Saiba tudo sobre o processo de consulta para a escolha do(a) reitor(a)

A Comissão Organizadora da Consulta (COC), responsável por coordenar o processo de consulta à comunidade universitária para escolha do (da) reitor (a) e vice-reitor (a) da Universidade de Brasília para a gestão 2020/2024, divulgou o regulamento do processo de consulta, que ocorrerá pela primeira vez por meio virtual, devido às medidas de distanciamento social impostas pela pandemia do novo Coronavírus.

A votação será feita entre o dia 25 e 26 de agosto, por meio virtual. Haverá um segundo turno da consulta, nos dias 08 e 09 de setembro de 2020, caso haja três ou mais chapas inscritas, e se nenhuma delas obtiver maioria absoluta na votação corrigida da chapa no primeiro turno junto aos três segmentos, conforme fórmula matemática expressa no Artigo 23º deste Regulamento.

 

As inscrições das chapas serão realizadas no dia 27 de julho de 2020, por meio de requerimento subscrito por todos os seus participantes ou representantes legais. A COC organizará debates virtuais com transmissão on-line, que ficarão armazenados no site e disponíveis para acesso público. As datas de realização das discussões serão definidas e informadas pela Comissão.

Os docentes da Fundação Universidade de Brasília (FUB), os estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação e pós-graduação stricto sensu e estudantes dos programas de residência da UnB e os servidores técnico-administrativos da FUB tem direito a participar do processo democrático de escolha de reitor ou reitora da Universidade de Brasília (UnB).

A apuração da consulta será pública, coordenada pela COC e realizada imediatamente após o encerramento da votação, assegurada a fiscalização por parte de fiscais credenciados por cada chapa. Posteriormente, o resultado será divulgado pela COC a toda a comunidade acadêmica da Universidade.

Clique aqui e confira o regulamento

 

CALENDÁRIO

 

27/7 – INSCRIÇÕES DAS CHAPAS

25 e 26/8 – VOTAÇÃO DO(A) REITOR(A)

8 e 9/9 – VOTAÇÃO DO(A) REITOR(A) – SEGUNDO TURNO




O que é o Fundeb?

Neste momento o Congresso Nacional se debruça sob a discussão da aprovação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Hoje a Câmara dos Deputados deve votar relatório da deputada Professora Dorinha (DEM-TO) sobre o Fundeb.

A renovação do fundo é considerada essencial para garantir o reforço de caixa de estados e municípios para investimentos da educação infantil ao ensino médio. O fundo atual perde a vigência em dezembro deste ano.

A proposta do Fundeb é a PEC 15 de 2015, tramita na Câmara há 5 anos e prevê um aumento escalonado do aporte do governo federal no Fundeb: o percentual começaria em 12,5% em 2021 e chegaria a 20% em 2026. No formato atual, ainda em vigor, a União complementa o fundo com 10% sobre o valor aportado por estados e municípios.

Por se tratar de uma mudança na Constituição, serão necessários dois turnos de votação na Câmara, com o apoio de dois terços dos deputados. Se aprovada, seguirá ao Senado, onde também terá de passar por duas votações.

O Fundeb foi criado em 2007 como temporário. O fundo financia cerca de R$ 6,5 de cada R$ 10 investidos nas escolas públicas brasileiras. Hoje, 90% dos recursos do Fundeb vêm de impostos coletados nos âmbitos estadual e municipal, e os outros 10% vêm do governo federal.

O Sintfub retrata a sua preocupação com a votação de hoje. E aproveita para deixar claro, que é a favor do relatório do Fundeb e contra as medidas propostas pelo governo, que se omitiu das discussões e somente agora apresenta proposta que desvia recursos da educação. O Sindicato zela por uma educação pública de qualidade e acessível a todos e todas brasileiros.




SINTFUB PRESTA SEUS PÊSAMES AS COMPANHEIRAS E COMPANHEIROS QUE SE FORAM

Neste período de perda e grande sofrimento, o Sintfub deixa pêsames para todas as famílias de nossos filiados que partiram.

