Arraial Sintfub

O Sindicato dos trabalhadores da Fundação da Universidade de Brasília convida a todos para o Arraial Sintfub. O evento será realizado nesta sexta-feira, dia 07/07, à partir das 16 horas, na praça Chico Mendes.
Venham todos prestigiar! Terá forró ao vivo, brincadeiras, comidas e bebidas típicas.

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SINTFUB reúne-se com Ministro para debater ADI 4895

O SINTFUB, representado por Vânia Felicio e Rosangela Baia, junto à representante setorial do Hospital Universitário de Brasília (HUB), Verônica Pires, reuniram-se ontem, 29/06, com o Ministro Dias Toffoli em audiência solicitada pela Deputada Federal Erika Kokay.

O encontro foi realizado com o objetivo de debater sobre a ADI 4895, Ação Direta de Inconstitucionalidade contra dispositivos da Lei 12.550/2011, que autorizou a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).

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Greve geral

Amanhã, dia 30, é dia de greve geral. O Sintfub junto á CUT e outras entidades de classe convidam todos a se juntarem aos atos que ocorrerão em toda a cidade.

O objetivo da greve é uma oposição ferrenha contra as reformas propostas pelo governo, essas que, se aprovadas, representam um grande baque nos direitos dos trabalhadores.”Dia 30 é um dia de luta para mostrarmos para esse governo que nós estamos organizados contra o golpe e contra a retirada de direitos da classe trabalhadora”, acrescenta Mauro Mendes, coordenador do Sintfub.

Os atos de greve se espalharão por toda Brasília e entorno, á partir das 6 horas da manhã, em diversos pontos.

Confira os locais de concentração abaixo.

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Sintfub se reúne com secretário do Planejamento

Dando continuidade à pauta “Reclassificação dos servidores técnico-administrativos”, representantes do Sintfub entregaram na última terça-feira, dia 27/06, ofício ao secretário do Planejamento, Augusto Akira Shiba, na expectativa de prosseguir o requerimento, que já passou anteriormente pelo MEC.

A reunião, com a participação do Deputado Federal Roney Nemer foi conduzida para uma aproximação do diálogo entre as entidades envolvidas, em busca de uma apreciação célere das medidas sugeridas no documento, em consideração a uma resposta do MEC sobre o assunto.

“O objetivo é sermos todos interlocutores desse diálogo, buscando uma maneira de termos essas reinvindicações atendidas pelos órgãos responsáveis”, comentou Mauro Mendes, coordenador do Sintfub.

“Sem diálogo com as pastas, o acordo de greve n.5/2015, a matéria não avançou”, prosseguiu Vânia Felício, coordenadora do Sintfub.

Valmir Floriano, do Sintfub, ressalta a importância dessa reclassificação: “O Sintfub começou essa discussão junto ao MEC pela necessidade de se corrigir essa questão dos servidores junto ao hospital universitário de Brasília.”.

O secretário comentou que um grupo de trabalho seria o ideal meio de trabalho. “Essas demandas preciso discutir com o MEC. Eles devem estar consolidando as coisas. E só então podemos colocar em pauta.”

Com o documento entregue, o próximo passo será reunir as entidades representativas junto ao MEC e ao Ministério do Planejamento para debater possíveis soluções.

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Plenária reúne lideranças na UnB

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O Sintfub, a ADUnB e o DCE se reuniram nessa segunda-feira, dia 26, no ICC Norte da UnB, onde realizaram um “Esquenta” da greve do dia 30 de junho – Uma Plenária conjunta dos três segmentos para discutir os cortes de verbas da Universidade e a demissão de trabalhadores terceirizados da UnB. “Há um golpe instaurado nesse país. Esse desgoverno continua aprovando reformas, tirando os direitos dos trabalhadores. Nós como entidade temos que continuar lutando contra esse desmonte”, comenta Mauro Mendes, coordenador do Sintfub, abrindo o debate.
“Em um momento em que educação deve ser prioridade no país não podemos aceitar cortes por esse governo ilegítimo, pois somos os pugnadores dos direitos trabalhistas frente às essas demissões”, disse Vânia Felício, coordenadora do Sintfub, sobre as demissões de terceirizados, umas das pautas colocadas na Plenária.
Segundo Virgílio Arraes, presidente da ADUnB, a expectativa da Plenária é reiterar a mobilização que as lideranças estão fazendo nas últimas semanas. “Com a degradação moral desse governo é necessário reforçar o diálogo rumo a uma proposta que não contemple apenas um movimento, parcelas restritas da sociedade. É importante a opção pelo diálogo amplo nesse momento de crise”, completa.
Jhonatas Martins, representante do DCE, reforça a necessidade de unidade para o movimento: “Já sentimos na universidade o impacto desse corte de orçamento, que prejudicará os estudantes e trabalhadores. Essa tem que ser uma luta articulada. Quem decide os rumos do país é o povo”.
Com o debate das pautas, o calendário dos movimentos fica direcionado para a greve do dia 30, onde espera a mobilização de todos os seguimentos e demais lideranças de base.
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Sintfub realiza Esquenta da greve no dia 26/06

