Assembleia Geral

O SINTFUB convida a todos para participarem da Assembleia Geral que será realizada amanhã, dia 14/11/2017 às 09 horas, na Praça Chico Mendes, na Universidade de Brasília.

A presença de todos é essencial.

SINTFUB




10 de novembro Dia Nacional de Paralisação

Os servidores públicos federais declararam guerra ao pacote de medidas do governo que adia reajustes salariais, eleva a contribuição previdenciária e reestrutura carreiras. Em 10 de novembro, farão um Dia Nacional de Paralisação em todo o país. A suspensão das atividades — em raro momento de união de várias categorias — foi encampada pelo Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate), que reúne servidores que recebem vencimentos mais altos, e pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), da base da pirâmide. As duas entidades planejam entrar com ações contra o Executivo e impedir que as novas regras sejam colocadas em prática.
Na próxima terça-feira, as assessorias jurídicas das duas entidades vão se reunir às 14h para decidir as estratégias. Especialistas afirmam que a Medida Provisória nº 805/17, que adia os reajustes e eleva a contribuição, têm inúmeras irregularidades. O advogado Rudi Cassel, do escritório Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues, se disse “impressionado” com a reedição de erros cometidos o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na Lei nº 9.783/1999. “O Supremo Tribunal Federal (STF) já deixou claro que a Constituição proíbe alíquotas progressivas de contribuição previdenciária, como essa de 11% para 14%, para quem recebe acima de R$ 5.531,31”, disse.
A postergação do reajuste também carece de segurança, já que os aumentos foram acordados entre as partes, tinham orçamento e foram aprovados pelo Congresso. “As medidas acarretarão uma enxurrada de processos e gastos adicionais. Caso o Executivo perca, vai ter que arcar com juros e correção monetária”, alertou Cassel. De acordo com Rudinei Marques, presidente do Fonacate, o servidor, em nenhum momento, se recusou a dar sua contribuição ao ajuste fiscal. “Mas diante do favorecimento de tantos setores, isso não faz sentido”, salientou Marques.
Nos cálculos das centrais, cerca de R$ 12 bilhões (em emendas parlamentares, novo Refis e anistia de parte das multas ambientais) foram negociados pelo governo — quantia suficiente para arcar com as despesas com pessoal, em 2018, de R$ 9 bilhões, segundo o próprio governo. O aumento do desconto previdenciário terá também grave impacto negativo. Vai ampliar a perda de poder aquisitivo para quase 10%, porque as carreiras de Estado teriam aumento de 27,9%, em quatro parcelas, 2016, 2017, 2018 e 2019 (5,5%, 6,99%, 6,65% e 6,31%). “Não virão os 6,65% e ainda desembolsaremos mais para a aposentadoria”, explicou Marques.
Queda de braço
Os servidores iniciarão briga ainda maior contra a reestruturação das carreiras, que estabelece salário máximo de ingresso de R$ 5,1 mil e ampliação dos níveis de progressão, dificultando a ascensão profissional. “Faremos um trabalho de assessoria parlamentar na Câmara e no Senado para tentar derrubar essa MP”, afirmou Flávio Werneck, vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). Gibran Ramos Jordão, coordenador-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores Técnico-Administrativos das Instituições de Ensino Superior (Fasubra), contou que já se sabe que o texto da reestruturação está pronto no Planejamento e será em breve apresentado ao Congresso.
“Se não fizermos nada, os salários ficarão cada vez mais baixos, os desestímulos às carreiras serão ainda maiores e perderemos conquistas históricas”, destacou Jordão. Por isso os administrativos já decidiram entrar, a partir do dia 10, em greve por tempo indeterminado, “em defesa do serviço público”, revelou Jordão. Por meio de nota, o Planejamento informou que os temas (reestruturação) estão sendo estudados e que “se pronunciará sobre eles no momento oportuno”.
Na terça-feira, os auditores-fiscais da Receita Federal iniciaram nova paralisação em portos, aeroportos e zonas de fronteiras, até que o governo regulamente o bônus de eficiência (extra de R$ 3 mil mensais). De acordo com o Sindicato Nacional da categoria (Sindifisco), o governo descumpriu o prazo para resolver a questão, vencido em 31 de outubro.
Fonte: Correio Braziliense,  04/11/2017



Eleições SINTFUB dia 08 e 09/11/2017

Está chegando a data! O SINTFUB realizará sua eleição nos dias 08 e 09/11/2017. A participação de todos os filiados é importante.