JOSÉ LEITE DA SILVA: 05/06/2020

EDVAR VIANA CASTRO: 05/06/2020

HELENA VAZ DE OLIVEIRA SILVA (PENSIONISTA)

OSMAR RODRIGUES DE LIMA: 12/06/2020

JORGE MORENO DA SILVA: 23/06/2020

MARINA ALMEIDA NASCIMENTO: 23/06/2020

MIGUELINA VIEIRA PINTO (PENSIONISTA)

NICACIA CRISTINA DA SILVA: 13/06/2020

ERNESTO TELES DA SILVA 06/2/2020

Não nos cabe a nós questionar os desígnios de Deus, apenas devemos procurar aceitar e nele encontrar a paz e a força para seguir em frente. Oramos por todos vocês, para que encontrem essa paz nos braços de Deus, e conforto e apoio uns nos outros.

Que a alma de quem partiu descanse em paz, e a sua memória seja recordada para sempre com amor e saudade!

 

SINTFUB




Porteiro do centro comunitário recebe cesta básica do Sintfub

No último dia 08 de julho, dando continuidade a campanha  de solidariedade do Sintfub coordenadores do sindicato realizaram a doação de 1 cesta básica ao porteiro do Centro comunitário da UNB Raimundo João.

Neste momento de pandemia, em que se agrava as contradições sociais, a UNB suspendeu o fornecimento do vale refeição aos servidores que fazem parte do grupo de risco e as ações de solidariedade do Sintfub  tem sido fundamentais para a manutenção da vida. “O momento é de isolamento, mas a solidariedade não pode entrar na quarentena. É por isso que estamos promovendo essas ações, para levar a quem mais precisa o alimento na mesa e no coração a esperança de dias melhores”, destaca Edmilson Lima , coordenador geral do Sintfub.

O Sintfub entende que O vale-refeição e o vale-alimentação são situações previstas em convenção coletiva e não poderiam ser retirados durante a pandemia e por isso fez essa ação para proteger seus filiados que mais necessitam .

Para a coordenadora de administração do Sintfub , Carla Marcia este horizonte de mudança social permanece, mas em momento de crise como o que está sendo enfrentado, a ausência de ações do Estado coloca a vida de muitos em risco por falta de alimentação .

Já foram realizadas doações também de EPI´S durante a campanha do Sintfub .

 

 

 

 

 

 




Comunicado Urgente – Esclarecimentos sobre as ações judiciais

Prezado Servidor,

A ação que trata do desconto do PSS sobre 1/3 de férias chegou na fase de cálculos. Para realização dos cálculos a assessoria jurídica do SINTFUB necessita de suas fichas financeiras do período de 2000 até a presente data. Nesse momento de pandemia o Decanato de Gestão de Pessoas está atendendo remotamente.

Orientação para solicitar as fichas financeiras ao DGP/UnB:

Veja o passo a passo

1) Preencher o Formulário do DGP solicitando as fichas financeiras (período: ano 2000 até a presente data);

Veja modelo do Formulário neste link.

Abrir o Formulário neste link:
Obs: Colocar no campo: Outro(s) o seguinte texto: Solicito fichas financeiras do período do ano 2000 até a presente data.

2) Enviar o formulário assinado e a cópia do RG/CPF para o e-mail dgpatendimento@unb.br.

3) Quando receber as fichas financeiras do DGP encaminhar para o Sintfub no e-mail: sintfub@unb.br. com Cópia do RG/CPF;

Observação: Aqueles servidores que tiverem dificuldades entrar em contato com o Sintfub.