O Sintfub, a ADUnB e o DCE se reunirão nessa segunda feira, dia 26/06 para a realização do “Esquenta” – Uma plenária conjunta dos três segmentos para discutir os cortes de verbas da Universidade e a demissão de trabalhadores terceirizados da UnB. O evento acontecerá às 11 horas no Ceubinho. Participe! Nenhum direito a menos!

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Trabalhadores se unem a favor da greve geral e contra demissões e reformas

Foi aprovada nesta terça-feira (20 de junho), em assembleia, a adesão dos trabalhadores à greve geral do dia 30 de junho. Diante das ameaças de demissão em massa em razão do corte de gastos da UnB, os presentes apoiaram a intensificação dos diálogos para que os empregos dos terceirizados sejam mantidos. Também foi reforçado o repúdio às reformas que retiram direitos do trabalhador.

Participaram da mesa na assembleia o coordenadores do Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub), representantes da Fasubra, do Campus da Unb em Planaltina, ADUnB, Sindicato dos Vigilantes, Sindicato dos Terceirizados, CUT, a deputada Erika Kokay e DCE. Ambos declararam apoio aos trabalhadores e incentivaram a unidade contra os desrespeitos à classe trabalhadora.
Ao final da assembleia lotada, os trabalhadores, estudantes e representantes das entidades que comporam a mesa seguiram para a Reitoria afim de dialogarem com a reitora Márcia Abrahão sobre as demissões. Na ocasião, foi protocolado documento acerca da greve e contra as demissões.
Para o coordenador-geral Mauro Mendes a assembleia demonstrou unidade. “Foi extremamente positiva porque conseguimos fazer uma assembleia geral unificada como há muito tempo não se via na UnB. Sabemos que a única forma de barrar as reformas e as demissões é através da unidade. Somos todos trabalhadores da educação, desde o professor até o profissional da limpeza. Neste sentido, o papel da assembleia foi deliberar sobre a greve geral do dia 30 e deixar claro para a Reitoria que não aceitaremos demissão de trabalhador”, enfatizou.
A reitora explicou que a situação da UnB é complexa e há um deficit de R$ 80 milhões. Apesar da realidade ser preocupante, ela se comprometeu a dialogar com os personagens competentes para buscar alternativas que evitem as demissões. O coordenador-geral Mauro Mendes frizou a importância desse comprometimento, e de sempre incluir a classe trabalhadora nesses diálogos, refletindo a prática do discurso da Reitoria de que há espaço para dialogar em parceria.

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20 de junho: DIA DO VIGILANTE

O Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub) parabeniza todos os vigilantes pelo seu dia. Agradecemos pela dedicação de homens e mulheres empenhados em proteger patrimônios e vidas.

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Sintfub reforça a importância dos Exames Médicos Periódicos (EMPs)

Focado na saúde dos servidores, o Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub) alerta acerca da importância dos Exames Médicos Periódicos (EMP’s), que são fundamentais para avaliação do estado de saúde dos servidores e têm como objetivos orientá-los preventivamente quanto aos riscos físicos, químicos, biológicos ou ergonômicos a que estão expostos em seus ambientes laborais. A realização dos EMP’s objetiva, prioritariamente, a promoção e preservação da saúde dos servidores, em função dos riscos existentes no ambiente de trabalho e a prevenção das doenças ocupacionais ou profissionais.