Lembrando que a apuração será no dia 10/11/2017 a partir das 9 horas.

Acompanhe nosso site para atualizações sobre o andamento das eleições e nos siga nas redes sociais
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SINTFUB




SINTFUB realiza Assembleia Geral

O SINTFUB realizou no dia 31/10/2017 sua Assembleia Geral, onde declarou seus informes locais, informes nacionais, levantou os acontecimentos da plenária da FASUBRA, entre eles o calendário de lutas, como a paralisação nacional no dia 10.

O SINTFUB lembra que entre as definições, mantem-se a proposta de estado de greve. “A deflagração da greve não será ainda decidido, mas mantemos a proposta da assembleia passada e marcaremos nova assembleia dia 14 para sentirmos a discussão a nível nacional”.

A assembleia, que teve participação do ANDES, FASUBRA e demais grupos de representação, contou ainda com os encaminhamentos do sindicato e avaliação de conjuntura.

SINTFUB




Assembleia Geral AMANHÃ!

SINTFUB convoca a todos para Assembleia Geral que ocorrerá amanhã, dia 31/10 na praça Chico Mendes, na Universidade de Brasília, onde serão discutidos os encaminhamentos do sindicato.

Não deixem de participar!

SINTFUB




Dia do Servidor Púbico: o que comemorar?

No dia 28 de outubro é celebrado o Dia do Servidor Público, entretanto, profissionais que trabalham nas mais variadas áreas do Estado, sejam em hospitais, escolas, escritórios e demais repartições públicas não têm o que comemorar. Com a atual conjectura brasileira, o que resta ao servidor é a luta.

Instituído no governo do presidente Getúlio Vargas, a data comemorativa marca a criação das leis que regem os direitos e deveres dos servidores públicos (Decreto Lei nº 1.713/39). Direito que agora os servidores lutam para garantir. O momento é delicado, uma vez que o atual governo tem feito diversas restrições.

O governo do presidente ilegítimo de Michel Temer tem como objetivo aprofundar e acelerar o ajuste fiscal. A classe trabalhadora nunca presenciou tamanho retrocesso na retirada de direitos, com a aprovação da PEC do Fim do Mundo (EC 95/16), a ampliação da terceirização, a reforma trabalhista, a reforma do ensino, o Programa de Demissão Voluntária (PDV), a redução da jornada com redução de salários e o decreto que fortalece o trabalho escravo no país, o governo federal impõe mais sacrifícios aos trabalhadores.

O pacote de medidas anunciado nos últimos dias envolve o aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%, a reestruturação das carreiras do serviço público, contra o PL 116/17 – demissão por avaliação negativa (fim da estabilidade) destruindo conquistas e vitórias acumuladas pelos trabalhadores técnico-administrativos em educação nos últimos anos, com muitas lutas e greves. Para o  Sindicato dos Servidores da Fundação Universidade de Brasília (SINTFUB), é o retrocesso ao Brasil e principalmente à classe trabalhadora do país. “essa medida não atinge só os servidores, ela atinge todos os trabalhadores, é por isso que devemos lutar pelos nossos direitos adquiridos”.

O SINTFUB rechaça ainda que as universidades públicas brasileiras sofrem por falta de recursos, o cenário será pior, tendo em vista que não terão os recursos financeiros para investir em pesquisas e com pessoal. ”Isso na verdade é o desmonte do serviço público no país”.

Lutar pelo serviço público, principalmente saúde e educação, é um dos objetivos da diretoria do SINTFUB. Lutar principalmente pela valorização dos servidores da Fundação Universidade de Brasília e do Hospital Universitário de Brasília que, apesar de não terem o que comemorar no Dia do Servidor Público, devem ser respeitados e parabenizados pelo serviço que oferecem, mesmo com todas as dificuldades impostas pelo Poder Público.