RELAÇÃO DE SERVIDORES QUE PRECISAM ENTREGAR FICHAS FINANCEIRAS

NOME
ABEL DE SOUZA BARBOSA
ADAO CRISPIM DE CARVALHO
ADEVINA APARECIDA DOS SANTOS
ADRIANA TRISTAO DE SOUZA
AGNELO JOSÉ PEREIRA DA SILVA
ALDICIO COSMO LUIZ DOS SANTOS
ALEXANDRE LUCIO RODRIGUES DE SOUZA
ALIEMAR CAETANO DE SOUSA
ANA MARIA MESSIAS
ANAGECIRA ALVES SANTOS
ANGELICA RODRIGUES ABREU
ANTONIO CAMPOS DE CARVALHO
ANTONIO JORGE RACHID
ANTONIO NERES DIAMANTINO
ARYSNALVA MARINHO CUNHA
CARLOS GOMES DA SILVA
CLARICE PEREIRA DE SOUZA CAVALCANTE
CLAUDIA COELI DO AMARAL SOBREIRA
CLAUDIA RIBEIRO PEREIRA
CLAUDIO PEREIRA DE ALMEIDA
CLEBER GOMES DE FARIA
DANIELE MEDEIROS MOREIRA
DAVID LUIZ DA SILVA COSTA
DINA DA COSTA BARCELOS
DINA DA COSTAS BARCELOS
DIOMEDES DE ALBUQUERQUE MELO
DIONIR FARIA DOS SANTOS
DIONISIO FERREIRA DIAS
DIVINO RODRIGUES DO NASCIMENTO
DONIZETE ALVES DA SILVA COSTA
EDICLEUBER BORGES DE OLIVEIRA
EDILMA GOMES DE OLIVEIRA SANTOS
EDISON MONTENEGRO CABRAL DE VASCONCELLOS
ELANIA CLAUDIA DA SILVA
ELI NORONHA NETO
ELISABETH RAMOS BARROSELZA MARIA DOS SANTOS
EVERALDO JOSÉ DA SILVA
EZIO REZENDE FREIRE
FABIANO DA CRUZ RODRIGUES
FERNANDO COELHO AMORIM
FIRMINO JOSÉ DE SOUSA NETO
FRANCISCA BETHANIA SOUSA MORAIS BUENO
FRANCISCA CAMPOS DE PAULA
FRANCISCA DAS CHAGAS CAMPELO DE MIRANDA
FRANCISCO DE ASSIS SOARES LARCHER
FRANCISCO DE ASSIS SOUSA
FRANCISCO NEY CAVALCANTE MOTA
FRANCISCO TORRES ALENCAR FILHO
FRANCISCO VILSIMAR DE SOUZA
GENIZER SILVA BATISTA
LUIZ CARLOS DE ALBUQUERQUE MELO
LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA
LUIZ CARLOS DE SANTANA
LUIZ CARLOS FIGUEIRAS GOMES
LUIZ CLAUDIO FURTADO
LUIZ GONZAGA GOMES DE MELO
LUSILENE DE OLIVEIRA LEAL RAMOS
LUZIA MARCIA FIGUEIREDO DE MATOS
MAGDA SUELY FERREIRA DE MELO SOUZA
MAGNO GERALDO RIBEIRO DE ASSIS
MANOEL BRITO BRANDÃO
MANOEL CARDOSO NETO
MANOEL DA CONCEIÇÃO DOS SANTOS
MANOEL FERNANDES NETO
MANOEL JUSTINO DA ROCHA NETO
MANOEL MARTINS JORGE FILHO
MARIA DA CONCEIÇÃO CARVALHO TOTH
MARIA DA CONCEIÇÃO MACEDO PRADO
MARIA DA CONCEIÇÃO NASCIMENTO SANTOS BRILHANTE
MARIA DA GLORIA FERNANDES REIS
MARIA DA PENHA MACEDO SANTIAGO
MARIA DAS GRAÇAS ROQUEMARIA DAS GRAÇAS VIEIRA
MARIA DE FATIMA FERNANDES DA ROCHA
MARIA DE LOURDES DE OLIVEIRA SILVA
MARIA DE MACEDO SOUZA
MARIA OSMARINA DO ESPIRITO SANTO OLIVEIRA
MARIA PEREIRA TORRES
MARIA RITA NEVES ARAUJO
MARIA RODRIGUES DA CRUZ
MARIA SILVA SUCUPIRA
MARIA SUELI DE LIMA GANSTER
MARIA TELMA BEZERRA ALVES
MARIA VIEIRA SILVA RUFINO
MARIA VIEIRA SILVA RUFINO
MARIA ZELIA DA MOTA SILVA
MARIBALDO ALMEIDA DO NASCIMENTO
NEUZA PIRES DE CAMARGOS
ROZANGELA BAIA SILVA
SALVADOR SOARES DAS MERCES
SANDRA BEZERRA DE NOVAIS
SANDRA LUCIA DRUMOND PERDIGÃO
SANDRA MARIA DE FREITAS GUEDES
SANDRA MARIA FERREIRA
SANDRA REGINA CALIXTO DA SILVA
SANDRO ROBERTO RODRIGUES VIANA
SANGELO VASCONCELOS CAVALCANTE
SANTOS FERNANDES BALBINO
VALQUIRIA PERILO SANDOVAL BATISTA
VINICIUS MACHADO DE LIMA
VITOR HUGO PINHEIRO DE SOUZA
VITORIA REGIA DOS SANTOS SOUZA
VIVALDE RAIMUNDO DE OLIVEIRA
VONETE LOPES DA SILVA
WALCYMAR PEREIRA SANTIAGO
WALDENICE ESTRELA DURÃES
WALTER VIEIRA DA SILVA
WANDERLEI DE SOUSA TEIXEIRA
WASHINGTON DA SILVA CHAGASWASHINGTON JOSÉ DE OLIVEIRA
WELLINGTON FERREIRA
WILDE JOSÉ P
WLADIMIR DE CUNHA BARROS
YARA RODRIGUES BORBA
YGRAINE HARTMANN
YRLANDA MARIA RABELO DAMASCENO OLIVEIRA
ZELINDA TORRI
ZILBERTO DA SILVA