Aqueles que optam em não realizar os exames correm o risco de dificultar a identificação preventiva de condições nocivas à saúde no exercício de suas funções. A não realização dos exames tende a agravar possíveis doenças ocupacionais ou profissionais, prejudicar servidores que trabalham expostos a riscos ou a situações de trabalho insalubre, penoso e perigoso ou agravar a situação dos portadores de doenças crônicas que precisam de acompanhamento médico periódico.

A Lei 8.112/1990, em seu art. 206-A determina que o servidor seja submetido a realização dos EMP’s, como consta “in verbis”:

“[…] Art. 206-A. O servidor será submetido a exames médicos periódicos, nos termos e condições definidos em regulamento.”

A matéria é regulamentada pelo Decreto 6.856/2009, que estabelece formas para realização dos exames periódicos, e pela Portaria SRH/MP Nº 4, de 15 de setembro de 2009, que estabelece orientações para aplicação do Decreto nº 6.856, de 25 de maio de 2009.

Os EMP’s se aplicam a todos os servidores ativos regidos pela Lei nº 8.112, de 12 de dezembro de 1990, aos nomeados para o exercício de cargo em comissão e aos empregados públicos anistiados que retornaram à Administração Pública Federal, lotados em órgãos ou entidades da Administração direta, suas autarquias e fundações, desde que se encontrem em atividade laboral.

A realização dos exames será no horário de expediente, sem qualquer ônus ou necessidade de compensação de horários por parte dos servidores, cabendo à contratada organizar a rede de serviços de saúde para realizar os exames clínicos e laboratoriais.

Durante a execução dos exames periódicos de saúde, quando detectada qualquer doença ou necessidade de outras avaliações clínicas/laboratoriais que não tenha relação com doenças ou acidentes ocasionados pelo trabalho ou atividade exercida pelo servidor, este será encaminhado para a rede pública de saúde – SUS ou para a rede suplementar de assistência à saúde, por não se configurar agravo de natureza ocupacional. No caso de acidente ou doença relacionada ao trabalho, caberá à União, como medida de exceção, custear tratamento especializado em instituição privada, em caso de inexistência de meios e recursos adequados em instituição pública.

As despesas decorrentes dos EMP’s serão custeadas pela União. É, entretanto, lícito ao servidor se recusar formalmente a realizar os exames mediante assinatura de termo de responsabilidade junto à DSQVT (Diretoria de Saúde, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho) do DGP (Decanato de Gestão de Pessoas).

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Com informações da Diretoria de Saúde, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho




Ebserh: Autonomia universitária ameaçada

 

 

 

 

 

 

 

Em defesa da autonomia universitária, o Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub), juntamente com representantes de outras entidades, saudou nesta terça-feira (13 de maio) a reitora da Universidade Federal de Alagoas, Maria Valéria Costa. Ela esteve reunida com o presidente da Ebserh para discutir a autonomia universitária tendo como pauta o episódio da exoneração da superintendente do Hospital Universitário de Alagoas, Maria de Fátima Siliansky, punida por declarar, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, o posicionamento favorável à extinção da Ebserh, tendo em vista o modelo inadequado de gestão. Segundo a reitora, o episódio revelou a fragilidade da autonomia da universidade. “Esse episódio expõe que a autonomia universitária não teve força e demonstra a fragilidade dessa autonomia na relação Ebserh e universidade. Não deixaremos o trabalhador da Ebserh em situação de vulnerabilidade. Na nossa gestão trabalhador é importante independentemente do vínculo”, destaca.
A coordenadora-geral do Sintfub, Vania Felício, reforçou a defesa dos direitos que foram ameaçados diante da postura da Ebserh. “O Sintfub entende que mais uma vez a autonomia universitária foi ferida pela Ebserh. Fica comprovado que a empresa veio com esse propósito ao exonerar a superintendente, que se expressou em um momento de audiência pública em que as pessoas podem deixar expressa sua posição como cidadãos e até como gestores”, afirma.
Neste sentido, o coordenador-geral do Sintfub, Mauro Mendes, considera a exoneração uma atitude arbitrária. “É uma arbitrariedade exonerar uma servidora, especialmente nesse contexto em que a nomeação e exoneração são competências da reitora no exercício de sua autonomia universitária, além de punir um cidadão no uso do direito da liberdade de expressão. Ou estamos mesmo vivendo uma ditadura? Não concordamos com a política da Ebserh. Entendemos que é um modelo autoritário que retira direito dos trabalhadores e ainda os proibem de se posicionar”.
A coordenadora da Pasta de Trabalho Terceirizados e de Empresas Conveniadas e Contratadas do Sintfub, Rozangela Baia, também reforçou a incoerência cometida pela empresa na exoneração da superintendente. “A autonomia universitária é soberana. Percebemos o prejuízo social dessa aliança entre a universidade pública e a Ebserh”.
A representante do Conselho Regional de Serviço Social de Brasília, Sônia Zelato, também esteve presente e apoiou a reitora em seu papel de defender a autonomia da universidade. “Estamos vivendo um momento de desmonte dos trabalhos e serviços sociais. Somos solidários com a superintendente exonerada e também expressamos o repúdio a todo desmonte dos serviços que estão sendo descumpridos”.