SINTFUB




Categoria aprova deflagração da greve nacional para 10 de novembro

 

 

 

Na tarde de domingo, 22, os delegados das entidades de base da FASUBRA Sindical aprovaram em Plenária Nacional realizada no Rio de Janeiro-RJ, a deflagração da greve nacional para o dia 10 de novembro.
A maioria da Direção Nacional da FASUBRA, apontou a deflagração da greve para o dia 10 de novembro e o adiamento do congresso da Federação foi aprovada.

 

Para a FASUBRA, a classe trabalhadora nunca presenciou tamanho retrocesso na retirada de direitos. O governo do presidente ilegítimo de Michel Temer tem como objetivo aprofundar e acelerar o ajuste fiscal. Com a aprovação da PEC do Fim do Mundo (EC 95/16), a ampliação da terceirização, a reforma trabalhista, a reforma do ensino e o decreto que fortalece o trabalho escravo no país, o governo federal impõe mais sacrifícios aos trabalhadores.

 

Neste momento, Temer tem como prioridade o ataque ao funcionalismo por meio de medidas como, o Programa de Demissão Voluntária (PDV) e a redução da jornada com redução de salários.

 

De acordo com a Federação, o ataque às  universidades públicas, a exemplo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), se aprofunda.  O pacote de medidas anunciado nos últimos dias, envolve o aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%, a reestruturação das carreiras do serviço público, destruindo conquistas e vitórias acumuladas pelos trabalhadores técnico-administrativos em educação nos últimos anos, com muitas lutas e greves.

 

A previsão de de lançamento do pacote de maldades contra o funcionalismo público via projeto de lei ou medida provisória, será após a votação da segunda denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra Temer, no Congresso Nacional no mês de outubro ou novembro, sem uma data definida.

 

Confira as resoluções da Plenária Nacional da FASUBRA

 

*Deflagrar a greve para o dia 10 de novembro, com possibilidade de antecipação, caso o projeto que reestrutura as carreiras seja apresentado (em forma de MP ou de projeto de Lei) antes dessa data.

 

*Construir e participar das atividades convocadas pelas centrais sindicais no dia 10 de novembro.

 

*Enviar ofício ao Ministério da Educação (MEC), informando que, em caso de qualquer ataque ao Plano de Cargos e Carreiras dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE) que modifique a Lei 11.091/05, a FASUBRA vai deflagrar greve imediatamente.

 

*Realizar uma paralisação no dia 27 de outubro, Dia Nacional em Defesa dos Serviços Públicos, com ações radicalizadas.

 

*Caravana Nacional a Brasília – A direção da Fasubra vai convocar uma grande manifestação em Brasília-DF, todas as entidades de base precisam ficar em alerta. Será avaliado o melhor momento para a convocação da caravana.

 

Eixos da Greve:

Defesa da Carreira dos TAES!

Negociação Salarial Já! Nenhum direito a menos!

Contra o aumento da contribuição previdenciária! Não à Reforma da Previdência!

Revogação do PDV!

Em defesa do ensino superior público, gratuito e de qualidade!

Em defesa dos serviços públicos!

Contra o PL 116/17 – demissão por avaliação negativa (fim da estabilidade)

Em defesa dos hospitais universitários.

 

Campanhas gerais

Participar da campanha pela revogação da reforma trabalhista

Campanha contra a retirada do título de patrono da educação de Paulo Freire.

Contra a reforma da previdência

FORA TEMER!!!

 

Campanhas de esclarecimento específicas

Desmonte da carreira

Contra o Fim da estabilidade – demissão por avaliação negativa

PDV

Implicações da reforma trabalhista – terceirização nas universidades.

Em defesa da jornada de 30 horas (jornada contínua com turnos ininterruptos)

FORA TEMER!!!