Vigilantes da UNB recebem Epi´s

Foi realizada na manhã desta quinta feira dia 25 de Junho  a entrega de EPI´S aos servidores da vigilância da UNB. A ação faz parte da campanha  “TODAS AS VIDAS IMPORTAM – VIDAS ACIMA DO LUCRO!” .

Desde que o novo coronavírus apareceu na China, especialistas do mundo todo têm destacado a necessidade de equipamentos de proteção individual e coletivos para profissionais da saúde, que, por estarem em contato direto com o vírus, estão expostos ao risco.

“O EPI é importante para proteger os profissionais individualmente, reduzindo qualquer tipo de ameaça ou risco para o trabalhador nesse período de pandemia . É obrigação do estado essa distribuição , e  já que o Estado não faz , a nossa entidade está fazendo” afirma Edmilson Lima coordenador geral do Sintfub .

A compra desses materiais foi aportada com com verbas próprias.




Justiça Federal obriga Bolsonaro a usar máscara de proteção facial no DF

OTribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) decidiu, nessa segunda-feira (22/06), impor ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a obrigatoriedade de usar máscara de proteção facial no Distrito Federal. Em caso de descumprimento, a multa diária é de R$ 2 mil.

 Conforme a tutela de urgência deferida pelo juiz da 9ª Vara Federal Cível do DF Renato Coelho Borelli, o presidente deve utilizar o adereço em todos os espaços públicos, vias públicas, equipamentos de transporte público coletivo e estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços da capital do Brasil.

O magistrado ainda obriga a União a exigir de seus servidores e colaboradores em geral o uso do acessório enquanto estiverem prestando serviços. A multa foi fixada em R$ 20 mil nesse caso.




Professores são contra volta às aulas sem controle real da pandemia

Professores e outros trabalhadores da educação rechaçam a proposta de volta às aulas do governador paulista, João Doria (PSDB), que pretende anunciar um calendário para a retomada na próxima quarta-feira (24). “No dia 24 de junho, o secretário da Educação, Rossieli Soares, anunciará quando as aulas poderão voltar, em que nível (se referindo ao Plano São Paulo, que coordena a flexibilização da quarentena), em que momento e com quais protocolos”, disse o governador. Para os educadores, a política de combate à pandemia de coronavírus de Doria não inspira nenhuma confiança para a retomada das atividades escolares.

