando o assunto é uma gestão democrática da Universidade, voltada para a valorização dos servidores e para a qualidade de serviço à comunidade universitária, a análise não é a mesma.

Atado à necessidade de privatizar como solução dos problemas no serviço público, Ivan Camargo mostra que opta por uma gestão conservadora, onde o trabalhador é apenas um meio de produção, um ser desumanizado, desprovido da condição de lutar pelo aprimoramento de direitos. A conclusão não parte de meras suposições, mas da fala do próprio gestor máximo da UnB.

Na entrevista cedida ao Correio Braziliense, Ivan Camargo aponta a criação da Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) como saída para os entraves nos Hospitais Universitários. Esta é a mesma empresa que vem acumulando aos montes queixas de assédio moral, de desvalorização dos servidores de carreira, de desumanização do atendimento em nome de um suposto “aumento de produção”.

Ele também confessa que a estratégia adotada pela administração superior da UnB para contornar o corte na Educação – anunciado pelo governo federal – é a demissão de terceirizados. Para Ivan Camargo, não há outra forma de balancear orçamento e gastos.

O reitor da UnB também ataca a luta dos trabalhadores e trabalhadoras técnico/a-administrativos/as em educação pela jornada de trabalho de 30 horas semanais. Ele afirma: “Na atual situação do Brasil, colocar na pauta de reivindicações que quer trabalhar 30 horas semanais e sem ponto me parece uma coisa de outro mundo”.

Diversas pesquisas já comprovaram que a jornada de 30 horas nas universidades gera melhorias à comunidade universitária, uma vez que mais qualidade de vida para os servidores repercute em um trabalho com ainda mais afinco e dedicação. Entretanto, o mais intrigante é que um dos principais pontos que nortearam a campanha de Ivan Camargo quando o professor era apenas um candidato a reitor da UnB, foi a jornada de 30 horas (pasme). E, certamente, foi a partir deste compromisso que Camargo ganhou o voto de centenas de técnico/a-administrativos/as.

Diante disso, pode-se questionar: Que “outro mundo” é este que Ivan Camargo comenta? Se for um mundo que traga melhorias aos diversos interessados, então falamos de um mundo ideal, certo? Ou seria um mundo possível apenas em época de eleição?

Aos moldes militares
Na entrevista reveladora de Ivan Camargo, o reitor também torna explícita sua avaliação sobre o movimento grevista. “O decanato está sem pessoal por causa da greve”; “A greve atrapalha muito o funcionamento da UnB”; “A sensação que tenho é de que há cerca de 20 pessoas no comando de greve e elas não conseguem mobilizar ninguém para a causa”. São essas algumas falas do reitor sobre o movimento grevista e os líderes sindicais.

Não há dúvida de que o pragmatismo trazido pelo filho de militar vai na contramão da organização de classe e do fortalecimento dessas organizações; da validação da luta por conquistas e direitos trabalhistas por meio de entidades sindicais; do diálogo horizontal entre “patrão” e trabalhador.

Sem rodeios, Ivan Camargo deslegitimou a organização dos servidores e servidoras técnico/a-administrativos/as da UnB, reduzindo-os e convertendo-os a oportunistas. O grupo de 20 pessoas a que se refere o reitor, conduziu, com grandeza e compromisso, cerca de 120 duros dias de greve, que se afastava cada vez mais do fim com a quebra dos compromissos feitos pela reitoria da UnB.

É fato que a mobilização dos trabalhadores é tarefa difícil, não só na UnB, mas em todos os setores de trabalho, principalmente nos ambientes em que as chefias ameaçam retirar o cargo comissionado dos trabalhadores que aderirem à greve. Aliás, essa é uma realidade da UnB, confirmada pelo próprio reitor quando ele afirma: “(…) Todos que têm cargo comissionado estão trabalhando (durante a greve)”.

O Sintfub lamenta o pronunciamento do reitor da UnB, Ivan Camargo, e solicita que o gestor máximo de uma das mais importantes universidades do Brasil reveja os pontos apresentados durante a campanha para reitor. Repudiamos ainda o ataque de Camargo à organização sindical, essencial para conquistar um mundo mais justo e igualitário para todos e todas.

Esperamos que os ventos ditatoriais, respirados à custa de morte e tortura por anos, nunca mais volte à UnB.

Acesse a entrevista de Ivan Camargo aqui




Assembleia dia 29 de setembro de 2015

CALENDÁRIO DE ATIVIDADES:

29/09 (terça-feira): ASSEMBLEIA GERAL SINTFUB, às 9 horas, na reitoria;
30/09 (quarta-feira): REUNIÃO COM O GOVERNO, para fechamento da minuta;
5 e 6/10 (segunda e terça-feira): RODADA DE ASSEMBLEIAS EM TODO BRASIL
6/10 (terça-feira): ASSEMBLEIA GERAL SINTFUB.

VOCÊ NÃO PODE FALTAR!