 

UNB
Na UnB estamos em estado de greve e faremos um ajuste em nosso calendário, unificando esforços com o comitê em defesa da UnB. Realizaremos assembleia no próximo dia 31, as 9 horas na praça Chico Mendes, e as 18 h estaremos na reunião ampliada do comitê. Vamos juntos construir a greve e a resistência ao desmanche da universidade e da carreira.

SINTFUB




Lançamento do Comitê em defesa da UnB

Foi realizado na última terça feira, dia 17 de outubro de 2017, o lançamento do Comitê em defesa da UnB, com a participação do SINTFUB, UNE, Andes, estudantes, professores, reitoria e demais classes representativa.
O objetivo é um debate mais amplo de pautas urgentes e importantes como a recomposição orçamentária das IFES, combate à mercantilização do ensino público e pelo desbloqueio dos recursos próprios da UnB.

Segundo João Marcelo Cunha, estudante de Sociologia e um dos organizadores do comitê, é importante a retomada do controle das instituições e seu investimento em educação. “Há uma estimativa de que perdemos 500 mil reais de investimento por hora em relação à década passada. Isso prejudica inserção do Brasil num mundo globalizado, agravando nossa condição de subdesenvolvimento e agrava as desigualdades sociais. Isso compromete a universidade como promotora de saber e integradora social. E a ideia desse comitê é o debate dessas questões junto com a sociedade, professores, estudantes.“

Para Mauro Mendes, Coordenador do SINTFUB, o comitê vem num momento em que o governo vira as costas para os investimentos em educação e ciências. “Aqui na UnB nós somos atingidos diretamente com o corte dos trabalhadores terceirizados e nós entendemos que quando o governo tira dinheiro da educação ele está promovendo o sucateamento do ensino da pesquisa e da extensão. O SINTFUB propõe estar junto com os professores e estudantes em defesa da UnB.”.

O SINTFUB e os participantes do Comitê convidam a comunidade universitária e setores da sociedade civil para participar do Comitê – Em Defesa da UnB e lutar por uma universidade pública, gratuita e socialmente referenciada.

SINTFUB




SINTFUB realiza Assembleia Geral

O SINTFUB realizou no dia 17 de outubro, na Praça Chico Mendes Assembleia Geral, onde os trabalhadores discutiram o indicativo de greve, pela manutenção do Plano de Carreira dos Técnico-Administrativos em Educação, e a defesa das Universidades, além de Avaliação de Conjuntura, Homologação dos Delegados a Plenária Nacional da Fasubra Sindical e encaminhamentos do Sindicato.

Segundo Mauro Mendes, coordenador do SINTFUB, “A categoria de técnico-administrativos em educação da UnB está mobilizada contra os ataques do governo. E nesse momento é necessária a participação de toda a entidade no combate à pautas que prejudicam os trabalhadores”.

SINTFUB

 




Manifesto Em defesa da UnB

Manifesto

Ao completar 55 anos, a Universidade de Brasília (UnB) passa por um momento tenebroso que ameaça a sua vocação histórica como instituição: a produção de um saber científico com responsabilidade com o desenvolvimento social, econômico, cultural e tecnológico do Brasil. Podemos afirmar que, desde sua fundação, em 1962, a UnB é baluarte na defesa dos direitos democráticos e de um Brasil justo e soberano.

Por sua vocação para com o Brasil e por sua proximidade com o poder público, a UnB foi, certamente, uma das universidades mais atingidas pela Ditadura Militar (1964-85). Enfrentamos, com afinco, a tentativa de aniquilamento do projeto de universidade inovador proposto por Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira. É por isso que nomes como Honestino Guimarães, Roberto Salmeron, Ieda Delgado, Sepúlveda Pertence e Paulo de Tarso serão eternamente lembrados por contínuas gerações de estudantes, professores e servidores da UnB.

Lutamos, desde os primórdios, pela democratização do ensino superior no Brasil. Fomos pioneiros nas cotas raciais e na reserva de vagas a estudantes do ensino básico público, ou seja, findamos com os limites que apartavam a parcela mais humilde da sociedade das universidades públicas. E estivemos nas ruas por um Plano Nacional de Educação (PNE) que respondesse aos desafios do Brasil. Em todas essas conquistas, sem exceção, a UnB fez-se presente.