“São urgentes a mobilização e a manifestação para impedir o retorno às aulas presenciais nas escolas públicas e privadas de São Paulo. Funda-se nossa posição na convicção de que a conduta do governo do estado e da esmagadora maioria das prefeituras municipais, neste momento, não inspira nenhuma confiança. Não há qualquer expectativa que eventuais medidas dirigidas a promover a volta às aulas estejam amparadas por orientações emanadas das autoridades sanitárias e validadas em conhecimento científico”, diz um grupo de lideranças sindicais, encabeçadas pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

As entidades destacam a marca de 50 mil mortes causadas pela covid-19, atingida no Brasil na última sexta-feira (20), como clara demonstração de que a situação não está controlada. “É de uma inaceitável irresponsabilidade e precipitação debater a voltas às aulas presenciais. Defendemos que qualquer decisão nesse sentido seja validada em conformidade com os protocolos científicos aceitos internacionalmente. Enquanto isso não acontece, é preciso cuidar das famílias”, defendem os professores, reivindicando garantia trabalhista de home office para mulheres com filhos ou auxílio financeiro adequado.

Contra a volta às aulas

Esse é o terceiro anúncio de uma proposta de volta às aulas feito por Doria. Inicialmente, o governador indicou a retomadas das atividades, com poucos alunos e revezamento, para a segunda quinzena de julho. Depois disse que havia uma proposta de reinício em agosto. Agora é esperado um novo anúncio. Mas, segundo o próprio governador, não deve apresentar uma data em curtíssimo prazo.

Ainda assim, os educadores apontam uma série de dificuldades para a retomada das atividades escolares. Situações cotidianas, como transporte escolar, merenda escolar, atividades físicas, higienização dos espaços, cuidados com as crianças pequenas, entre outros, vão exigir protocolos rígidos e de difícil implementação.

O jornalEl País publica, nesta segunda-feira (22), um estudo da Universidade de Granada, na Espanha, que demonstra que colocar 20 crianças numa sala de aula vai acarretar em 808 contatos cruzados em apenas dois dias. Isso se a criança se relacionar apenas com os colegas de classe e não tiver contatos fora de casa. Uma única pessoa contaminada nesse meio, portanto, tem um potencial de transmissão gravíssimo.

Embora o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), ainda não tenha falado sobre volta às aulas na capital paulista, os professores municipais também estão mobilizados contra uma eventual retomada. “É importante deixar claro que nenhum retorno às escolas pode ser pensado sem considerar o aumento do número de casos de covid-19 na capital paulista. Hoje é impossível retomar as atividades presenciais escolares, pois neste momento não temos segurança sanitária”, afirmou o vereador e presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), Claudio Fonseca.

Alerta no Rio de Janeiro

No município do Rio de janeiro, professores e vereadores também se organizam contra a volta às aulas, que consideram uma decisão “irresponsável e fora da realidade”. Entre outros problemas, eles apontam o aumento na circulação de pessoas, grande parte utilizando o transporte coletivo, a subnotificação de casos e a falta de estrutura nas escolas, em ofício encaminhado à secretária de Educação, Talma Romero Suane.

“Não há previsão de compra de materiais para higienização, nem de equipamentos para proteção de alunos e profissionais de educação. Nem mesmo de um plano de distanciamento consolidado que diminua a quantidade de estudantes por sala de aula e profissionais suficientes para que isso se concretize”, diz o documento.

O dossiê intitulado “A vida acima de tudo!” é assinado por parlamentares do Psol e do PT, e foi elaborado com apoio dos sindicatos dos profissionais da educação do estado (Sepe-RJ) e da capital (Sinpro). E lista experiências em diversos países que apressaram a volta às aulas e depois tiveram de recuar por conta da incidência elevada de contágios.

“Para que o retorno seja seguro é preciso achatar a curva, aguardar a diminuição diária do número de adoecidos e de óbitos, melhorar as condições de atendimento na saúde, estabelecer um protocolo seguro e adotar as medidas necessárias para evitar o contágio”, defendem.




Portaria 545: pela imediata suspensão da revogação

Racista declarado, conforme deixou claro na reunião do dia 22 de abril, em que afirmou que odeia o termo ‘povos indígenas’, odeia o povo cigano, Abraham Weintraub revogou em seu último ato à frente do Ministério da Educação, a Portaria 545, de 2016, sobre políticas de inclusão.

A revogação acaba com as cotas para as pessoas com deficiência, negros e indígenas em pós-graduações, mestrados e doutorados nas Instituições Federais de Ensino Superior.