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CUT-ORIENTAÇÕES SOBRE O DIA 20 DE JUNHO – “ESQUENTA GREVE”

Estamos num momento crucial da nossa história. O governo Temer encontra-se mergulhado na mais profunda crise política e moral. No entanto, tenta mostrar força, agilizando o andamento da reforma trabalhista e da reforma da previdência no Congresso.

O presidente Temer, que chegou ao poder através do golpe, não tem condições de propor reformas que prejudicam, de forma tão nefasta, a classe trabalhadora e a população brasileira. Da mesma forma, a maioria de parlamentares, que foi eleita com financiamento de empresas, está sendo cobrada agora para pagar agora a fatura, votando a favor das reformas.

Nas mobilizações que temos feito, nos debates em que participamos, a CUT tem afirmado publicamente sua posição de não aceitar a retirada de direitos dos/as trabalhadores/as. O marco desta luta tem sido a palavra de ordem: NENHUM DIREITO A MENOS! Por este motivo, exigimos a retirada imediata das reformas da pauta do Congresso.

Só temos uma caminho para barrá-las: o da luta. Por isso, a CUT e as demais centrais sindicais se reuniram na manhã de segunda-feira (05/06) e indicaram 30 de junho como a data da próxima Greve Geral. A data será referendada por categorias em plenárias e assembléias estaduais.

Primeiro, as categorias devem referendar o dia 30. A preparação começa imediatamente e o “esquenta greve está marcado para o próximo dia 20, com panfletagem e diálogo com a população pela manhã, e atos durante a tarde. Será um dia de grande mobilização nacional com protestos, ações em todas as capitais, assembléia nas portas de fábrica, paralisação de lojas, bancos, comércios, enfim, uma grande manifestação criando condições para a Greve Geral do dia 30.

Além de barrar as reformas, nossa luta é pelo FORA TEMER e por DIRETAS JÁ!

Sergio Nobre                                                       Maria Ap. Faria
Secretário Geral                                           Secretária Geral Adjunta




Premiação dos XVII Jogos dos Trabalhadores da UnB

Na tarde hoje, 09/06/17, o Sintfub promove junto com a Universidade de Brasília (UnB), Diretoria de Esporte, Arte e Cultura (DEA) e o Decanato de Assuntos Comunitários (DAC) a premiação dos XVII Jogos dos Trabalhadores da UnB, evento que ocorre na quadra José Maurício Onório Filho, reunindo servidores, funcionários, estudantes e toda a comunidade.

O evento contou ainda com a presença dos coordenadores do Sintfub Raquel, Vania, Rosangela e Mauro. Segundo Mauro Mendes, essa integração é de extrema importância. “Além de defender ensino, pesquisa e extensão é importante os trabalhadores estarem juntos conosco participando dos assuntos diversos, como esse campeonato que já faz parte da nossa história”, completa.

Alexandre Ribeiro, aluno de mestrado da universidade e árbitro da competição, ressalta a relevância do evento para promoção do senso de comunidade. “A interação do aluno, servidor e terceirizado tem que acontecer. Somos uma universidade federal. Não é só trabalho. Temos que nos sentir bem fazendo parte dessa coletividade”.

O evento é aberto para toda comunidade e é organizado anualmente pela prefeitura da Unb junto ao Sintfub e parceiros.

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