Em Defesa da UnB

O Ensino Superior público está sendo, sob a condução de Michel Temer e do Ministro da Educação, Mendonça Filho, desmantelado. As universidades públicas, tanto estaduais – devido à grave crise pública que os estados brasileiros enfrentam – como federais – resultante de uma política contínua de contingenciamentos –, não têm perspectiva de funcionamento pleno ao próximo ano. A nível de produção científica, o Governo inferiu um pernicioso corte ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq), prejudicando o progresso científico e o futuro do Brasil.

Em fevereiro último, em reunião do Conselho Administrativo (CAD), a Universidade de Brasília (UnB) aprovou o orçamento anual. Na ocasião, a resolução afirmava, quando comparado ao ano de 2016, uma redução de aproximadamente 50% dos recursos destinados ao custeio da instituição. Além disso, as receitas próprias da Universidade, fruto de seus serviços prestados à sociedade, estão sendo bloqueadas. Como resultado desta política sumária de cortes e precarização, tivemos, ainda no primeiro semestre deste ano, a demissão de centenas de trabalhadores terceirizados. E agora, em outubro, como divulgou os meios de comunicação locais e nacionais, a situação tende a se agravar.

Consideramos inadmissíveis os ataques do governo de Michel Temer à educação superior pública. Afinal, a educação pública contribui com o desenvolvimento científico, social e econômico do Brasil e de suas regiões. Portanto, as restrições orçamentárias às universidades públicas, a Emenda Constitucional 95/16 e os cortes na produção científica, reservam tempos tenebrosos à educação brasileira e comprometem o futuro do Brasil.

Não há compromisso do atual governo com a educação pública. Ao contrário, busca-se induzir a receita federal aos grandes banqueiros e empresários do setor privado da educação, como o grupo Kroton Educacional. A privatização e mercantilização das universidades públicas são bandeiras do governo de Michel Temer. Afirmamos que, como estabelece o Artigo 205 da Constituição Federal de 1988, a educação pública, em todos os níveis, é uma garantia, e, portanto, toda tentativa de revogação desse direito é inconstitucional.

Não podemos deixar, justo no momento em que estamos possibilitando, cada vez mais, a inserção de grupos historicamente excluídos do espaço universitário, que a UnB seja destituída de sua tradição máxima: pensar e contribuir com os desafios do Brasil, seja na superação de seus problemas sociais, seja na contribuição para o desenvolvimento nacional.

Devido a isso, entoamos o grito pela recomposição orçamentária das IFES, em combate à mercantilização do ensino público e pelo desbloqueio dos recursos próprios da UnB. Nesse sentimento, convocamos a comunidade universitária e setores da sociedade civil para participar do Comitê – Em Defesa da UnB e lutar por uma universidade pública, gratuita e socialmente referenciada.

Comitê – Em Defesa da UnB

Brasília, 17 de outubro de 2017

 

SINTFUB




Diferença de pagamento do APH

O ano passado, houve um reajuste dos valores de APH, essa diferença não foi repassado para os plantonistas. Vejam com o setor de pagamento de sua unidade pagadora, quando será repassado esse retroativo, e observe se houve a aplicação da correção dos valores para esse ano.

SINTFUB




Convite: Lançamento do Comitê Em Defesa da Universidade de Brasília

O Comitê Em Defesa da Universidade de Brasília convida toda a comunidade a universitária para a participar do Ato de Lançamento do Comitê, no qual será aprovado manifesto em defesa da Universidade e discutidas ações políticas e sociais em defesa de suas plenas condições de funcionamento.

O evento é realizado pelas entidades representativas dos segmentos e contará com a participação dos movimentos sociais da cidade, com a abertura de amplo debate para propostas e sugestões. O Lançamento ocorrerá no dia 17/10/2017 (terça-feira), às 12:00h, na Entrada Norte do ICC – Ceubinho.

Veja o manifesto clicando aqui

Ressaltamos que a presença de todos é fundamental para a organização de um movimento amplo pela recomposição orçamentária da instituição. Contamos com sua participação!