A FASUBRA Sindical aguarda que mais este estrago à educação seja desfeito em breve. A medida teve grande repercussão nesta quinta-feira (18/06) e decretos legislativos foram apresentados na Câmara dos Deputados para suspender a revogação da portaria.

Fora Bolsonaro e Mourão!

Pela suspensão da revogação da Portaria 545!




Live do Sintfub discute o trabalho remoto na universidade

A terceira LIVE do Sintfub foi ao ar na quinta-feira, dia 18 de junho, e foi sobre o trabalho remoto na Universidade de Brasília. A entrevista foi mediada por Valdir Borges e contou com a participação do advogado Valmir Floriano, da presidente do conselho do CAD – que formulou a proposta de trabalho remoto e diretora do Instituto de Letras – IL, Rozana Relgota, e do coordenador de comunicação Almiram.

Hoje já está sendo cobrado em vários setores para que enviem o projeto de trabalho remoto. Segundo o coordenador de comunicação, Almiram, existem  alguns setores que se pronunciaram contrários à adesão, pois acham que o assunto merece mais discussão.

Rozana acredita que é muito importante pensar nas modernizações de trabalho. “A pandemia mostrou isto. É possível mudar as formas de trabalho, porém com a pandemia muitos servidores acham que não é o momento de pensar nisto agora”, explicou.

Esta semana saiu uma nova instrução normativa do Ministério da Economia que altera artigos da instrução anterior, e segundo a Rozana, por isto, é possível que o Conselho tenha que fazer alguns ajustes ao processo que está em curso.

A regulamentação no âmbito da universidade  equipara ao decreto 1590 que trata da jornada de trabalho dos servidores e forma do controle de frequência. No artigo sexto, diz o seguinte: que as instituições poderão implementar o trabalho remoto dispensando  o controle de assiduidade.   

O advogado ressaltou que observa que o trabalho remoto pode ser implantado para alguns e outros talvez fiquem de fora deste direito ou possibilidade de usufruir deste direito.

Almiram lembrou que as transformações no mundo de trabalho normalmente vem para tirar direitos e fez uma pequena retrospectiva da luta do trabalhador e das perdas nas garantias de direitos.  “O trabalhador fica trabalhado à distancia como um escravo moderno e sem direitos. Este tipo de trabalho vai afastar o trabalhador da instituição e nossa luta é pela ligação do servidor com a universidade, explanou e continuou falando que este afastamento vai prejudicar o trabalhador na luta pelos direitos.

O trabalho remoto pela sua própria natureza não se aplica em todas as atividades administrativas. No caso das universidades, o foco é o atendimento ao público.

Para Rozana, a maior parte das atividades dos servidores não se adequarão a exigência  para o trabalho remoto. “É importante aproveitar este momento pandêmico para pensarmos se de fato temos aptidões para o trabalho remoto e condições em termos de equipamentos”, comentou.

Rozana ainda explicou  que a UnB não vai usar este período de pandemia como parâmetro de metas e resultados para o trabalho remoto. “Vamos trabalhar com dados estáticos que a universidade tem do ano de 2019,” completou.

São três modalidade de trabalho remoto previstas na instrução normativa, a modalidade por tarefa, a semipresencial   e a do teletrabalho.

O advogado ressaltou que o Sindicato vem debatendo o assédio no trabalho remoto, como mandar demandas em horários inoportunos ou sobrecarregar o servidor. “ Há muitos servidores reclamando da sobrecarga de trabalho em tempos pandêmicos. Nesta situação tem que verificar com os outros colegas se eles também estão se sentindo assediados e se esta divisão de trabalho está de uma forma equânime”, completou.

Como resultado da Live, a Rozana vai realizar uma reunião com o Sindicato para incorporar sugestões ao relatório final que será debatido no CAD.

 

LIVE SOBRE TRABALHO REMOTO REPERCUTE ENTRER SERVIDORES

Foram 436 pessoas alcançadas, 111 engajamentos, 10 comentários e cinco compartilhamentos




Universidade divulga nota sobre eleição de reitores

Veja a nota

 

 




Sintfub realizará nesta Quinta Feira live sobre o trabalho remoto na Unb

Desde Novembro de 2019 , o Conselho de Administração (CAD) iniciou as discussões sobre a regulamentação do teletrabalho na Universidade de Brasília (UnB),
O tema, que já vinha sendo debatido por uma comissão da Câmara de Gestão de Pessoas (CGP), a partir de demanda da Reitoria, chegou ao Conselho no ano 2018. Desde então, uma nova comissão foi nomeada pela reitora Márcia Abrahão para análise da minuta de resolução proposta pela CGP. O parecer do grupo embasou a avaliação do CAD.

A proposta levou em conta a Instrução Normativa (IN) nº 1/2018, do então Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), e outras legislações pertinentes de dentro e fora da Universidade. Há três modalidades de trabalho remoto, de acordo com a IN: por tarefa, semipresencial e teletrabalho.

“O objetivo é instituir melhorias nos serviços executados pelos servidores, tendo em vista a necessária desburocratização dos processos e o avanço tecnológico”, disse a presidente da comissão do CAD, Rozana Naves.
Preocupada em preservar a saúde de sua comunidade acadêmica e considerando a imprevisibilidade da duração das medidas de isolamento para conter a propagação da Covid-19 no Distrito Federal, a instituição decidiu suspender o calendário acadêmico do primeiro semestre letivo de 2020.

Com a deliberação, estão paralisadas as atividades acadêmicas de ensino, aprendizagem e avaliação, mesmo as virtuais, enquanto durar a situação de emergência de saúde devido à epidemia na capital federal. Haverá reposição posteriormente. Disciplinas em andamento, no modo presencial ou a distância, desde o início do semestre, em 9 de março, terão uma pausa, mas permanecem válidas quando for retomado o calendário acadêmico. Ainda não há previsão de retorno das aulas.
Serviços essenciais ao cotidiano acadêmico, como a Biblioteca Central (BCE) e o Restaurante Universitário, têm funcionado em regime diferenciado. A BCE está de portas fechadas, considerando as medidas preventivas contra a Covid-19, mas disponibiliza alguns serviços on-line, como acesso à base de dados e livros digitais da unidade. O Restaurante Universitário só está em funcionamento no campus Darcy Ribeiro e atendendo apenas estudantes e servidores da UnB. Seguindo os protocolos de saúde para a atual situação epidêmica, as refeições estão sendo fornecidas em marmitas a serem consumidas em ambiente externo ao restaurante.
PÓS-GRADUAÇÃO – Bancas de defesa e de qualificação de mestrado e doutorado devem ser realizadas com participação de todos os membros exclusivamente em meio virtual. Recursos de webconferência como o Teams Microsoft (Office 365) e Conferência Web, disponibilizados pela Universidade, em parceria com a Microsoft e a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), poderão ser utilizados pelos programas. No caso das defesas, é obrigatória a gravação da etapa.

A opção pela manutenção das bancas ficará, no entanto, a critério dos próprios programas e deverá respeitar as condições de acesso a infraestrutura pelos participantes. “O que pensamos, em função da pandemia do coronavírus, são as questões de segurança para aqueles programas que queiram fazer as defesas. Cada área poderá decidir se ela pode, se tem as condições e se há uma concordância do colegiado em realizar”, esclarece a decana de Pós-Graduação, Adalene Moreira.
Por outro lado as entidades representativas dos servidores das universidades de todo o país acionam seus departamentos jurídicos para avaliar a melhor forma de reagir à medida do Ministério da Economia que suspende benefícios de servidores que trabalham de forma remota em função da pandemia de Covid-19 dentre os quais a suspensão de pagamento de horas extras, adicionais de insalubridade e noturno, entre outros benefícios.
O Sintfub destaca que os servidores que estão trabalhando de forma remota terão acréscimo em suas despesas básicas, como água, energia, internet e materiais de escritório, por exemplo. Eles desempenharão funções que beneficiarão a universidade, bem como estão a exercer jornadas evidentemente bastante superiores as que são remunerados, sem direito a desconexão do trabalho.
Acompanhe nesta quinta feira dia 18 de Junho as 16:00hs a Live sobre o TRABALHO REMOTO na Unb e participe enviando a sua pergunta.